Com a chegada de julho, a plataforma Eu Capacito disponibiliza cursos gratuitos em tecnologia, promovendo o aprimoramento profissional com conteúdos de empresas como Microsoft e IBM. A iniciativa visa capacitar usuários para a economia digital, permitindo que aprendam de qualquer lugar e sem custo.

Com a chegada de julho, muitos brasileiros já estão planejando suas férias, seja por meio de viagens ou atividades de lazer. Para aqueles que desejam aproveitar esse período para aprimorar suas habilidades, os cursos gratuitos em tecnologia são uma excelente alternativa. A plataforma Eu Capacito, uma iniciativa do Instituto Itaqui, oferece capacitações voltadas para o desenvolvimento profissional, com conteúdos de empresas renomadas como Microsoft e IBM.
Os cursos disponíveis na plataforma são acessíveis de qualquer lugar e não têm custo. Eles abrangem desde o nível básico até o avançado, permitindo que os participantes adquiram conhecimentos valiosos em tecnologia. A proposta é que, ao invés de apenas relaxar, os interessados possam usar o tempo livre para se qualificar e se preparar para o mercado de trabalho.
Entre as opções de cursos, destaca-se o curso "fluêncIA" da Microsoft, que introduz os conceitos de Inteligência Artificial em uma carga horária de uma hora e quinze minutos. Outro curso interessante é a "Introdução à análise de dados", também da Microsoft, que ensina habilidades essenciais para analistas de dados em apenas cinquenta e sete minutos, com direito a certificado ao final.
A IBM também oferece cursos relevantes, como "Introdução à nuvem", que apresenta os conceitos básicos da computação em nuvem em três horas, e "Noções básicas de Python", que ensina a popular linguagem de programação em nove horas. Além disso, o curso "Trabalhando em um mundo digital – Habilidades Profissionais" foca no desenvolvimento pessoal e profissional, abordando temas como colaboração e pensamento crítico, com duração de oito horas.
Esses cursos são uma oportunidade valiosa para quem busca se destacar no mercado de trabalho, especialmente em um cenário cada vez mais digital. O acesso a conteúdos de grandes empresas pode fazer a diferença na formação de profissionais qualificados, prontos para enfrentar os desafios da economia digital.
Nessa perspectiva, iniciativas que promovem a educação e a capacitação profissional devem ser apoiadas pela sociedade. A união em torno de projetos que visam a formação de novos talentos pode transformar a realidade de muitos, contribuindo para um futuro mais promissor e inclusivo.

Estudo revela que a maternidade reduz a participação feminina no trabalho no Brasil. A pesquisa da Fundação Getulio Vargas mostra que mães enfrentam maior informalidade e desemprego, evidenciando a urgência de políticas públicas eficazes.

As inscrições para o Fies do 2º semestre de 2025 iniciam em 14 de julho, com mais de 112 mil vagas, incluindo a nova modalidade Fies Social, que reserva 50% das vagas para alunos de baixa renda.
Programa Saúde na Escola será ampliado em 2025-2026, abrangendo 632 escolas e 365.551 alunos. A iniciativa, que envolve parcerias entre as Secretarias de Saúde e Educação do DF, foca em cinco temas prioritários, promovendo saúde e bem-estar.

A rede estadual do Rio de Janeiro perdeu 3,7 mil vagas no ensino médio em tempo integral entre 2022 e 2024, resultando em apenas 14,9% das matrículas, a menor taxa do Sudeste. Apesar de iniciativas federais, a situação é alarmante.

Cerca de 2,2 milhões de crianças estão fora da educação infantil no Brasil, com 29% das mais pobres sem acesso a creches, evidenciando a urgência de expansão desse serviço essencial. A ONG Todos pela Educação destaca que as regiões Norte e Nordeste enfrentam os piores índices, com Amapá atendendo apenas 10% das crianças. É imperativo que governantes priorizem a construção de creches para combater a desigualdade e promover o desenvolvimento infantil.

A desigualdade no acesso a creches no Brasil aumentou, com um estudo do Todos Pela Educação revelando que a diferença entre ricos e pobres subiu de 22 para 29,4 pontos percentuais de 2016 a 2024. Quase 2,3 milhões de crianças estão fora das creches, evidenciando a necessidade urgente de políticas públicas para garantir o direito à educação infantil.