Agricultores familiares da Rota da Fruticultura participam da Agro Centro-Oeste Familiar, promovendo avanços na produção de frutas e derivados, com expectativa de atrair 15 mil visitantes. O evento, que ocorre na Universidade Federal de Goiás, destaca a importância do cooperativismo e os resultados da Rota da Fruticultura, que já recebeu mais de R$ 20 milhões em investimentos desde 2021.

Brasília (DF) - Agricultores familiares dos polos da Rota da Fruticultura em Goiás estão participando da 22ª edição da Agro Centro-Oeste Familiar, uma das principais feiras de agricultura familiar do Centro-Oeste. O evento, que ocorre na Universidade Federal de Goiás (UFG), vai até sábado (7) e deve receber cerca de 15 mil visitantes durante seus quatro dias. Com o tema “Agricultura familiar forte é cooperativismo forte”, a feira se alinha à agenda da Organização das Nações Unidas (ONU), que declarou 2025 como o Ano Internacional das Cooperativas.
A participação dos produtores da Rota da Fruticultura demonstra os resultados da Estratégia Rotas de Integração Nacional, uma política pública do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR). Desde sua implantação em 2021, a Rota da Fruticultura em Goiás conta com dois polos ativos, onde os agricultores têm acesso a capacitações e infraestrutura, além de ações que valorizam a produção local.
As frutas mais cultivadas na região incluem jabuticaba, abacaxi, manga, goiaba e melancia. A consultora do MIDR, Viviane Ribeiro, destacou a importância da Estratégia Rotas para o desenvolvimento da fruticultura em Goiás, ressaltando o crescente alinhamento entre produtores, instituições de apoio e gestores públicos. Os agricultores reconhecem os avanços desde a criação dos polos, especialmente na valorização de produtos derivados das frutas regionais.
Waldemiro Alcântara da Silva Neto, coordenador do comitê gestor dos polos, afirmou que houve um grande engajamento dos agricultores desde 2021. Ele explicou que frutas que antes eram descartadas agora geram renda adicional por meio da produção de geleias, doces e licores, resultado das oficinas de processamento promovidas com o apoio do MIDR.
A Agro Centro-Oeste Familiar é organizada por uma rede de instituições parceiras, focando na promoção da agricultura familiar sustentável. O evento inclui debates, exposições, rodadas de negócios, apresentações culturais e capacitações, servindo como uma vitrine das ações desenvolvidas no campo e enfatizando a diversidade produtiva e o fortalecimento das cadeias locais.
A Rota da Fruticultura, criada em 2021, já recebeu mais de R$ 20 milhões em investimentos do MIDR, beneficiando mais de três mil produtores em cinco estados. A rota promove o fortalecimento da agricultura familiar, focando na agregação de valor e geração de renda. Projetos como esse merecem o apoio da sociedade civil para continuar transformando a vocação produtiva local em oportunidades reais para os pequenos agricultores.

A Dengo, sob a liderança de Ana Clara Silva Pinto, transforma o conceito de talento no varejo, priorizando experiências e diversidade, com 57% de mulheres e 51% de pessoas negras na equipe. A empresa busca habilidades práticas e vivências, desafiando critérios tradicionais de seleção e promovendo um ambiente inclusivo.

A 32ª edição do Prêmio BTG da Música Brasileira homenageou Chitãozinho & Xororó e revelou que 84% dos artistas enfrentam dificuldades financeiras. O projeto Música é Negócio oferecerá cursos online gratuitos para impulsionar carreiras.

O PSOL e o coletivo Minha Sampa lançam a campanha "Feminicida Não é Herói" para barrar homenagens a assassinos de mulheres em São Paulo, apoiando um projeto de lei para reverter homenagens existentes. A cidade registrou 48 feminicídios em 2024, um aumento de 41% em relação ao ano anterior.

Governo atualiza lista de empregadores que exploram trabalho análogo à escravidão, com 155 novos registros, totalizando 727. Entre os acusados, um desembargador de Santa Catarina.

Mutirão no Hospital Universitário da Universidade Federal da Grande Dourados atendeu 116 indígenas, realizando 35 cirurgias, 42 consultas e 81 exames, com foco na saúde indígena e assistência especializada. A ação, parte da iniciativa Ebserh em Ação, visa reduzir filas no SUS e garantir atendimento adequado a populações vulneráveis.

Maio Roxo é o mês de conscientização sobre doenças inflamatórias intestinais (DII) e autoimunes, como Doença de Crohn e Retocolite Ulcerativa, que afetam milhões. A campanha, apoiada por entidades de saúde, visa aumentar a visibilidade e promover o diagnóstico precoce.