Audiência pública no DF discutirá o Estatuto das Famílias Atípicas em 30 de abril. A Secretaria da Família e Juventude busca ouvir a sociedade sobre direitos e deveres dessas famílias.

As famílias atípicas, que incluem aquelas com membros com deficiência, enfrentam desafios significativos e frequentemente não têm seus direitos reconhecidos nas políticas públicas. Para abordar essa questão, a Secretaria da Família e Juventude do Distrito Federal (SEFJ-DF) realizará uma audiência pública no dia 30 de abril, às 14h, no auditório da SEFJ-DF, localizado na Quadra 04, edifício Luiz Carlos Botelho, 6° andar, Setor Comercial Sul – Asa Sul.
O objetivo da audiência é discutir o anteprojeto de lei que institui o Estatuto das Famílias Atípicas do DF, um documento que visa expressar os direitos e deveres desse grupo. A reunião é aberta a entidades representativas de pessoas com deficiência, famílias e à sociedade civil, com a intenção de coletar sugestões e contribuições que possam enriquecer a elaboração do estatuto.
Rodrigo Delmasso, gestor da SEFJ, destacou a importância de reconhecer as famílias atípicas nas políticas públicas. Ele afirmou que muitas vezes a atenção se volta apenas para a pessoa com deficiência, esquecendo-se do suporte que a família oferece, que pode ser emocional, econômico e social. Essa audiência representa um passo significativo para que essas famílias tenham seus direitos reconhecidos.
Maria Ricardina, mãe de uma criança com transtorno do espectro autista, expressou sua satisfação com a discussão sobre o tema. Ela ressaltou os desafios enfrentados pelas famílias atípicas, desde o diagnóstico até a inclusão social, e como um documento que reconhece esses desafios pode iniciar uma transformação na mentalidade da sociedade.
Durante a audiência, os participantes poderão se manifestar oralmente, desde que se inscrevam previamente pelo e-mail da secretaria ou de forma presencial. O tempo de fala será de cinco minutos por entidade, podendo ser ajustado conforme o número de inscritos. Após a audiência, o anteprojeto seguirá para análise da Casa Civil e, posteriormente, para a Câmara Legislativa do DF.
A participação da sociedade civil é fundamental para garantir que as necessidades das famílias atípicas sejam ouvidas e atendidas. Projetos que visam apoiar essas famílias devem ser estimulados, pois a união da comunidade pode fazer a diferença na busca por direitos e reconhecimento.

Ministro da Educação, Camilo Santana, critica variação nas mensalidades de medicina. Ele pede regulamentação e transparência nos custos educacionais.

A Fundação Getulio Vargas (FGV) oferece mais de 200 cursos online gratuitos em 2025, permitindo que qualquer pessoa estude no seu ritmo e receba uma declaração de conclusão. A FGV, com mais de 17 milhões de inscritos e 99% de satisfação, abrange diversas áreas do conhecimento, como Administração, Direito e Tecnologia. Para se inscrever, basta acessar o site da FGV e escolher o curso desejado, sem necessidade de processo seletivo.

Indígenas e especialistas clamam por uma educação que valorize a história e cultura originária no Brasil. Edson Kayapó e Vanda Witoto destacam a necessidade de reformar o ensino para incluir a rica diversidade cultural indígena e a história pré-colonial, evidenciando lacunas no material didático e na formação de professores. Iniciativas como bibliotecas itinerantes e conteúdos digitais buscam promover esse conhecimento, essencial para desconstruir estigmas e fortalecer identidades.

A Orquestra Filarmônica de Brasília promove o Concertos das Escolas em 11 de junho, voltado a alunos do ensino médio da rede pública, com obras do Programa de Avaliação Seriada da UnB. Sob a regência de Thiago Francis, o evento contará com solos de Calebe Alves e participações de Aida Kellen e Daniel Menezes. O concerto será realizado no Museu Nacional da República em duas sessões, às 9h30 e 14h30, com repertório que inclui obras de J.S. Bach e Georges Bizet.

Desde 2022, professores temporários superam 50% do corpo docente nas redes estaduais, impactando negativamente o desempenho dos alunos, conforme estudos do BID e do movimento Todos Pela Educação. A situação gera preocupações sobre a qualidade da educação e mobiliza ações legislativas para melhorar as condições de trabalho e a formação desses profissionais.

Instituto Atlântico oferece sete cursos gratuitos em tecnologia com 424 vagas. Inscrições até 4 de maio. O Instituto Atlântico abre inscrições para cursos remotos em tecnologia, visando capacitar universitários e profissionais. As aulas, que começam em sete de junho e vão até 26 de julho, incluem formações em áreas como Ciência de Dados e Desenvolvimento Full Stack. Os interessados devem se inscrever até 4 de maio e passar por um teste de aptidão. Além disso, há vagas afirmativas para grupos sub-representados.