A Ambev alcançou em 2024 o menor consumo médio de água em sua história no Brasil, reduzindo mais de 50% em 15 anos, e lançou o programa 100+Labs para apoiar startups com soluções socioambientais.

A crise climática já impacta nosso cotidiano, evidenciada pelo desequilíbrio das estações e pela frequência crescente de eventos climáticos extremos. O Global Risks Report 2025, do Fórum Econômico Mundial, destaca que quatro dos cinco principais riscos da próxima década estão relacionados ao meio ambiente, reforçando a necessidade de integrar a sustentabilidade nas decisões estratégicas. Nesse cenário, o setor privado deve não apenas se posicionar, mas implementar soluções concretas para mitigar os impactos ambientais.
A Ambev, por exemplo, tem incorporado a sustentabilidade em sua estratégia há 25 anos. A empresa desenvolveu um modelo de gestão integrada, com uma estrutura dedicada e investimentos em tecnologias que tornam suas operações mais eficientes. Esse compromisso se reflete em toda a cadeia produtiva, desde a origem dos ingredientes até o reaproveitamento das embalagens, orientando decisões estratégicas e operacionais.
Com base em avaliações internas e na escuta ativa da sociedade, a Ambev definiu ambições públicas em temas prioritários, como ação climática e gestão da água. A empresa monitora a eficiência hídrica e energética em tempo real, impulsionando projetos que conectam sustentabilidade e inovação. Como resultado, em 2024, a Ambev alcançou o menor consumo médio de água de sua história no Brasil, com uma redução de mais de cinquenta por cento em relação aos últimos quinze anos.
Um aspecto importante da cultura da Ambev é a convicção de que o crescimento deve ser coletivo. A empresa investe em iniciativas que ampliam o impacto positivo e incentivam outras empresas a avançarem na mesma direção. Um exemplo disso é o programa 100+Labs, que acelera startups com soluções socioambientais, fomentando negócios inovadores e escalando ideias que contribuem para a sustentabilidade.
As mudanças climáticas são uma realidade, e o futuro dos negócios e do planeta será moldado pelas decisões tomadas agora. A iniciativa privada possui a responsabilidade e a oportunidade de impulsionar essa transformação por meio da inovação e da colaboração. Integrar a sustentabilidade ao modelo de negócio é essencial para garantir que o compromisso se traduza em ações concretas.
Nessa perspectiva, a união da sociedade pode ser fundamental para apoiar iniciativas que promovam a sustentabilidade e ajudem a enfrentar os desafios socioambientais. Projetos que visam a recuperação e a proteção do meio ambiente devem ser estimulados, pois cada ação conta na construção de um futuro mais sustentável.

Em 2024, o rendimento médio das famílias brasileiras alcançou um recorde, com a desigualdade social diminuindo, conforme dados do IBGE. O Índice de Gini caiu para 0,506, refletindo crescimento de 17,6% entre os mais pobres.

Influenciadores brasileiros estão diversificando suas rendas com novas iniciativas, como lojas online que vendem produtos e destinam lucros a causas sociais. A startup Elev-C oferece uma plataforma para essa transformação.

Gabriel e Vinicius Repullo compartilham sua jornada de adoção de Emylly, ressaltando os desafios e a construção de uma família amorosa, destacando a importância da aceitação e visibilidade. A história reflete o amor que transcende laços biológicos e a necessidade de apoio social para casais homoafetivos.

O Brasil enfrenta uma desigualdade na distribuição de médicos, com o Sudeste concentrando 334,1 mil profissionais, enquanto o Norte tem apenas 31,7 mil. O Ministério da Saúde planeja aumentar bolsas de residência médica para atrair médicos a áreas remotas.

No dia 4 de setembro, o Centro Cultural Oscar Niemeyer, em Goiânia, sediará o Sustainable Finance Summit 2025, reunindo especialistas para discutir a interseção entre rentabilidade e impacto socioambiental. O evento, que ocorrerá das 8h às 21h, visa acelerar a transformação das finanças sustentáveis no Brasil, promovendo parcerias e negócios inovadores. A programação inclui plenárias e mesas-redondas sobre temas como bioinsumos e crédito sustentável, com a participação de um conselho curador renomado.

Neste domingo, a Praça Saens Peña na Tijuca será transformada em um cinema a céu aberto com o Circuito Faz na Praça, promovendo cultura local com música ao vivo e o documentário "Noel Rosa – Um espírito circulante". O evento, gratuito, visa revitalizar a memória cultural do bairro, que já teve mais de 14 cinemas de rua, mas atualmente não conta com nenhuma sala em funcionamento. A iniciativa é do coletivo cultural Faz na Praça, em parceria com a Tijuca Filmes, e busca trazer diversidade de filmes e visibilidade a artistas locais.