A alimentação e a hidratação adequadas são essenciais para a saúde dos rins, prevenindo doenças como cálculos renais e doença renal crônica. Frutas cítricas, laticínios e chá de quebra-pedra são recomendados, enquanto o excesso de sódio e potássio deve ser evitado.

Cuidar da saúde renal é essencial para o bom funcionamento do organismo. Os rins filtram o sangue, eliminando substâncias nocivas como amônia, ureia e ácido úrico. A hidratação adequada é fundamental, com recomendações de ingestão entre dois e três litros de líquidos por dia, o que corresponde a cerca de trinta mililitros por quilo do peso corporal. A água é a melhor opção, mas a alimentação também desempenha um papel crucial na prevenção de doenças renais.
Entre os alimentos benéficos para a saúde dos rins, destacam-se as frutas cítricas, como laranja e limão, que são ricas em ácido cítrico e ajudam a prevenir a formação de cristais. Para aqueles com histórico familiar de pedras nos rins, o consumo de duas fatias de melão por dia pode ser uma boa medida preventiva. Além disso, laticínios, como leite e iogurte, são importantes, pois o cálcio presente ajuda a evitar a formação de pedras.
Folhas verde-escuras, como espinafre e couve, também são recomendadas, mas é essencial que quem já teve problemas renais consulte um médico para orientações específicas. O chá de quebra-pedra é outra opção que pode ajudar a prevenir novos cálculos, embora não seja indicado para o tratamento de pedras já existentes. A escolha dos alimentos certos pode fazer a diferença na saúde renal.
Por outro lado, é importante evitar o consumo excessivo de sódio, que pode favorecer a formação de pedras e prejudicar a pressão arterial. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda um limite de cinco gramas de sal por dia. Alimentos industrializados e fast food são ricos em sódio e devem ser consumidos com moderação.
Para pessoas com doença renal crônica, o controle do consumo de proteínas é vital, pois o excesso pode sobrecarregar os rins. A quantidade recomendada varia entre zero vírgula seis e zero vírgula oito gramas por quilo de peso, conforme orientação médica. O potássio também deve ser monitorado, pois o excesso pode causar problemas cardíacos, especialmente em casos de função renal comprometida.
Pequenas mudanças nos hábitos alimentares e de hidratação podem impactar significativamente a saúde renal. A conscientização sobre a importância de uma alimentação equilibrada e a hidratação adequada é fundamental. Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos, promovendo iniciativas que incentivem hábitos saudáveis e o cuidado com a saúde renal.

A partir de 19 de março, a vacinação contra a gripe em São Paulo será ampliada para toda a população a partir de seis meses, visando prevenir doenças respiratórias. A medida, anunciada pelo secretário municipal da Saúde, Luiz Carlos Zamarco, busca aumentar a cobertura vacinal, que atualmente é de 61,11% entre grupos prioritários. A vacinação ocorrerá nas Unidades Básicas de Saúde e Assistências Médicas Ambulatoriais, de segunda a sábado.

O Ministério da Saúde declarou a doença falciforme como enfermidade de notificação compulsória, visando melhorar o monitoramento e as políticas públicas. A medida, que inclui a notificação em até sete dias, impacta principalmente a população preta e parda, com estimativa de até 100 mil casos no Brasil.

Medicamentos comuns podem aumentar a sensibilidade da pele ao sol, elevando o risco de reações adversas e câncer de pele. É crucial que os usuários desses fármacos adotem precauções rigorosas.

Ataques de abelhas africanizadas aumentaram 83% no Brasil entre 2021 e 2024, resultando em 125 mortes em 2023 e 2024. Pesquisadores da Unesp alertam para a falta de tratamento específico e registraram patente de soro antiapílico.

A hidroxiureia (HU) é o único tratamento aprovado no Brasil para a doença falciforme, com novas formulações que melhoram a adesão, especialmente em crianças. O uso da HU ainda é baixo, apesar de sua eficácia comprovada.

Pesquisadores da USP revelam que a estimulação cerebral pode reverter falhas respiratórias em camundongos com Parkinson. O estudo, publicado na revista iScience, destaca a relação entre problemas respiratórios e a qualidade de vida dos pacientes. A pesquisa, liderada pela professora Ana Carolina Takakura, identificou que as complicações respiratórias ocorrem principalmente durante o sono, afetando cerca de setenta por cento dos pacientes. A estimulação do núcleo tegmental látero-dorsal demonstrou potencial terapêutico, abrindo novas perspectivas para tratamentos futuros.