Desde 19 de maio, a vacinação contra a gripe no Distrito Federal foi ampliada para todos acima de seis meses, resultando em 154.384 novas doses aplicadas. A procura aumentou, mas grupos prioritários devem continuar se vacinando.

Desde 19 de maio, o Governo do Distrito Federal (GDF) ampliou a vacinação contra a gripe para todas as pessoas acima de seis meses de idade, resultando na aplicação de 154.384 doses do imunizante. Essa mudança visa reduzir a circulação do vírus e diminuir os casos graves da doença, permitindo que grupos não prioritários também tenham acesso à vacina.
A gerente da Rede de Frio da Secretaria de Saúde do DF, Tereza Luiza, destacou o aumento na procura, especialmente entre aqueles que não pertencem ao grupo prioritário. Ela enfatizou a importância de que crianças, idosos e gestantes continuem buscando a vacina, pois são os mais vulneráveis a complicações graves da gripe.
Desde o início da campanha de vacinação em 4 de abril até 29 de maio, foram aplicadas 478.252 doses, com cerca de 12 mil apenas no Dia D de mobilização, realizado em 10 de maio. Atualmente, a cobertura vacinal está em 41,58% para idosos, 25,76% para crianças e 4,62% para gestantes. O estoque disponível conta com 206 mil doses, que podem ser repostas pelo Ministério da Saúde.
Na Unidade de Saúde Básica (UBS) 2 do Guará, a demanda aumentou tanto que foram abertas mais duas salas de vacina para atender à população. A gerente da UBS, Valdiane Dutra, informou que na semana passada foram aplicadas cerca de 1,2 mil doses, com muitos aproveitando para atualizar o cartão de vacina de crianças e realizar outras vacinas de rotina.
Um estudo do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) aponta que a vacinação contra a gripe pode reduzir em até 35% o risco de hospitalizações entre os grupos de alto risco. A vacina, que é atualizada anualmente, protege contra os vírus H1N1, H3N2 e B, e pode ser administrada simultaneamente a outras vacinas do calendário básico.
Os imunizantes estão disponíveis nas 164 salas de vacina das unidades básicas de saúde (UBSs) do DF. Para se vacinar, é necessário apresentar um documento de identificação e, se possível, a caderneta de vacinação. A mobilização da sociedade é fundamental para garantir que todos tenham acesso à vacina, e iniciativas que promovam a saúde pública devem ser apoiadas por todos nós.

Desde 2015, o Brasil enfrenta uma queda na vacinação infantil, com 18 milhões de crianças sem imunização, agravada pela pandemia de Covid-19. A desinformação e desigualdades sociais são fatores críticos.

A Câmara dos Deputados regulamenta as funções de Agente Indígena de Saúde e Saneamento. A proposta aprovada exige que os profissionais sejam indígenas, residentes na comunidade, e tenham formação específica. O prazo para adequação às novas regras foi ampliado para quatro anos, visando facilitar o acesso à saúde nas comunidades. A contratação seguirá as normas da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). A proposta ainda precisa passar pela Comissão de Constituição e Justiça e pelo Senado.

O anticorpo monoclonal nirsevimabe, aprovado pela Anvisa em 2023, demonstrou eficácia de 83% na prevenção de hospitalizações por vírus sincicial respiratório em bebês. A meta-análise de 27 estudos confirma sua importância na proteção contra infecções graves.

Uma bebê com atrofia muscular espinhal tipo 1 foi a primeira a receber Zolgensma pelo SUS, trazendo esperança à família e novas perspectivas para seu desenvolvimento. O medicamento, que custa até R$ 10 milhões, é vital para a saúde da criança.

Campo Grande (MS) confirmou mais um caso de morcego com raiva, totalizando nove em 2025, superando os seis do ano anterior. A prefeitura alerta sobre a gravidade da doença e a proteção legal dos morcegos.

A campanha de vacinação contra a gripe no Distrito Federal já aplicou mais de 272 mil doses, destacando a importância da imunização para grupos prioritários. O secretário de Saúde, Juracy Cavalcante, reforçou que vacinar é um ato coletivo que salva vidas. A vacinação é essencial, especialmente com o aumento das doenças respiratórias no Brasil, e está disponível em mais de cem Unidades Básicas de Saúde.