Relator Jadyel Alencar propõe projeto de lei para regular conteúdos nocivos a crianças na internet, impulsionado por vídeo do influenciador Felca. A proposta visa proteger menores e já conta com apoio governamental.

O debate sobre a proteção de crianças e adolescentes na internet ganhou força após um vídeo do influenciador Felca, que denunciou a exploração infantil nas redes sociais e o papel dos algoritmos nesse contexto. O relator do projeto de lei sobre adultização, Jadyel Alencar (Republicanos-PI), destacou que a busca por engajamento das grandes empresas de tecnologia compromete os direitos dos menores online. Ele busca um diálogo amplo, superando a polarização política, para garantir a proteção das crianças.
O projeto de lei, PL 2628, de autoria do senador Alessandro Vieira (MDB-SE), visa combater conteúdos de exploração sexual infantojuvenil e regular o uso de redes sociais e jogos online por crianças e adolescentes. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), classificou a proposta como um “Estatuto da Criança e Adolescente (ECA) virtual”. Desde o anúncio do apoio do governo, a tramitação do projeto ganhou urgência no Congresso.
Alencar afirmou que o projeto foi aprimorado após 53 reuniões técnicas e três audiências públicas, envolvendo especialistas e a sociedade civil. Ele enfatizou a necessidade de proteger as crianças de conteúdos nocivos, como pornografia e automutilação, sem restringir a liberdade de expressão. O relator se mostrou aberto a sugestões de todos os partidos, mas até o momento não recebeu propostas concretas da oposição.
O diálogo com o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), que criticou o texto, está em andamento. Alencar retirou a expressão “dever de cuidado” do projeto, que gerava preocupações entre alguns parlamentares sobre possíveis restrições à liberdade de expressão. No Senado, a proposta foi aprovada com apoio de conservadores, incluindo a senadora Damares Alves (Republicanos-DF).
O relator destacou que o projeto não censura conteúdos políticos, mas visa proteger crianças e adolescentes de conteúdos prejudiciais. Ele reafirmou que a regulamentação deve garantir que o engajamento das plataformas não prejudique a infância. A votação da urgência do projeto está prevista para esta terça-feira, 19 de agosto, com a expectativa de aprovação no dia seguinte.
Iniciativas como essa são fundamentais para garantir a segurança das crianças na internet. A sociedade civil pode se unir para apoiar projetos que visem a proteção dos menores, promovendo um ambiente digital mais seguro e saudável para todos. Essa união pode fazer a diferença na vida de muitas crianças e adolescentes.
O Hospital Regional do Guará (HRGu) completou 33 anos com uma festa que homenageou servidores e destacou melhorias na infraestrutura, como a modernização da sala vermelha. A celebração reforçou o compromisso com um atendimento humanizado e de qualidade.

O Maracanã está construindo duas salas sensoriais para atender até dezoito pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) durante os jogos, com inauguração prevista para o fim de setembro. Essas salas, determinadas por lei municipal, proporcionarão suporte especializado e acompanhamento, promovendo inclusão e acessibilidade no estádio.

A FIVB implementará a partir de 2026 a exigência de que todas as seleções femininas tenham pelo menos uma treinadora, visando aumentar a representação feminina no vôlei. Essa mudança é parte de um esforço para combater a desigualdade de gênero no esporte, onde apenas 9% das treinadoras participaram do Campeonato Mundial Feminino de 2022. Iniciativas como o programa MIRA e a cota de 30% de mulheres nas comissões técnicas são fundamentais para promover a equidade.

Uma pesquisa recente revela que 90% dos brasileiros acreditam que adolescentes carecem de apoio emocional nas redes sociais, com 70% defendendo psicólogos nas escolas. O estudo destaca a urgência de um esforço conjunto para criar ambientes seguros e de acolhimento.

O governo federal reduziu o período de proteção do Bolsa Família de dois anos para um ano em caso de aumento de renda, priorizando famílias vulneráveis, especialmente mulheres com filhos pequenos. As mudanças visam aumentar a eficiência do programa e atender melhor quem realmente precisa, em um cenário de orçamento reduzido.

Mulheres enfrentam discriminação em atendimentos médicos, com queixas minimizadas e diagnósticos tardios. Casos de Alissa e Dana evidenciam a urgência de reformular a formação médica e valorizar a saúde feminina.