A Campanha do Agasalho Solidário 2025, liderada por Mayara Noronha Rocha, arrecadou mais de 34 mil itens, superando a meta inicial de 10 mil. Além disso, será inaugurado um Hotel Social para acolher pessoas em situação de rua e seus animais.

No último dia da Campanha do Agasalho Solidário 2025, realizado em 17 de julho, secretarias do Governo do Distrito Federal (GDF) se uniram para realizar uma grande doação. A primeira-dama e idealizadora da campanha, Mayara Noronha Rocha, anunciou que foram arrecadadas mais de 34 mil peças, superando a meta inicial de 10 mil itens. A ação, coordenada pela Chefia Executiva de Políticas Sociais, visa distribuir roupas, cobertores e lençóis para a população em situação de vulnerabilidade social e instituições assistenciais.
Mayara Noronha Rocha expressou sua satisfação com o resultado, destacando que a solidariedade dos brasilienses se fortaleceu. “Ver essa cultura de gratidão e de olhar para o próximo crescer é o que mais me satisfaz”, afirmou. Ela ressaltou a importância da colaboração entre instituições públicas e privadas para o sucesso da campanha, enfatizando que a união é fundamental para gerar impacto na vida das famílias necessitadas.
A Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF) contribuiu com a doação de 17 mil itens, resultado do trabalho da Fábrica Social, que capacita profissionais e produz materiais como cobertores e lençóis. O titular da Sedet-DF, Thales Ferreira, destacou que essa doação é um reflexo do compromisso com a solidariedade e o desenvolvimento econômico do DF, afirmando que uma cidade mais feliz é também mais produtiva.
O secretário de Saúde, Juracy Lacerda, agradeceu pela doação, ressaltando a importância dos itens para os pacientes internados, especialmente durante o frio. Ele mencionou que a entrega de cobertores e lençóis é crucial para evitar hipotermia em pacientes com quadros clínicos delicados. A campanha está alinhada ao programa Segurança Integral, que visa aproximar o governo da comunidade e, assim, reduzir a criminalidade.
O secretário de Relações Internacionais, Paco Britto, também participou da ação, destacando a contribuição de organismos internacionais, que doaram 350 itens. Ele ressaltou a importância da participação desses organismos e a solidariedade dos funcionários, que se mobilizam para ajudar a população em situação de vulnerabilidade. A cada ano, a quantidade de doações tem aumentado, refletindo o engajamento da sociedade.
Durante o encerramento da campanha, a titular da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), Ana Paula Marra, anunciou a inauguração do Hotel Social, que oferecerá abrigo e acolhimento a pessoas em situação de rua, incluindo seus animais de estimação. Com 200 vagas, o hotel funcionará das 19h às 8h, proporcionando um espaço digno e refeições para os visitantes. Essa iniciativa é um passo importante na política de assistência social do DF e demonstra como a união da sociedade pode fazer a diferença na vida dos mais necessitados.

Gilson Rodrigues deixa a presidência do G10 Favelas, sendo sucedido por Fausto Filho, e inicia projeto de formação de empreendedores sociais, ampliando iniciativas para além das favelas.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva homologou três terras indígenas no Ceará, totalizando 16 áreas reconhecidas desde 2023, em um ato que reforça os direitos dos povos originários. A medida, celebrada na 1ª Conferência Nacional das Mulheres Indígenas, visa devolver autonomia e fortalecer a resistência das comunidades.

A ONG Doutores da Amazônia inaugura a primeira clínica odontológica em uma aldeia indígena, beneficiando mil indígenas Guarani com atendimento gratuito e contínuo. A iniciativa, apoiada pela Dentsply Sirona, visa melhorar a saúde bucal em comunidades remotas.

Faleceu aos 98 anos, Divaldo Franco, médium e líder espírita, após longa trajetória de filantropia e divulgação da doutrina espírita no Brasil, deixando um legado de mais de 200 livros e a Mansão do Caminho.

A Secretaria de Administração Penitenciária (Seape) do Distrito Federal lança campanha de doação de livros para enriquecer bibliotecas prisionais e promover remição de pena por leitura em 2026. A ação, parte da iniciativa Ler Liberta, visa a educação e ressocialização dos detentos. As doações podem ser feitas durante visitas às unidades prisionais ou em postos do Na Hora. Os livros devem estar em bom estado e passarão por triagem. Cada obra lida pode garantir até quatro dias de remição, conforme lista oficial da Seape.

Belém enfrenta uma crise de hospedagem para a COP30, com críticas sobre leitos compartilhados. Moradores oferecem estadia gratuita para melhorar a imagem da cidade e acolher visitantes.