O Brazil Climate Summit NYC 2025, agendado para 19 de setembro na Universidade de Columbia, reunirá líderes para discutir a transição para uma economia de baixo carbono e cadeias de suprimentos resilientes. O evento, que destaca o investimento de R$ 225 bilhões em energia renovável no Brasil, visa posicionar o país como um parceiro confiável em um cenário global desafiador.

O Brasil está avançando na área de energia renovável, com investimentos que totalizam R$ 225 bilhões. Esses projetos visam a descarbonização e a ampliação da capacidade de geração de energia limpa. De acordo com a Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), até dois mil e vinte e nove, cinquenta e um por cento da capacidade instalada será proveniente de fontes como biomassa, energia solar e eólica, além dos quarenta e um vírgula cinco por cento das hidrelétricas.
O Brazil Climate Summit (BCS) desempenha um papel crucial ao conectar o Brasil com o cenário global de discussões sobre clima. A quarta edição do evento, intitulada Brazil Climate Summit NYC 2025, ocorrerá no dia dezenove de setembro, no espaço The Forum, da Universidade de Columbia, em Nova York. O tema central deste ano será a construção de cadeias globais de suprimentos resilientes, focando em setores como agricultura, energia e indústria pesada.
Luciana Antonini Ribeiro, sócia e CEO da vertical de clima da eB Capital, e Chairwoman do Brazil Climate Summit NYC 2025, destaca que o evento busca desbloquear as oportunidades climáticas do Brasil em um cenário global desafiador. A intenção é reforçar o país como um parceiro confiável nas discussões sobre a transição para uma economia de baixo carbono.
O evento reunirá uma variedade de participantes, incluindo investidores, profissionais do setor financeiro, empresários, executivos de grandes corporações, autoridades governamentais e representantes de organizações multilaterais. Entre os tópicos que serão discutidos, destacam-se as estratégias para a transição para uma economia de baixo carbono e as oportunidades que surgem nesse contexto.
Entre os palestrantes confirmados estão André Corrêa do Lago, presidente da COP30, e Dan Ioschpe, Climate Champion da conferência. A programação incluirá painéis temáticos, oportunidades de networking com investidores internacionais e eventos paralelos com parceiros, todos voltados para propostas concretas que visem a sustentabilidade.
Jorge Hargrave, diretor da Maraé Investimentos e membro do comitê executivo do Brazil Climate Summit, ressalta que o avanço na agenda climática depende da capacidade de transformar potencial em impacto real. A união de esforços pode ser fundamental para impulsionar projetos que promovam a sustentabilidade e a inovação no Brasil, criando um ambiente propício para iniciativas que beneficiem a sociedade.

O Ibama distribuiu 72.800 Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) em 2025, resultando em uma redução de 65,8% nas áreas queimadas e 46,4% nos focos de calor. Ações do Prevfogo fortalecem a prevenção e combate a incêndios florestais.

Pesquisadores do Centro de Inovação em Novas Energias (CINE) descobriram que o glicerol, ao substituir a água, aumenta a eficiência de células fotoeletroquímicas na produção de hidrogênio verde. Essa abordagem sustentável pode revolucionar a geração de energia limpa no Brasil.

Estudo do Ipam revela que 20 milhões de hectares de vegetação nativa no cerrado foram queimados entre 2003 e 2020, com incêndios se espalhando para áreas não desmatadas, exigindo políticas urgentes de manejo do fogo.

Reunião entre a Secretaria Nacional de Segurança Hídrica e a Secretaria de Recursos Hídricos de Pernambuco definiu manutenções no Eixo Leste do Projeto de Integração do Rio São Francisco, garantindo abastecimento contínuo. A manutenção de quatro bombas anfíbias e um novo sistema de bombeamento flutuante, com investimento de R$ 290 mil, visa assegurar o fornecimento de água em regiões afetadas pela seca.

A COP30 será realizada em Belém, Brasil, apesar das críticas sobre preços altos de hospedagem. O governo busca soluções acessíveis antes do prazo da ONU em 11 de agosto. André Corrêa do Lago e Ana Toni, líderes da conferência, reafirmaram a escolha da sede, enfrentando preocupações logísticas e a possibilidade de boicotes de nações participantes.

Em 2024, o Brasil enfrentou uma das piores temporadas de queimadas, com 30 milhões de hectares afetados, enquanto o desmatamento caiu 32,4%. A Amazônia foi o bioma mais atingido, exigindo ações urgentes.