O filme "A Melhor Mãe do Mundo", de Anna Muylaert, estreia em 7 de setembro, com Shirley Cruz como protagonista e Seu Jorge como agressor, abordando a violência doméstica e a maternidade. A obra, inspirada na experiência da diretora, destaca a urgência de ação contra a violência, refletindo sobre a vulnerabilidade das mulheres no Brasil. Shirley Cruz enfatiza o papel transformador do audiovisual e a necessidade de engajamento social, enquanto Seu Jorge enfrenta o desafio de interpretar um personagem violento, questionando estereótipos.

O filme A Melhor Mãe do Mundo, dirigido por Anna Muylaert, estreia nos cinemas no dia 7 de setembro. A trama gira em torno de Gal, uma catadora de materiais recicláveis interpretada por Shirley Cruz, que enfrenta a violência doméstica enquanto cuida de seus filhos. A narrativa é inspirada na experiência pessoal da diretora, que viveu um relacionamento abusivo e se propôs a retratar a realidade de mulheres em situação de vulnerabilidade.
A história se desenrola pelas ruas de São Paulo, onde Gal utiliza uma carroça para transportar seus pertences e as crianças. A conexão entre a vida da diretora e a realidade das carroceiras da cidade gerou um filme que combina drama social e sensibilidade cinematográfica. Seu Jorge interpreta Leandro, o agressor de Gal, e destaca que o filme provoca reflexões sobre maternidade e a urgência de ações contra a violência.
Shirley Cruz, em seu primeiro grande papel no cinema, acredita que o filme vai além do entretenimento, assumindo uma missão social. Ela critica a reflexão teórica excessiva sobre a violência doméstica, enfatizando a necessidade de ação prática. Segundo a atriz, três em cada dez mulheres no Brasil relataram ter enfrentado violência no último ano, o que torna a questão coletiva e urgente.
A atriz ressalta que a violência doméstica não é um problema individual, mas uma questão que requer o engajamento de todos. Ela afirma que, enquanto se discute o tema, muitas mulheres continuam sendo agredidas e mortas diariamente. Cruz propõe que todos podem contribuir, seja ouvindo e acolhendo as vítimas em seu círculo social.
O papel de Seu Jorge como o agressor foi um desafio significativo, exigindo uma preparação psicológica intensa. Ele buscou entender a complexidade do personagem, que contrasta com sua imagem pública. A diretora, Anna Muylaert, também utiliza o filme para questionar a romantização da maternidade, defendendo que as mães devem ser vistas como figuras políticas que precisam de apoio e respeito.
A obra, apesar de abordar temas pesados, é essencialmente uma história sobre amor e afeto. Shirley Cruz destaca que o filme é poético e não romantiza as dificuldades enfrentadas. Em um contexto onde a violência contra a mulher é alarmante, é fundamental que a sociedade se una para apoiar iniciativas que promovam a mudança e ajudem as vítimas a encontrar segurança e dignidade.

O Festival Psica, em Belém (PA), se destacou em 2024 ao distribuir 1.078 ingressos gratuitos para pessoas trans e não binárias, superando outros festivais como Afropunk e Mamba Negra. Essa iniciativa reforça a inclusão cultural.

Em 2025, o Bolsa Família passou por reformas significativas, aumentando o teto de renda para R$ 300 e digitalizando o Cadastro Único, com o objetivo de retirar até 3 milhões da extrema pobreza.

A Hispasat, sob a liderança do ex-astronauta Pedro Duque, planeja investir até 400 milhões de euros no Brasil para expandir a conectividade e reduzir a brecha digital. O projeto visa transformar a internet em um direito básico, especialmente em áreas remotas.

A senadora Mara Gabrilli criticou o veto do presidente Lula à pensão vitalícia para crianças com Síndrome Congênita do Zika, destacando a necessidade urgente de apoio às famílias. A pressão por mudanças continua.

CBF retira apoio à Taça dos Povos Indígenas, ameaçando evento programado para março. Organizador e ministra dos Povos Indígenas buscam explicações e mobilizam apoio.

A Travessia dos 7 Cumes, uma nova experiência de trekking, será lançada em outubro no Parque Nacional do Caparaó, unindo Espírito Santo e Minas Gerais para atrair turistas internacionais e impulsionar a economia local. O percurso de 60 km, com altitudes de até 2.891 metros, promete movimentar o turismo e gerar oportunidades de negócios na região, destacando a importância do ecoturismo e da sustentabilidade.