O vídeo "Adultização", de Felca, gerou um grande debate sobre a exploração de jovens nas redes sociais, resultando na prisão de Hytalo Santos e mudanças nas políticas de plataformas digitais. A repercussão do vídeo, com milhões de menções e visualizações, levou a ações institucionais e judiciais, destacando a urgência de proteção infantil na internet.

O vídeo "Adultização", produzido pelo influenciador Felca, trouxe à tona a discussão sobre a exploração de crianças e adolescentes nas redes sociais, gerando um grande impacto nas plataformas digitais. Nas primeiras 24 horas após a publicação, foram registradas aproximadamente 797 mil menções, totalizando mais de 5 milhões até o momento. O vídeo alcançou cerca de 41 milhões de visualizações no YouTube, atingindo um público de aproximadamente 86 milhões de usuários únicos.
O debate resultou em ações concretas, como a prisão do influenciador Hytalo Santos em São Paulo, em uma operação do Ministério Público da Paraíba. Além disso, 233 perfis na plataforma X foram processados por calúnia e difamação, levando a decisões que exigem identificação, retratações e doações de R$ 250. A repercussão do vídeo de Felca foi majoritariamente positiva, com 88% dos comentários apoiando a denúncia.
Estudos indicam que a adultização não é um fenômeno recente, mas sim um problema que se manifesta em diversos contextos sociais. A pesquisa da Timelens, em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, revela que 83% das crianças e adolescentes no Brasil possuem perfis em redes sociais, sendo que entre os jovens de 15 a 17 anos, esse número chega a 99%. A maioria acessa essas plataformas por meio de celulares, frequentemente em ambientes privados.
O relatório também destaca que muitos jovens compartilham dicas para contornar a moderação dos pais e que a linguagem audiovisual predomina entre eles. Plataformas como YouTube, Kwai e TikTok são as mais populares, enquanto conteúdos que provocam reações tendem a ser priorizados pelos algoritmos, aumentando a exposição a temas potencialmente nocivos.
Além da sexualização, a pesquisa aponta que 32% dos jovens de 8 a 17 anos relataram ter visto conteúdos preocupantes ou agressivos no último ano. A situação é alarmante, pois muitos jovens estão expostos a convites para conteúdos íntimos, especialmente entre meninas de 16 a 18 anos. O fenômeno do grooming (manipulação para exploração) e a criação de contas paralelas são preocupações crescentes, uma vez que muitos jovens produzem conteúdo sob pressão de pares ou aliciadores.
Diante desse cenário, é essencial que os adultos reflitam sobre o que as crianças consomem e produzem online. A conscientização sobre os riscos e a promoção de um ambiente seguro são fundamentais. A união da sociedade civil pode ser um passo importante para apoiar iniciativas que visem proteger os jovens e promover um uso mais saudável das redes sociais.

A juíza Vanessa Cavalieri defende a aprovação do projeto de lei sobre adultização, que visa proteger crianças e adolescentes no ambiente digital. O presidente da Câmara, Hugo Motta, prometeu acelerar a votação.

A Invest Tech e o The Collab firmaram uma parceria para captar até R$ 150 milhões, visando impulsionar empresas de saúde por meio do Health Transformation Program, que oferece suporte financeiro e estratégico.

A UBS 11 em Ceilândia agora conta com um horto agroflorestal medicinal biodinâmico, promovendo saúde física e mental através do cultivo de plantas medicinais e atividades comunitárias. A iniciativa, fruto da parceria entre a Secretaria de Saúde do Distrito Federal e a Fiocruz, visa resgatar saberes tradicionais e fortalecer laços sociais, especialmente entre idosos em situação de vulnerabilidade.

Neste fim de semana, a Praia de Copacabana sediará a 7ª etapa do Circuito Fairmont de Beach Tennis e a 2ª Copa Rio de Futebol de Praia, reunindo 794 atletas e promovendo inclusão social. O evento de beach tennis contará com 374 competidores, incluindo duplas de destaque, e introduzirá a categoria E para iniciantes. Já a Copa Rio, com 420 participantes, visa transformar vidas através do esporte, especialmente para jovens de comunidades carentes.

Leandra Leal, atriz carioca, fará sua estreia no streaming com uma participação na minissérie "Emergência radioativa" da Netflix e se tornará sócia da escola antirracista Maria Felipa. Ela também repetirá a parceria com Fernando Coimbra no filme "Os enforcados", previsto para estrear em 21 de agosto. Leal destaca a importância da educação na transformação social e a relevância de narrativas brasileiras.

Mulheres no Brasil doam mais roupas e calçados para vítimas de tragédias, com 34% contribuindo sempre, em comparação a 24% dos homens, segundo pesquisa da ONG Movimento União BR e da empresa Nexus. A confiança em instituições religiosas também é maior entre as mulheres, refletindo um engajamento significativo nas doações.