Dados do Saeb de 2023 mostram que a alfabetização infantil no Brasil é de 49,3%, ainda abaixo dos níveis pré-pandemia. Inep adota novo indicador censitário para políticas públicas.

Dados recentes do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb), divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), mostram que a taxa de crianças alfabetizadas no Brasil em 2023 é de 49,3%. Apesar de uma melhora em relação a 2021, quando a taxa era de 36%, o país ainda não alcançou os níveis de alfabetização registrados em 2019, que eram de 55%.
A divulgação dos dados ocorreu após uma controvérsia interna no Ministério da Educação sobre a omissão de informações. O ministro da Educação, Camilo Santana, determinou a publicação, que foi justificada pelo presidente do Inep, Manoel Palácios, devido a uma margem de erro significativa identificada entre os estados. A pesquisa de 2021 passou por uma mudança metodológica que reduziu a amostra, o que pode ter distorcido os resultados.
Palácios afirmou que, para a edição de 2025, o Inep pretende retomar a amostra utilizada em 2019. A Bahia apresentou a maior margem de erro, com 21,5 pontos percentuais, enquanto outros estados, como Espírito Santo e Goiás, mostraram margens entre 10 e 14 pontos. Devido a essas variações, o Inep considera que a única comparação válida é a taxa nacional de alfabetização.
Em 2023, o Ministério da Educação adotou o Indicador Criança Alfabetizada como o novo dado oficial para medir a alfabetização no Brasil. Este indicador, que utiliza uma metodologia censitária, difere do Saeb, que se baseia em dados amostrais. O governo afirma que o novo indicador mostra um desempenho de 20 pontos a mais do que o Saeb de 2021, alegando que o Brasil recuperou seu desempenho anterior à pandemia.
O novo modelo também incorpora avaliações estaduais de educação, realizadas sob a orientação do Inep, embora a adesão não seja obrigatória. Em 2023, estados como Acre e Roraima não enviaram seus resultados. Palácios explicou que a mudança no indicador foi motivada pela necessidade de alinhar os critérios de avaliação e distribuir recursos do ICMS com base nos resultados dos sistemas estaduais.
Esses dados ressaltam a importância de um esforço coletivo para melhorar a alfabetização no Brasil. Projetos que visem apoiar a educação e a alfabetização podem fazer uma diferença significativa na vida de muitas crianças. A união da sociedade civil é fundamental para garantir que todos tenham acesso a uma educação de qualidade e a oportunidades iguais.

O governo Lula implementou uma nova política de Educação a Distância, reduzindo a carga horária presencial em cursos de licenciatura para apenas 7,5%, gerando críticas sobre a qualidade da formação docente. O movimento Todos Pela Educação alerta que essa mudança compromete a formação prática dos professores e propõe revisão das diretrizes curriculares. O Ministério da Educação afirma que as diretrizes podem ser ajustadas, enquanto a Abmes apoia a necessidade de um alinhamento normativo.

Em 2024, 59,2% das crianças do segundo ano do ensino fundamental no Brasil foram consideradas alfabetizadas, superando 2023, mas abaixo da meta de 60%. O desempenho foi afetado pela tragédia climática no Rio Grande do Sul.

Estão abertas as inscrições para o curso gratuito "Carreira de Excelência", promovido pela Fundação Estudar em treze cidades do Brasil, com foco no desenvolvimento profissional de jovens universitários. O curso oferece encontros presenciais e online, com bolsas integrais e um projeto prático para impulsionar carreiras. As inscrições vão até 31 de maio.

Jovem do projeto Meninas em Ação vive dia como governadora com Celina Leão. A iniciativa visa empoderar alunas da rede pública do Distrito Federal, destacando talentos em idiomas.

A Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo abre inscrições para o vestibular do 2º semestre de 2025, com 435 vagas, sendo 280 para bolsistas. Inscrições até 10 de julho.

As inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) 2025 ocorrerão de 26 de maio a 6 de junho, com provas nos dias 9 e 16 de novembro. O MEC confirma a importância do exame para o acesso ao ensino superior.