Bebê com rara deficiência genética se torna o primeiro a receber tratamento de edição genética CRISPR personalizado, apresentando resultados promissores que podem revolucionar terapias para doenças genéticas raras.

O bebê de um casal enfrentou um diagnóstico desafiador ao nascer com uma rara deficiência genética chamada deficiência de CPS1, que afeta um em cada 1,3 milhão de recém-nascidos. Com um prognóstico sombrio, os médicos sugeriram cuidados paliativos, mas os pais decidiram buscar uma alternativa. KJ, agora com nove meses, se tornou o primeiro paciente a receber um tratamento de edição genética CRISPR personalizado, com resultados que podem revolucionar o tratamento de doenças genéticas raras.
O tratamento foi desenvolvido por uma equipe de pesquisadores que apresentou seus resultados em uma reunião da Sociedade Americana de Terapia Celular e Genética. A técnica, que se baseia em décadas de pesquisa, oferece um novo caminho para o desenvolvimento de terapias personalizadas, especialmente para doenças raras que afetam milhões de pessoas nos Estados Unidos.
A deficiência de CPS1 impede o corpo de eliminar a amônia, um subproduto do metabolismo de proteínas, levando a riscos de danos cerebrais. KJ foi colocado em uma dieta rigorosa e recebeu medicamentos para controlar os níveis de amônia, mas ainda corria risco de morte. A urgência levou os pesquisadores a desenvolver rapidamente um sistema de edição genética, que foi aprovado pela FDA (Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA).
O tratamento envolveu a utilização de moléculas lipídicas para proteger a edição genética até que chegasse ao fígado, onde a correção da mutação ocorreria. O CRISPR foi modificado para localizar a mutação específica de KJ, permitindo que o mesmo método fosse adaptado para outras mutações no futuro, tornando os tratamentos mais acessíveis.
Após a primeira infusão, KJ começou a apresentar melhorias significativas, conseguindo consumir a mesma quantidade de proteína que um bebê saudável. Embora ainda precise de medicação, a dose foi reduzida, e sua equipe médica planeja sua alta hospitalar. Os pesquisadores destacaram a importância do financiamento público na pesquisa que possibilitou o tratamento, ressaltando que esse tipo de inovação poderia não ter ocorrido em outro país.
A história de KJ é um exemplo inspirador de como a ciência pode transformar vidas. Projetos como esse devem ser estimulados pela sociedade civil, pois a união pode fazer a diferença na vida de muitos que enfrentam desafios semelhantes. O apoio a iniciativas de pesquisa e desenvolvimento pode abrir portas para novas terapias e tratamentos que beneficiem aqueles que mais precisam.

Joesley Batista, da J&F, gravou um vídeo na Indonésia elogiando um projeto social de alimentação escolar do presidente Prabowo Subianto, reacendendo rumores sobre a entrada da JBS no país. A J&F, após um acordo bilionário com a Paper Excellence, nega planos de expansão, mas a visita de Batista e suas declarações sobre o projeto social geram novas especulações sobre o futuro da empresa na Indonésia.

Cerca de 80% dos casos de demência no Brasil permanecem sem diagnóstico, evidenciando a urgência de ações para diagnóstico precoce e suporte a cuidadores, conforme relatório do Economist Impact.

Santos pode ganhar um novo terminal de cruzeiros em uma ilha artificial, com investimento de R$ 1,24 bilhão, criando 7.500 empregos e atraindo 3 milhões de turistas até 2035. O projeto visa modernizar a infraestrutura portuária e impulsionar o turismo na cidade.

Setenta por cento das trabalhadoras domésticas no Brasil relatam cansaço crônico, evidenciando a sobrecarga e a falta de direitos. Estudo revela que a maioria não tem vínculo formal e enfrenta desigualdade salarial.

A primeira-dama Rosângela Lula da Silva, Janja, recebeu o artista Jay Boggo no Palácio do Planalto para discutir arte e sustentabilidade, enfatizando a construção de um futuro igualitário. O estilista destacou a importância do afeto e da cultura nas conversas.

A mesa "Notas de Rodapé: Reflexões sobre a Urgência Climática" com a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, foi remarcada para as 8h do dia 2, enquanto sua participação principal na sexta-feira, dia 1º, está confirmada. A mudança de horário é incomum para a Flip, que geralmente não realiza eventos tão cedo. A mesa contará também com Itamar Vieira Junior e Ana Rüsche, moderada por Raquel Cozer. A presença de Marina Silva destaca a relevância do debate climático, especialmente em um momento crítico para o licenciamento ambiental no Brasil.