A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) lançou um cartão de crise para pacientes dos Centros de Atenção Psicossocial (Caps), visando um atendimento mais rápido e seguro em crises psíquicas. A iniciativa, que é voluntária, permite que os pacientes compartilhem informações essenciais com familiares e profissionais de saúde, promovendo autonomia e cuidado personalizado. O cartão será gerado de forma padronizada, garantindo eficiência e uniformidade em todos os Caps.

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) anunciou a criação de um cartão de crise destinado a pacientes dos Centros de Atenção Psicossocial (Caps). Essa iniciativa visa proporcionar um atendimento mais ágil, seguro e eficaz em momentos de crise psíquica. O cartão reunirá informações essenciais, como nome, contatos e medicamentos, facilitando o manejo da situação por profissionais de saúde.
O cartão será gerado por meio de uma ferramenta online, garantindo que os dados sejam impressos de forma padronizada. Isso assegura praticidade e uniformidade no uso em todos os Caps. A adesão ao cartão é voluntária, permitindo que os pacientes decidam se desejam utilizá-lo.
A subsecretária de Saúde Mental da SES-DF, Fernanda Falcomer, destacou que o cartão permitirá que os pacientes comuniquem suas necessidades e preferências durante crises. Essa estratégia de cuidado busca ampliar a autonomia dos indivíduos, proporcionando um suporte mais personalizado e eficaz.
O cartão pode ser apresentado a amigos, familiares ou profissionais de saúde que estejam prestando assistência ao paciente em crise. A assistente social da Gerência de Normalização e Apoio de Saúde Mental, Jamila Zgiet, enfatizou a importância dessa ferramenta na comunicação das especificidades de cada paciente.
A iniciativa da Subsecretaria de Saúde Mental, em colaboração com a Secretaria Executiva de Tecnologia da Informação em Saúde da SES-DF, coincide com o Mês da Luta Antimanicomial, celebrado em maio. Essa data é um momento importante para refletir sobre os direitos e cuidados em saúde mental.
Projetos como o cartão de crise são fundamentais para melhorar o atendimento em saúde mental. A sociedade civil pode se mobilizar para apoiar iniciativas que promovam a saúde e o bem-estar, contribuindo para a construção de um sistema de saúde mais inclusivo e eficaz.

A Fundação Iochpe lançou o Programa Formare, que já qualificou 27 mil jovens em vulnerabilidade social, promovendo formação prática e teórica dentro de empresas. Essa iniciativa visa romper o ciclo de pobreza e aumentar a mobilidade social.

A Ilha do Combu, em Belém, agora conta com uma nova agência do Sebrae, que visa impulsionar a bioeconomia local e preparar a comunidade para a COP30, com expectativa de atrair até 70 mil visitantes.

Quatro novas escolas estaduais serão construídas em Armação dos Búzios, Cabo Frio e Rio das Ostras até 2026, homenageando Pelé, Ziraldo, Gloria Maria e Susana Naspolini. As vagas atenderão o Ensino Médio Regular e a Educação de Jovens e Adultos, com obras a cargo da Empresa de Obras Públicas do Estado do Rio de Janeiro (Emop).

A pesquisadora Sofia Mota Nunes, de Imperatriz (MA), conquistou o Prêmio Mary Kay Inc. na Regeneron International Science and Engineering Fair com seu projeto de pele artificial para tratamento de queimaduras, recebendo R$ 4,2 mil.

O governo municipal lançou um plano de revitalização urbana para enfrentar os desafios de infraestrutura e crescimento populacional, prevendo parques, transporte público melhorado e habitação acessível.

Durante o Agosto Lilás, a cidade intensifica ações contra a violência de gênero com a reabertura do Ceam Neuza Santos e a inauguração do Nuam, promovendo apoio e conscientização social. A programação inclui rodas de conversa, distribuição de itens de higiene e suporte a mulheres em situação de vulnerabilidade.