Cerca de setecentos profissionais do audiovisual, incluindo cineastas renomados, assinam manifesto pedindo regulamentação do streaming no Brasil, com alíquota mínima de 12% e cota de 20% para produções nacionais.

A regulamentação das plataformas de streaming no Brasil voltou a ser tema de debate, com um manifesto assinado por setecentos profissionais do setor audiovisual, incluindo cineastas e atores renomados. O documento, intitulado "Por uma regulação do streaming à altura do Brasil", pede ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva que atue no Congresso Nacional para implementar uma alíquota mínima de doze por cento e uma cota de vinte por cento para produções nacionais nas plataformas de vídeo sob demanda (VoD).
Os signatários, entre eles Karim Aïnouz, Malu Mader e Walter Carvalho, afirmam que a regulamentação é uma medida urgente e estratégica para assegurar o futuro do audiovisual brasileiro. O manifesto destaca que o setor representa aproximadamente 0,5% do PIB e movimenta mais de R$ 25 bilhões anualmente, gerando cerca de trezentos e trinta mil empregos diretos e indiretos.
O apelo por regulamentação ocorre em um contexto de crescente preocupação com a desindustrialização do setor, conforme expressado em uma carta anterior assinada pelo cineasta Cacá Diegues. O grupo enfatiza que a regulamentação deve ser tratada com a centralidade que um verdadeiro projeto de país exige, dado o potencial do audiovisual para o desenvolvimento nacional.
Recentemente, a ministra da Cultura, Margareth Menezes, e seu secretário-executivo, Márcio Tavares, se reuniram com parlamentares para discutir projetos de lei relacionados à regulamentação do streaming. O projeto atualmente em análise na Câmara dos Deputados está sob a responsabilidade da relatora Jandira Feghalli (PCdoB).
Além disso, plataformas como Netflix e Amazon têm buscado aproximação com o governo federal, participando de negociações para apoiar projetos que incluem reformas de salas de cinema e campanhas de promoção do turismo. Essas iniciativas ocorrem em meio à discussão sobre a regulamentação, que visa taxar as plataformas e definir cotas para produções nacionais.
O manifesto conclama o Congresso Nacional a aprovar uma lei que não apenas promova a regulamentação, mas que também fortaleça o Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) e amplie a presença de produções nacionais nas plataformas. Em tempos de desafios, a união da sociedade civil pode ser fundamental para garantir que o audiovisual brasileiro continue a prosperar e a refletir a diversidade cultural do país.

A farmacêutica Renata R. M. Zuvela Pera lançou "Frontiers of Healing", que discute a acessibilidade a tratamentos médicos e propõe uma abordagem multidisciplinar para combater desigualdades no acesso a medicamentos.

O GLOBO promove o evento "Cultura em movimento" para debater os desafios do setor cultural fluminense, com a presença de gestores e foco em investimentos que impactam a economia local. A discussão abordará a diversidade cultural e os benefícios econômicos gerados, destacando que R$ 139 milhões da Lei Paulo Gustavo resultaram em R$ 852,2 milhões para o estado.

A cena da faxineira Lucimar em "Vale Tudo" gerou um aumento de 300% na busca pelo aplicativo da Defensoria Pública no Rio de Janeiro, destacando o impacto social da novela. A trama, embora com baixa audiência, promoveu discussões relevantes sobre pensão alimentícia.

A empresa X lançou uma linha de produtos sustentáveis e anunciou um novo item inovador, que será mais eficiente e acessível, além de firmar parceria com ONGs para educação ambiental.

O Hospital de Base do Distrito Federal lançou o Programa de Redução de Infecção de Sítio Cirúrgico (Prisc) para melhorar a recuperação de pacientes e reduzir complicações. A iniciativa, que será expandida para o Hospital Regional de Santa Maria, visa estabelecer um padrão de excelência em saúde.

Cerca de cem entidades e 30 personalidades da saúde apresentarão um manifesto ao Congresso, solicitando aumento das taxas do imposto seletivo sobre produtos prejudiciais à saúde. O oncologista Drauzio Varella e a chef Rita Lobo estão entre os signatários. O objetivo é reduzir o consumo de bebidas alcoólicas, açucaradas, ultraprocessados e tabaco, promovendo a saúde e aliviando o Sistema Único de Saúde (SUS). A reforma tributária, aprovada em 2023, está em fase de regulamentação, com a definição das alíquotas prevista para as próximas semanas.