Rene Silva dos Santos celebra 20 anos do jornal "Voz das Comunidades", que promove uma visão humanizada das favelas e resgata identidades. Parcerias, como a de Preta Gil, foram fundamentais para o projeto.

Parece que foi ontem. Há exatos 20 anos, Rene Silva dos Santos, um jovem da favela do Alemão, fundou o jornal "Voz das Comunidades". Na época, ele tinha apenas 11 anos e seu gesto chamou a atenção, levando-o a ser listado pela revista Forbes em 2015 como um dos 30 jovens brasileiros mais influentes com menos de 30 anos. Desde então, Rene tem buscado promover uma visão mais humanizada das favelas, abordando questões como violência e problemas sociais.
Duas décadas depois, Rene celebra conquistas significativas. Ele destaca que, no passado, muitos evitavam se identificar como moradores do Alemão, mas hoje isso é motivo de orgulho. "Antes, me lembro que muitos escondiam o endereço, mas hoje, dizer 'sou do Alemão, sou da favela' é motivo de orgulho", afirma. Para ele, o "jornal ajudou a resgatar memórias, fortalecer identidades e narrar a vida real, com suas dores e vitórias."
A força do "Voz das Comunidades" também se deve a parcerias importantes. O jornal recebeu apoio do programa "Caldeirão do Huck", que proporcionou uma redação completa. A primeira madrinha do projeto foi Preta Gil, que faleceu recentemente. Rene recorda com carinho a amizade e o apoio que recebeu dela ao longo dos anos.
Preta Gil se destacou por sua dedicação à comunidade, especialmente durante a ocupação militar do Alemão. Ela visitou a favela vestida de Mamãe Noel, trazendo doações de brinquedos e cestas básicas. Além disso, realizou diversos shows na comunidade e mobilizou outros artistas para apoiar o projeto.
O trabalho de Rene e a contribuição de Preta Gil são exemplos de como a solidariedade pode transformar realidades. O "Voz das Comunidades" não apenas informa, mas também empodera a comunidade, mostrando a força e a resiliência dos moradores. A celebração de duas décadas do jornal é um marco importante na luta por uma representação mais justa das favelas.
Nossa união pode ajudar a fortalecer iniciativas como essa, promovendo projetos que valorizem a cultura e a identidade das comunidades. Ao apoiar ações que visam a inclusão e o desenvolvimento social, podemos contribuir para um futuro mais justo e igualitário.

Alunos do CEF 01 do Núcleo Bandeirante recebem atendimento odontológico gratuito, com foco em saúde bucal. O Centro de Ensino Fundamental (CEF) 01 do Núcleo Bandeirante, em parceria com o Corpo de Bombeiros e secretarias de Saúde e Segurança Pública, agora oferece atendimento odontológico gratuito para seus alunos. Com a participação de oitocentos e cinquenta estudantes do 6º ao 9º anos, a iniciativa inclui palestras educativas e, em breve, procedimentos clínicos agendados, como exames e restaurações. A escola foi escolhida como piloto, com planos de expansão para outras unidades da rede pública. O projeto visa atender comunidades vulneráveis, promovendo saúde e dignidade aos jovens.

A Fundação José Luiz Setúbal investirá R$ 1 bilhão em filantropia até 2040, focando na saúde infantil com assistência, pesquisa e formação. A meta é transformar o cuidado infantil no Brasil.

A UBS 8 de Ceilândia celebrou o Dia das Mães com um aulão de zumba e café da manhã, reunindo cerca de 60 participantes. A atividade promoveu saúde e socialização, destacando a importância do exercício físico.

O podcast "Dois Mundos" investiga a morte de Tadeo Kulina, indígena madiha kulina, revelando falhas na assistência à saúde e preconceitos enfrentados pela comunidade em Manaus. A série busca respostas para um caso trágico e negligenciado.

MC Hariel investiu R$ 2,5 milhões na Zaori, sua produtora cultural em São Paulo, focada em apoiar artistas periféricos e promover a formação profissional. A iniciativa visa criar um espaço colaborativo para novos talentos.

O influenciador Felca ganhou notoriedade ao denunciar a sexualização infantil nas redes sociais, destacando a responsabilidade dos algoritmos e a cumplicidade dos pais. Apesar de mulheres como Sheylli Caleffi já abordarem o tema, sua voz só foi ouvida após a intervenção masculina.