Pesquisa da Universidade de Aston revela que o consumo de frutas frescas reduz sintomas depressivos, enquanto alimentos ultraprocessados aumentam ansiedade e estresse. A alimentação impacta diretamente a saúde mental.

Uma pesquisa recente da Universidade de Aston, no Reino Unido, destaca a conexão entre alimentação e saúde mental. O estudo, publicado na revista British Journal of Nutrition, envolveu mais de 400 participantes e analisou como os hábitos alimentares influenciam sintomas de ansiedade, estresse e depressão. Os resultados sugerem que uma dieta rica em frutas frescas pode ser um fator protetor contra transtornos emocionais.
Os dados revelam que consumir ao menos duas porções de frutas frescas diariamente está associado à redução dos sintomas depressivos. Aqueles que mantêm esse hábito relataram um aumento no bem-estar emocional e maior estabilidade ao longo do tempo. As frutas são ricas em antioxidantes, fibras e micronutrientes, essenciais para o funcionamento saudável do cérebro.
Além das frutas, o estudo também analisou o impacto dos vegetais na saúde mental. Embora sejam importantes para uma dieta equilibrada, os efeitos dos vegetais sobre a saúde emocional foram considerados menos significativos em comparação com as frutas. Mesmo assim, recomenda-se o consumo de pelo menos cinco porções de vegetais por dia para garantir benefícios gerais.
Por outro lado, a pesquisa alertou sobre os riscos de uma alimentação baseada em lanches salgados e alimentos ultraprocessados. Esses itens estão associados ao aumento da ansiedade, estresse e episódios de humor deprimido. Além disso, dietas pobres em nutrientes foram ligadas a lapsos de memória e distrações, comprometendo a qualidade de vida dos indivíduos.
Os pesquisadores enfatizam que, embora a alimentação desempenhe um papel crucial na saúde mental, cuidar do bem-estar emocional requer uma abordagem holística. Práticas como atividade física regular, momentos de lazer e fortalecimento de vínculos sociais são igualmente importantes para manter o equilíbrio emocional.
Em um contexto onde transtornos como a depressão podem afetar qualquer pessoa, é fundamental estar atento a mudanças persistentes no comportamento e buscar apoio profissional quando necessário. Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos, promovendo iniciativas que incentivem hábitos alimentares saudáveis e o bem-estar emocional.

Pesquisadores da Weill Cornell Medicine descobriram uma combinação de medicamentos que inibe o crescimento de células cancerígenas no câncer de ovário, mostrando-se promissora em testes pré-clínicos. Essa nova abordagem pode oferecer uma alternativa mais eficaz aos tratamentos convencionais, especialmente para casos recorrentes ou resistentes à quimioterapia.

Estudo da Universidade do Arizona revela aumento da cardiomiopatia de takotsubo, com mortalidade de 11,2% em homens e 5,5% em mulheres, destacando a necessidade de maior conscientização e tratamento eficaz.

Ataques de abelhas africanizadas aumentaram 83% entre 2021 e 2024 no Brasil, resultando em 125 mortes. Pesquisadores da Unesp alertam para a falta de tratamento específico para envenenamentos.

Cresce o número de casos de puberdade precoce, associada à obesidade e estresse, com impactos físicos e emocionais significativos. Especialistas alertam para a necessidade de investigação e tratamento adequado.

A Prefeitura de São Paulo ampliou a rede de saúde com 34 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), que têm 74% de aprovação da população, refletindo a eficácia do Sistema Único de Saúde (SUS) na cidade.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o uso do lenacapavir, um medicamento injetável com eficácia de 100% na prevenção do HIV, aplicado semestralmente. O acesso no Brasil ainda está em planejamento.