Abigail Disney, neta do fundador da Disney, foi presa em protesto contra jatos particulares e criticou a desigualdade salarial nos parques da empresa, defendendo uma reforma tributária justa.

Abigail Disney, neta de Roy O. Disney, cofundador da The Walt Disney Company, tem se destacado como uma voz crítica em relação à desigualdade social e à concentração de riqueza. Recentemente, ela foi presa durante um protesto contra o uso de jatos particulares e criticou as condições de trabalho nos parques da Disney. Abigail defende a taxação dos super-ricos e uma reforma tributária mais justa, afirmando que a filantropia sozinha não resolve os problemas sociais profundos.
Com uma fortuna estimada em US$ 500 milhões, Abigail já doou cerca de US$ 70 milhões para causas sociais, especialmente voltadas para os direitos das mulheres e o combate à pobreza. Ela é membro do movimento Patriotic Millionaires, que defende uma reforma tributária mais rigorosa para os ultrarricos. Em entrevista ao jornal britânico The Guardian, ela declarou que "todo bilionário que não consegue viver com US$ 999 milhões é uma espécie de sociopata".
Abigail expressa sua preocupação com a desigualdade crescente nos Estados Unidos, que agora se assemelha à realidade brasileira. Ela critica a idolatria em torno dos ricos e a crença de que eles têm soluções para os problemas sociais. Em sua visão, é necessário repensar a participação dos ricos na sociedade e parar de aceitar a desigualdade como normal.
Durante sua visita ao Brasil para o congresso do Gife (Grupo de Institutos, Fundações e Empresas), Abigail enfatizou que a elite econômica deve compartilhar suas riquezas. Ela argumenta que a filantropia não deve ser uma escolha, mas uma responsabilidade. "Precisamos parar de idolatrar os ricos e acreditar que eles sabem mais", disse Abigail, ressaltando a necessidade de uma mudança estrutural na forma como os ricos interagem com a sociedade.
Abigail também abordou a crise climática, afirmando que o uso excessivo de jatos particulares contribui para o problema. Ela compartilhou sua experiência pessoal, revelando que, após refletir sobre suas ações, decidiu não mais viajar em jatos particulares. Para ela, é hora de os ricos ocuparem menos espaço e compartilharem os recursos disponíveis.
Com seu ativismo, Abigail Disney busca inspirar mudanças significativas. Sua luta por melhores condições de trabalho para os funcionários da Disney já trouxe resultados, como a negociação de um contrato mais favorável para os trabalhadores. Projetos que promovem justiça social e igualdade merecem apoio e podem ser impulsionados pela união da sociedade civil, contribuindo para um futuro mais justo e igualitário.

A Ade Sampa oferece 900 vagas para o curso gratuito Fábrica de Negócios, com inscrições abertas de 22 de abril a 18 de maio, visando capacitar empreendedores em São Paulo. O curso inclui aulas práticas e uma masterclass para mulheres, promovendo o empreendedorismo feminino.

O segundo episódio do podcast "Dois Mundos" revela os desafios enfrentados por Tadeo e Ccorima Kulina em um hospital no médio rio Juruá, destacando preconceitos e falhas na investigação da morte de Tadeo.

Nei Lopes, aos 83 anos, lançou o "Dicionário de direitos humanos e afins" na Flip 2025, criticando a atual lógica do carnaval e destacando a importância da convivência comunitária. Ele também trabalha em uma autobiografia e uma obra sobre religiões afro-americanas.

As águas do Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF) já chegaram ao norte da Paraíba, com medições no Rio Piranhas e abastecimento programado para o Rio Grande do Norte em agosto. O ministro Waldez Góes destaca a importância da obra para a segurança hídrica da região.

O Flamengo foi condenado a indenizar Benedito Ferreira, ex-vigia do Ninho do Urubu, em R$ 600 mil e pensão vitalícia por traumas psicológicos após o incêndio que matou dez jovens em 2019. A decisão judicial destaca a falta de segurança e treinamento no clube, que pode recorrer da sentença.

Ana Luzia Frazão Alhadeff, empreendedora maranhense, fundou a Doce Pedaço Biscoitos Finos após o nascimento da filha com paralisia cerebral. A marca já exporta para o México e projeta faturar R$ 220 mil em 2025.