Os pagamentos do Bolsa Família em maio de 2025 começam no dia 19, com valores de até R$ 600 e auxílio-gás para famílias de baixa renda. O programa visa aliviar os custos com gás de cozinha e garantir alimentação.

Os pagamentos do Bolsa Família em maio de 2025 terão início no dia dezenove, uma segunda-feira. Os beneficiários com Número de Identificação Social (NIS) que terminam em um serão os primeiros a receber o auxílio. O cronograma de depósitos se estende até o dia trinta, abrangendo aqueles com NIS de final zero. Neste mês, os beneficiários também receberão o auxílio-gás, que visa aliviar os custos com gás de cozinha.
O valor mínimo do benefício é de R$ 600 por família, podendo haver acréscimos conforme a composição familiar. Por exemplo, mães de bebês de até seis meses podem receber o Benefício Variável Familiar Nutriz, que oferece seis parcelas de R$ 50. Além disso, há um acréscimo de R$ 50 para famílias com gestantes e filhos de sete a dezoito anos, e R$ 150 para aquelas com crianças de até seis anos.
O auxílio-gás foi instituído pelo governo federal para ajudar as famílias mais vulneráveis a lidarem com o aumento dos preços do gás de cozinha. O valor do auxílio corresponde a cem por cento da média nacional do botijão de gás de treze quilos, conforme divulgado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), considerando os preços dos últimos seis meses.
Para ser elegível ao Bolsa Família, a renda mensal familiar deve ser de até R$ 218 por pessoa. Para calcular, soma-se a renda total da família e divide-se pelo número de integrantes. Se o valor ficar abaixo do limite, a família pode se inscrever no programa. Por exemplo, uma família com sete integrantes e um salário mínimo de R$ 1.518 tem uma renda per capita de R$ 216,85, o que a torna apta a participar do programa.
Os interessados devem se inscrever no Cadastro Único (CadÚnico), que é um pré-requisito para a inclusão em programas sociais do governo federal. A inscrição pode ser feita nos Centros de Referência da Assistência Social (Cras) das prefeituras. Estar no CadÚnico não garante automaticamente a inclusão no Bolsa Família, pois a inscrição será avaliada.
Os beneficiários podem acessar os valores por meio do aplicativo Caixa Tem, evitando a necessidade de ir a uma agência da Caixa Econômica Federal. Eles também podem usar o cartão virtual do Caixa Tem para compras e saques em terminais de autoatendimento, casas lotéricas e correspondentes bancários. Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos a garantir um suporte essencial para suas famílias.

Marcelo Rubens Paiva, autor de "Feliz Ano Velho", reflete sobre paternidade e desafios sociais em seu novo livro, "O Novo Agora", após o sucesso do filme "Ainda Estou Aqui", que homenageia sua mãe.

A comunidade do Riacho Fundo I se mobiliza para o ato "Biblioteca Fica Aqui!" no dia 26 de julho, às 10h, em defesa da permanência da Biblioteca Pública em sua sede atual, ameaçada de realocação. O evento, que inicia a coleta de assinaturas contra a proposta da Administração Regional, busca preservar as atividades culturais e a infraestrutura do espaço, que atende mais de 8.700 usuários. A comunidade propõe também a revitalização da biblioteca e a criação do "Jardim Literário do Riacho Fundo".
A Unidade Básica de Saúde (UBS) 4 do Itapoã inicia reformas para aprimorar o atendimento e as condições de trabalho, com conclusão em 20 dias úteis. Durante as obras, os atendimentos ocorrerão em outra sala.

A Defesa Civil de São Paulo alerta sobre a baixa umidade do ar, que pode chegar a 11% em algumas regiões, recomendando cuidados com a saúde até a noite de quarta-feira, 13. A umidade deve aumentar a partir de quinta-feira, 14.

Hemerson Dantas dos Santos, etnobotânico Pataxó Hã-Hã-Hãi, catalogou 175 plantas medicinais da comunidade, unindo saberes tradicionais e ciência contemporânea, em um estudo inédito. A pesquisa destaca a importância da preservação cultural e dos conhecimentos ancestrais diante da modernidade.

O Congresso Nacional derrubou vetos do presidente Lula sobre a lei de energia eólica offshore, prevendo um impacto de R$ 197 bilhões na conta de luz até 2050, evidenciando falhas no planejamento energético do Brasil.