A Prefeitura do Rio de Janeiro anunciou um plano de revitalização para o Campo de Santana, histórico local da Proclamação da República, que se encontra em estado de abandono. O projeto faz parte do Programa Parques Cariocas e busca requalificar áreas verdes com apoio de investimentos privados.

O Campo de Santana, local histórico da proclamação da República em mil oitocentos e oitenta e nove, enfrenta um estado de abandono e deterioração. O lago, que antes abrigava carpas, está quase seco, e parte do gradil, incluindo adornos do portão, foi arrancada. À noite, a área fica completamente escura, o que agrava a sensação de descaso.
A Prefeitura do Rio de Janeiro anunciou recentemente um plano de revitalização para o Campo de Santana, que faz parte do Programa Parques Cariocas. Este projeto municipal visa requalificar áreas verdes com a ajuda de investimentos privados, buscando restaurar a beleza e a funcionalidade do espaço.
O Programa Parques Cariocas tem como objetivo transformar locais públicos em áreas mais agradáveis e acessíveis à população. A revitalização do Campo de Santana é uma oportunidade de resgatar a importância histórica e cultural desse espaço, que já foi um ponto de encontro e lazer para muitos cariocas.
Além da requalificação física, a iniciativa também pretende promover atividades culturais e sociais, atraindo visitantes e revitalizando a economia local. A participação da comunidade é fundamental para o sucesso desse projeto, que depende do apoio e engajamento dos cidadãos.
É essencial que a população acompanhe de perto o andamento do plano de revitalização e cobre ações efetivas da Prefeitura. A união de esforços pode garantir que o Campo de Santana volte a ser um espaço vibrante e acolhedor, como merece.
Neste contexto, a mobilização da sociedade civil pode ser crucial para impulsionar iniciativas que ajudem a restaurar o Campo de Santana. Projetos que visem a recuperação e a valorização desse espaço histórico podem contar com o apoio de todos, promovendo um futuro melhor para a área e seus frequentadores.

A ONU alertou sobre os riscos do calor extremo à saúde e produtividade dos trabalhadores, pedindo ações imediatas para mitigar o estresse térmico, que afeta bilhões globalmente.

Sete anos após o incêndio que devastou o Museu Nacional, o apoio prometido pela Petrobras para sua reconstrução ainda não chegou, enquanto Vale, Bradesco e BNDES já doaram R$ 50 milhões e R$ 100 milhões, respectivamente.

O ministro Flávio Dino autorizou o pagamento de indenização e pensão vitalícia para crianças com deficiência permanente causada pelo vírus Zika, mesmo sem impacto orçamentário prévio. A medida, considerada excepcional, garante R$ 50 mil e até R$ 8 mil mensais, visando apoiar famílias em situação de vulnerabilidade.

A Prefeitura de São Paulo lançou o visualizador clínico, que permite a médicos acessar dados de prontuários eletrônicos de 9 milhões de usuários do SUS durante consultas. A ferramenta visa otimizar o atendimento na rede pública.

O atelier do Museu Antonio Parreiras, em Niterói, será restaurado com investimento de R$ 5 milhões, com conclusão prevista em 180 dias, sob a gestão da EMOP, preservando a memória do artista.

A revitalização do Centro de Niterói, com investimento de R$ 1 bilhão, visa reocupar a área e combater a gentrificação, destacando o retrofit do Prédio da Caixa como símbolo dessa transformação.