No último sábado, a equipe do Núcleo Regional de Vigilância Ambiental em Saúde (Nuval) vacinou 542 animais em Vicente Pires, parte da campanha anual de vacinação antirrábica do DF, visando 80% de cobertura vacinal.

A equipe do Núcleo Regional de Vigilância Ambiental em Saúde (Nuval) do Guará realizou, no último sábado, 16, uma ação de vacinação antirrábica em Vicente Pires, onde foram imunizados 542 animais. A iniciativa ocorreu em um petshop da região e faz parte da campanha anual promovida pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), que visa vacinar cães e gatos para prevenir a raiva, uma doença viral grave.
Durante o mês de setembro, a mobilização é intensificada, com equipes percorrendo diversos pontos do DF para garantir a imunização dos pets. A agente de Vigilância Ambiental do Nuval, Lidiane Pires, destacou que o objetivo é alcançar pelo menos 80% de cobertura vacinal na população animal. “Embora não haja registros recentes em cães, o vírus ainda pode estar presente em animais silvestres”, afirmou.
Entre os tutores que participaram da ação estava Heanes Medeiros, que levou sua gatinha Juma, de dez meses, para receber a vacina. Ele ressaltou a importância da iniciativa para a proteção dos animais, afirmando que os pets são tratados como membros da família. Além de Vicente Pires, a SES-DF também promoveu a vacinação em locais estratégicos como Santa Maria e Sobradinho.
O imunizante contra a raiva está disponível ao longo do ano nos 15 Núcleos Regionais de Vigilância Ambiental em Saúde e na Diretoria de Vigilância Ambiental em Saúde. Os tutores podem consultar os endereços e horários de atendimento no site da SES-DF. A vacina deve ser aplicada anualmente em cães e gatos a partir dos três meses de idade, incluindo fêmeas prenhas ou em amamentação.
Leonardo Martins, tutor da cadela Pepita, de doze anos, também participou da vacinação e enfatizou a necessidade de manter a saúde dos animais em dia. “Ela é parte da família. Manter a vacinação em dia é essencial”, disse. A raiva é uma doença infecciosa que pode ser transmitida aos humanos e a vacinação continua sendo a forma mais eficaz de prevenir a circulação do vírus.
Iniciativas como essa são fundamentais para a saúde pública e a proteção dos animais. A união da sociedade civil pode fazer a diferença em projetos que visam aumentar a cobertura vacinal e garantir a segurança de todos. Mobilizações e ações comunitárias são essenciais para que mais pets recebam a proteção necessária contra doenças graves como a raiva.

Oito araras-vermelhas resgatadas do tráfico em Guararema (SP) foram soltas no Parque das Aves, após seis meses de reabilitação em São Paulo, promovendo a conservação da espécie.

No dia 18, uma equipe de 17 profissionais da UFRRJ realizou uma operação de saúde para uma onça-parda no Cetas de Seropédica, com exames e instalação de colar de monitoramento para futura soltura.

O cão idoso Seu Valdemar, encontrado em estado crítico, precisa de cirurgia urgente para remover um tumor e tratar complicações, totalizando R$ 2.335,00 em despesas médicas. Sua recuperação depende da solidariedade.

O Núcleo Regional de Vigilância Ambiental em Saúde do Guará vacinou sessenta e três animais em Vicente Pires, destacando a vacinação itinerante para facilitar o acesso à imunização. A ação, realizada em um lar temporário, atende a solicitações de tutores que não podem deslocar seus pets. A campanha de vacinação antirrábica ocorre anualmente em setembro, mas a Secretaria de Saúde do DF oferece o imunizante durante todo o ano em seus núcleos. A vacinação é essencial para a saúde pública, prevenindo a raiva, uma doença grave e fatal.

A Guarda Ambiental de Duque de Caxias resgatou um gato-mourisco em Xerém com fraturas graves causadas por projéteis de arma de pressão. O animal está internado no CRAS, necessitando de cuidados intensivos.

O levantamento PetCenso 2025 da Petlove confirma que os vira-latas (SRDs) são os preferidos dos brasileiros, com 26% entre cães e 86% entre gatos, evidenciando a valorização da adoção no país.