O Brasil registra um aumento de 50% nas buscas por "unidade de conservação" e 25,5 milhões de visitas a parques nacionais em 2024, destacando a conexão crescente com a biodiversidade. O Parque Estadual da Cantareira lidera as pesquisas, refletindo o interesse em ecoturismo e conservação ambiental.

Às vésperas do Dia Mundial da Conservação da Natureza, celebrado em 28 de julho, o Brasil demonstra um crescente interesse por sua biodiversidade. Dados da Bulbe Energia indicam que as buscas online pelo termo “unidade de conservação” aumentaram em cinquenta por cento no último ano, superando um milhão de pesquisas. Além disso, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) reportou que os parques nacionais receberam mais de 25,5 milhões de visitas em 2024, um aumento de 4,9% em relação a 2023.
As Unidades de Conservação, regulamentadas pelo Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC), têm a missão de proteger ecossistemas, espécies ameaçadas e paisagens naturais. A Bulbe Energia analisou as buscas e revelou os quinze destinos naturais mais procurados pelos brasileiros. Entre eles, destacam-se o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, o Parque Nacional do Iguaçu e o Parque Nacional da Serra da Capivara.
O estado de São Paulo lidera o ranking, com seis Unidades de Conservação entre as mais buscadas, representando cerca de quarenta por cento do total de pesquisas. O Parque Estadual da Cantareira, localizado na zona norte da capital paulista, acumulou mais de 161 mil buscas. Este parque abriga um dos maiores fragmentos de Mata Atlântica em área urbana do mundo e é essencial para a proteção das nascentes que abastecem a cidade.
No Rio de Janeiro, o Parque Nacional da Serra dos Órgãos é o mais pesquisado, conhecido por suas trilhas de longa distância e pela rica biodiversidade. O Parque Nacional da Serra da Capivara, no Piauí, é famoso por seus sítios arqueológicos e pinturas rupestres, enquanto a Chapada dos Veadeiros, em Goiás, atrai visitantes por suas trilhas e cachoeiras.
Cada tipo de Unidade de Conservação possui finalidades e regras específicas. Os Parques Nacionais permitem acesso controlado ao público, promovendo pesquisas científicas e turismo ecológico. As Florestas Nacionais, por sua vez, são voltadas para o manejo sustentável dos recursos naturais, permitindo atividades como trilhas e lazer ao ar livre. As Áreas de Proteção Ambiental (APAs) são as mais flexíveis, permitindo usos diversos, desde que respeitada a conservação ambiental.
É importante ressaltar que cerca de cinco milhões de brasileiros vivem dentro de áreas oficialmente protegidas, como Unidades de Conservação e Terras Indígenas. Essas regiões são não apenas destinos turísticos, mas também territórios vivos que demandam práticas de visitação sustentáveis. Nessa situação, nossa união pode ajudar a promover a conservação e o desenvolvimento sustentável dessas áreas, garantindo que as futuras gerações possam desfrutar da rica biodiversidade do Brasil.

Uma frente fria avança pelo Sudeste, trazendo chuvas intensas e queda de temperatura. A partir do dia 27, uma onda polar pode provocar geadas e temperaturas negativas no Sul e Sudeste.

Uma jaguatirica foi atropelada na Rodovia Assis Chateaubriand, em Indiana, marcando o terceiro caso em dez dias na região de Presidente Prudente. O biólogo André Gonçalves Vieira alerta para a importância da espécie e suas ameaças.
O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) intensifica ações para a COP 30, destacando a irrigação como tecnologia vital para a adaptação climática e mitigação de gases de efeito estufa. A parceria com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC+) reforçam essa estratégia.

A Cooxupé inicia sua colheita de café com o fertilizante lower carbon da Yara, reduzindo a pegada de carbono em até 90%. A parceria envolve 30 produtores e visa aumentar a qualidade e sustentabilidade do grão.
O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, visitou a Estação de Tratamento de Água 1 da Adutora do Seridó, que já apresenta 81% de avanço e atenderá 80 mil pessoas no Rio Grande do Norte. A obra, com investimento de R$ 310 milhões, garantirá segurança hídrica por 50 anos, beneficiando cidades afetadas pela seca.

O Brasil enfrenta uma drástica redução na população de jumentos, com 248 mil abates registrados entre 2018 e 2024, principalmente na Bahia. Projetos de lei buscam proibir essa prática e preservar a espécie.