Uma baleia-jubarte foi resgatada pelo Instituto Argonauta em Ilhabela, mas a liberação total não foi possível. A equipe continua monitorando a situação e alerta para os riscos do emalhe.

Uma operação de resgate foi realizada no início da semana pelo Instituto Argonauta para a Conservação Costeira e Marinha, visando libertar uma baleia-jubarte (Megaptera novaeangliae) que estava presa em materiais de pesca nas proximidades de Ilhabela, no litoral norte de São Paulo. O alerta foi dado por um operador de turismo que contatou o Instituto Baleia à Vista, acionando a equipe de resgate.
A equipe do Instituto Argonauta executou manobras técnicas e iniciou os procedimentos de desemalhe, seguindo rigorosamente os protocolos internacionais de segurança. O foco principal foi garantir o bem-estar da baleia e a segurança dos profissionais envolvidos na operação. Contudo, devido ao comportamento reativo do animal e às condições de segurança, a operação foi interrompida antes da liberação completa.
Durante a ação, foram retirados parcialmente os petrechos de pesca que envolviam a baleia. O Instituto Argonauta continua monitorando a região e mantém uma equipe em prontidão para uma nova tentativa de resgate, caso o animal seja localizado em condições favoráveis. O emalhe de baleias é um acidente que ocorre principalmente devido à sobreposição das rotas migratórias desses animais com áreas de pesca.
O desemalhe de grandes cetáceos é uma atividade de alto risco, que requer capacitação técnica, equipamentos especializados e autorização legal. Intervenções não autorizadas podem colocar em risco tanto a vida dos animais quanto a segurança humana. Por isso, o Instituto Argonauta orienta que, ao avistar uma baleia enredada ou qualquer outro animal marinho em situação de risco, as autoridades ambientais devem ser acionadas imediatamente.
O aumento das ocorrências de emalhe de baleias levanta preocupações sobre a segurança desses animais e a necessidade de ações efetivas para mitigar esse problema. A colaboração entre instituições, operadores de turismo e a comunidade é essencial para promover a conservação marinha e proteger as espécies ameaçadas.
Nesta situação, a união da sociedade pode fazer a diferença na proteção desses animais e na promoção de ações de resgate. Projetos voltados para a conservação marinha e o apoio a iniciativas de resgate são fundamentais para garantir a segurança das baleias e de outros animais marinhos em risco.

O Conselho Nacional de Justiça se reunirá com a Associação Brasileira de Normas Técnicas para discutir a norma Justiça Carbono Zero, que exige a redução de emissões de carbono no Judiciário até 2030. A iniciativa inclui inventários anuais e metas de redução, alinhando o Judiciário à agenda climática nacional, especialmente com a proximidade da COP 30 no Brasil.
A Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que aumenta as penas para incêndios florestais, elevando a punição de 2-4 anos para 3-6 anos, incluindo casos culposos. O texto agora segue para o Senado.

Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro combateu incêndio em Vargem Grande por nove horas, utilizando drones para monitoramento. Não houve vítimas, mas os ventos de até 70 km/h dificultaram a operação.

Temperaturas globais atingem recordes históricos em março de 2023, com Europa enfrentando anomalias de 1,6 °C. Cientistas alertam para eventos climáticos extremos em decorrência do aquecimento.

A sanção da Lei nº 15.042/2024 estabelece o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões, promovendo leilões centralizados de créditos de carbono e potencializando investimentos em sustentabilidade. O Brasil busca se posicionar como líder na transição climática global, alinhando interesses públicos e privados.
O Comitê Gestor da CPR Furnas liberou R$ 147,7 milhões para ampliar o canal de navegação de Nova Avanhandava, essencial para o escoamento agrícola e operação das hidrelétricas. A obra, com investimento total de R$ 293 milhões, visa melhorar o transporte fluvial e reduzir emissões de CO₂.