O Brasil lançou em 2024 o SIGA-PNRH, um sistema inovador para monitorar o Plano Nacional de Recursos Hídricos, promovendo transparência e participação social na gestão hídrica. Desenvolvido pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) com apoio do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), o sistema visa fortalecer o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos (Singreh) e facilitar o acompanhamento das metas até 2040.

O Brasil lançou, em 2024, uma ferramenta inovadora para a gestão dos recursos hídricos: o Sistema de Avaliação e Gerenciamento do Plano Nacional de Recursos Hídricos (SIGA-PNRH). Desenvolvido pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), em colaboração com o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) e a consultoria Engecorps, o sistema visa promover uma gestão eficiente e transparente dos recursos hídricos no país.
O SIGA-PNRH é fundamental para a implementação do Plano Nacional de Recursos Hídricos 2022-2040, permitindo o monitoramento das metas estabelecidas. A plataforma oferece um painel com dados de avaliação, mapas de comunicação e links diretos para os Planos Estaduais de Recursos Hídricos. Segundo o secretário Nacional de Segurança Hídrica do MIDR, Giuseppe Vieira, essa ferramenta é um marco para a gestão hídrica no Brasil, proporcionando transparência e dados consolidados.
A construção do SIGA-PNRH começou em 2023, fundamentada no Manual de Avaliação de Planos de Recursos Hídricos da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA). Em 2024, foram realizadas nove oficinas técnicas, com a participação de mais de 400 pessoas, incluindo representantes de comitês, secretarias estaduais e organizações da sociedade civil. O objetivo foi validar diagnósticos e fortalecer a governança da água no Brasil.
O sistema permite o acompanhamento das ações do Plano Nacional de Recursos Hídricos em diferentes prazos, com fichas de monitoramento elaboradas em parceria com o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e a ANA. Além disso, facilita o acesso a informações sobre outorgas, cobrança pelo uso da água e funcionamento de comitês, promovendo a integração entre os diversos níveis de planejamento.
A expectativa é que o SIGA-PNRH sirva como base para a revisão do Plano Nacional de Recursos Hídricos, prevista para 2026, que coincidirá com os 30 anos da Política Nacional de Recursos Hídricos. Essa revisão será uma oportunidade de consolidar avanços e corrigir rumos na gestão hídrica brasileira, garantindo um futuro mais sustentável.
O SIGA-PNRH está disponível para consulta pública no site do MIDR. A participação da sociedade civil é essencial para fortalecer a gestão hídrica no Brasil. Projetos que promovam a conscientização e a mobilização em torno da água podem fazer a diferença na construção de um futuro mais seguro e sustentável para todos.

A Natura Ventures, sob gestão da VOX Capital, incorpora a Mango Materials em seu portfólio, reforçando sua estratégia de sustentabilidade e inovação com biopolímeros. A parceria visa substituir plásticos convencionais e criar um futuro regenerativo.

Iniciou o maior mapeamento aéreo do Rio Grande do Sul, com tecnologia de 8 pontos por metro quadrado, visando orientar ações de prevenção e reconstrução após enchentes. A iniciativa é coordenada pelo Governo Federal e promete impactar diretamente a segurança da população.

André Corrêa do Lago e Ana Toni se juntam a indígenas no Acampamento Terra Livre em Brasília, promovendo diálogos sobre direitos e sustentabilidade antes da COP30 em Belém.

A COP30 em Belém enfrenta uma crise de hospedagem, com preços altos que ameaçam a participação de ONGs e movimentos sociais, enquanto o governo tenta soluções improvisadas. A expectativa é de grande mobilização popular.

Voluntários no Rio Grande do Sul resgatam animais afetados por enchentes, com cerca de 250 cães abrigados em Eldorado do Sul. Uruguaiana enfrenta emergência com 1,7 mil desalojados em 48 horas.

Foi anunciado o Fórum de Líderes Locais da COP30, que ocorrerá no Rio de Janeiro de 3 a 5 de novembro, reunindo prefeitos e governadores para discutir políticas climáticas locais e suas contribuições para metas globais. O evento, promovido pela Presidência da COP30 e pela ONG Bloomberg Philanthropies, visa destacar soluções climáticas locais e a importância do envolvimento de todos os níveis de governança.