Canal do Sertão Alagoano avança com 120 quilômetros entregues, trazendo água do Rio São Francisco e transformando a vida de um milhão de pessoas em Alagoas, após anos de seca severa.

São José da Tapera (AL) - A escassez de água em Alagoas, especialmente em São José da Tapera, tem sido um desafio constante para a população, que enfrentou anos de seca severa. Com plantações comprometidas e famílias gastando até R$ 500,00 por uma pipa d’água, a situação era crítica. O Canal do Sertão Alagoano, que começou a levar água do Rio São Francisco, trouxe esperança e já transformou a realidade local, permitindo que o verde retornasse à paisagem.
O canal, que se estenderá por 250 quilômetros, já entregou 120 quilômetros de canal e beneficiará cerca de 1 milhão de pessoas em mais de 40 municípios. Durante uma visita técnica em 10 de agosto, o secretário de Estado da Infraestrutura de Alagoas, Giuseppe Vieira, destacou o avanço das obras, que foram retomadas em 2023 após a assinatura de uma nova ordem de serviço no âmbito do Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).
Atualmente, a etapa V do canal está em construção e contempla cerca de 30 quilômetros de extensão, visando ampliar o acesso à água para milhares de famílias no semiárido alagoano. O agricultor José Araújo Rodrigues expressou sua gratidão, afirmando que o canal foi um divisor de águas em sua vida, proporcionando força e coragem para seguir em frente.
O prefeito de São José da Tapera, Jarbas Ricardo, também elogiou o projeto, ressaltando que a obra é inestimável para a população da região mais seca do Brasil. O secretário Gustavo Torres comemorou os resultados positivos para a agricultura familiar e anunciou a expectativa de entregar mais quatro quilômetros de obra útil até o final do ano.
A continuidade das obras é uma prioridade do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), que busca revitalizar bacias hidrográficas e promover o uso racional da água. Essa iniciativa é fundamental para fortalecer a resiliência das comunidades rurais e garantir a segurança hídrica na região.
Iniciativas como essa demonstram a importância da união da sociedade civil para apoiar projetos que transformam vidas. A mobilização em torno de causas sociais pode ser um caminho para ajudar aqueles que enfrentam a escassez de água e a seca, promovendo um futuro mais sustentável e justo para todos.

Pesquisa da Embratur revela que 77% dos gestores do setor turístico veem potencial do Brasil em turismo sustentável, com 81% considerando isso prioridade estratégica. Desafios incluem falta de investimento e conscientização.

Uma pesquisa revela que sementes defecadas por antas germinam até duas vezes mais rápido do que as que caem no solo, evidenciando seu papel vital na recuperação de florestas degradadas. O estudo, realizado por pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e da Univates, destaca a importância da conservação das antas, que estão ameaçadas de extinção.

A COP30 critica métodos ultrapassados no combate às mudanças climáticas e propõe um sistema de "contribuições autodeterminadas", sem mencionar combustíveis fósseis. O foco é integrar mais atores na luta climática.

O sapo do deserto de Sonora enfrenta risco de extinção devido à captura excessiva por causa de suas secreções alucinógenas, alertam pesquisadores. A pressão sobre a espécie pode causar sérios problemas ecológicos.
Ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, se reuniu com gestores do Pará para discutir liberação de recursos e ações de Defesa Civil, priorizando a proteção da Amazônia. O encontro destacou a implementação de um sistema moderno de alerta precoce, visando salvar vidas e fortalecer a cultura de prevenção nas comunidades vulneráveis da região.

A Câmara dos Deputados aprovou a Lei do Mar, que estabelece a Política Nacional para a Gestão Integrada do Sistema Costeiro-Marinho, visando a conservação e o uso sustentável. O projeto, que agora segue para o Senado, foi elaborado por ex-deputados e inclui diretrizes para a proteção ambiental e desenvolvimento sustentável, abordando questões como pesca, turismo e mudanças climáticas.