Zeca Pagodinho recebeu Ney Matogrosso em seu sítio em Xerém para um almoço, onde a dupla se divertiu em um triciclo, momento que viralizou nas redes sociais. O local é um refúgio do artista, que promove rodas de samba e atividades terapêuticas com animais.

Zeca Pagodinho, cantor e compositor renomado, reside na Barra da Tijuca, mas encontra sua verdadeira essência em seu sítio em Xerém, no distrito de Duque de Caxias. Aos 66 anos, ele expressa seu amor pelo local, onde cria animais e promove rodas de samba com amigos. O espaço, conhecido como “Quintal do Zeca”, já recebeu diversas personalidades, incluindo Ney Matogrosso, que esteve lá para um almoço recentemente.
No sítio, Zeca mantém uma variedade de animais, como porcos, patos, coelhos, galinhas, cachorros e mais de 40 gatos. Ele comentou em uma entrevista ao programa “É de casa”, da TV Globo, que seu neto frequentemente traz animais de rua para o local. Além disso, a propriedade abriga cavalos que participam de atividades de equoterapia, um método terapêutico que utiliza o animal para promover o bem-estar, especialmente para crianças com necessidades especiais.
A visita de Ney Matogrosso ao sítio foi marcada por um almoço entre amigos, onde a dupla aproveitou para dar uma volta no triciclo de Zeca. Esse momento descontraído foi registrado e rapidamente viralizou nas redes sociais, mostrando a amizade e a alegria compartilhada entre os artistas. Outros convidados ilustres, como a apresentadora Maria Beltrão e os carnavalescos Gabriel Haddad e Leonardo Bora, também já desfrutaram de momentos semelhantes no local.
Zeca Pagodinho, que cresceu em uma família humilde na zona norte do Rio, escolheu o sítio em Xerém em mil novecentos e noventa e um para viver com mais tranquilidade ao lado da esposa, Mônica Piquet. No sítio, ele criou dois dos quatro filhos do casal e fundou uma escola de música para crianças da região, que é o Instituto Zeca Pagodinho.
O cantor destaca a importância do espaço não apenas para sua vida pessoal, mas também para a comunidade. O Instituto Zeca Pagodinho oferece oportunidades para crianças, promovendo a música como uma forma de inclusão e desenvolvimento. Essa iniciativa demonstra como a arte pode transformar vidas e criar um ambiente de apoio e aprendizado.
Momentos como o almoço de Ney Matogrosso no sítio de Zeca são exemplos de como a união e a amizade podem gerar impactos positivos. A sociedade civil pode se mobilizar para apoiar projetos que promovem a inclusão e o bem-estar, ajudando a fortalecer iniciativas que fazem a diferença na vida de muitos. Juntos, podemos contribuir para um futuro melhor e mais solidário.

A Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal instalará um abrigo provisório a partir de quinta-feira (22/5) para acolher pessoas em situação de rua, oferecendo refeições e atendimento. O abrigo funcionará diariamente, com capacidade para 110 pessoas, garantindo segurança e dignidade em meio ao frio intenso.

A Estação Cidadania, criada durante a pandemia, ainda opera na Sé com serviços reduzidos. A nova unidade na Santa Cecília, com equipe contratada, enfrenta atrasos e falta de atendimento. A Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania e a organização Ação Retorno confirmam que a nova unidade deve iniciar atividades no segundo semestre de 2025, após mudanças de local e adaptações necessárias.

O projeto Salva Latas, fundado em 2019, atua no resgate de animais abandonados e no apoio a protetoras independentes, promovendo a conscientização sobre a posse responsável. Com milhões de animais em situação de vulnerabilidade no Brasil, sua missão é crucial para garantir um futuro digno a esses seres. Sua contribuição pode transformar vidas e ajudar a combater o abandono.

Novas iniciativas de produtos sociais, como castanhas e bolsas da ONG Amigos do Bem, estão transformando compras em doações, gerando impacto positivo em diversas causas sociais. Consumidores podem contribuir sem custo adicional.

A ONG Mercy Corps lançou a ferramenta Methods Matcher, que utiliza inteligência artificial para otimizar decisões em crises, melhorando a eficácia das operações humanitárias. A inovação promete agilidade e autonomia aos profissionais em campo.

O Inteli, fundado em 2019, busca se tornar uma referência em educação tecnológica no Brasil, com 620 alunos e apoio de doadores como Gerdau e Fundação Behring. A meta é alcançar equilíbrio financeiro em 2024.