A campanha Agosto Lilás, liderada pela secretária da mulher, Giselle Ferreira, implementará 100 ações no DF para combater a violência contra as mulheres, incluindo melhorias no aplicativo Viva Flor e a criação de um Centro de Referência.

A campanha Agosto Lilás, que visa conscientizar e combater a violência contra as mulheres, ganhou destaque em uma entrevista da secretária da Mulher, Giselle Ferreira, durante o programa CB Poder, realizado em 12 de agosto. A secretária anunciou a realização de cem ações em todo o Distrito Federal ao longo do mês, enfatizando a importância das medidas protetivas para a proteção das mulheres em situação de violência doméstica.
Giselle Ferreira ressaltou que “setenta por cento das mulheres que foram vítimas de feminicídio não tinham procurado ajuda”. Ela destacou que, no Distrito Federal, a resposta do estado é rápida quando há descumprimento das medidas protetivas, afirmando que “quando a pessoa está sob o olhar do estado, as medidas funcionam”. Essa abordagem é crucial para garantir a segurança das mulheres em risco.
Outra inovação mencionada foi a atualização do aplicativo Viva Flor, que oferece segurança a mulheres vítimas de violência. Agora, mulheres que ainda não solicitaram medidas protetivas podem acessar o aplicativo assim que o risco for confirmado por um delegado nas delegacias especializadas. Essa mudança visa facilitar o acesso à proteção e aumentar a eficácia das medidas de segurança.
A secretária também fez um apelo à sociedade, enfatizando que a denúncia pode ser feita de forma anônima pelo canal 197 da Polícia Civil. Ela destacou que cerca de sessenta e três por cento dos casos de violência doméstica são conhecidos pela família, e que a responsabilidade não deve recair sobre a mulher que não busca ajuda, mas sim sobre o agressor.
Além das ações de conscientização, houve mudanças nas políticas públicas, como a criação do Centro de Referência à Mulher. Este espaço oferece acolhimento, capacitação para o mercado de trabalho e atendimento psicossocial, atendendo a diversas necessidades das mulheres que enfrentam situações de violência.
Iniciativas como essas são fundamentais para o fortalecimento da rede de apoio às mulheres. A união da sociedade civil pode ser um grande impulso para projetos que visem ajudar as vítimas de violência e promover a conscientização sobre a importância de medidas protetivas. O apoio a essas causas pode transformar vidas e criar um ambiente mais seguro para todas as mulheres.

Cidadãos fluminenses agora podem usar vestimentas religiosas em documentos oficiais, conforme a Lei 10.748/25, sancionada pelo Governo do Estado. A medida, proposta pelo deputado Bruno Boaretto, garante a liberdade de expressão religiosa, desde que a identificação não seja comprometida.

A Flipei 2025, Festa Literária Pirata das Editoras Independentes, será gratuita e se expandirá para cinco dias, com mais de 200 editoras e 28 debates programados. O evento contará com apoio do ProAC e Lei Rouanet.

O projeto Ciência na Estrada, em Sobradinho II, oferece programação gratuita com oficinas, palestras e uma nave futurista interativa, atraindo jovens e promovendo o interesse pela ciência. A iniciativa visa inspirar futuros talentos em tecnologia e ciência.

A empresa X lançou uma linha de produtos sustentáveis e anunciou um novo item inovador, que será mais eficiente e acessível, além de firmar parceria com ONGs para educação ambiental.

Custo da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) no Brasil varia de R$ 1.950,40 a R$ 4.951,35, com 32% da população sem habilitação devido ao preço elevado, impactando a inclusão social e segurança viária.

Foi inaugurado o Centro de Documentação de Línguas e Culturas Indígenas do Brasil, com investimento de R$ 14,5 milhões, promovendo a pesquisa e valorização das culturas indígenas. A iniciativa, apoiada pela FAPESP e instituições acadêmicas, visa preservar e difundir a diversidade linguística e cultural dos povos originários, com protagonismo das comunidades.