A Câmara Municipal de Niterói aprovou projeto que proíbe venenos em espaços públicos, permitindo uso apenas por órgãos governamentais. A medida visa proteger animais e crianças, aguardando sanção do prefeito.

A Câmara Municipal de Niterói aprovou, na quarta-feira (25), em segunda discussão, um projeto de lei que proíbe a aplicação de venenos e produtos tóxicos em vias e espaços públicos. A proposta agora aguarda a sanção ou veto do prefeito. A nova norma determina que apenas órgãos governamentais, equipados com equipes e instrumentos técnicos adequados, poderão aplicar essas substâncias.
O objetivo da medida é evitar acidentes e proteger tanto animais, especialmente os de rua, quanto crianças que não têm condições de identificar os riscos associados ao uso indevido de produtos tóxicos. O vereador Daniel Marques (PL), autor do projeto, destacou a preocupação com a segurança dos animais e das crianças, afirmando que já foram registradas colônias de gatos envenenadas.
Marques enfatizou que é comum encontrar placas alertando sobre o uso de veneno, mas muitas vezes isso não é suficiente para proteger os mais vulneráveis. Com a nova legislação, somente o poder público poderá aplicar substâncias tóxicas, garantindo responsabilidade e segurança no processo.
Se a proposta for sancionada, quem descumprir a norma receberá uma advertência. Em caso de reincidência, a penalidade será uma multa. Essa medida visa coibir práticas irresponsáveis que colocam em risco a vida de animais e crianças nas ruas.
A aprovação do projeto é um passo significativo para a proteção dos direitos dos animais e da saúde pública. A iniciativa reflete uma crescente preocupação da sociedade com o uso de produtos químicos em ambientes que devem ser seguros para todos.
Nesta situação, a união da comunidade pode ser fundamental para apoiar ações que promovam a segurança e o bem-estar dos animais e das crianças. Projetos que visem conscientizar sobre a importância de ambientes livres de venenos podem fazer a diferença e merecem nosso apoio.

Brigadistas voluntários no Distrito Federal enfrentam incêndios florestais crescentes, com 18.794 ocorrências em 2023, destacando a urgência da preservação ambiental e a saúde mental dos envolvidos. Esses heróis anônimos, como Lucas Queiroz e Raquel Noronha, dedicam-se incansavelmente ao combate ao fogo, enfrentando condições extremas e sem remuneração, enquanto a educação ambiental se torna essencial na prevenção de queimadas.

ICMBio suspende soltura de ararinhas-azuis após detecção de circovírus em Curaçá, Bahia. Medidas de biossegurança são implementadas para proteger a população da espécie ameaçada.

A exploração de petróleo na Foz do Amazonas avança, apesar das preocupações com o colapso ecológico e os impactos na pesca artesanal. O Ibama aprovou o plano de emergência da Petrobras, mas os encalhes de mamíferos marinhos aumentam.

A Câmara dos Deputados está prestes a votar o PL 2159/2021, conhecido como PL da Devastação, que pode reverter avanços na legislação ambiental brasileira sob pressão do agronegócio. Ambientalistas alertam que a proposta, já aprovada pelo Senado, compromete acordos internacionais e a proteção de terras indígenas e quilombolas, permitindo licenciamento simplificado baseado em autodeclaração. A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, prevê questionamentos judiciais caso a mudança seja aprovada.

A exposição “Mata Atlântica: in-finitos encantos” no Museu do Jardim Botânico promove a conservação ambiental com a doação de mudas de jacarandá-da-bahia e agora permite que visitantes plantem sementes de papo-de-peru.

A Corte Interamericana de Direitos Humanos determinou que os Estados devem cooperar no combate às mudanças climáticas e regular as emissões corporativas. O parecer, solicitado por Colômbia e Chile, destaca a necessidade de metas ambiciosas e combate ao "greenwashing".