Câncer de pele não melanoma é o mais comum no Brasil, com sintomas que vão além de manchas, podendo incluir falta de ar quando avança para os pulmões. A detecção precoce é crucial.

O câncer de pele não melanoma é o tipo mais comum no Brasil, caracterizando-se por tumores que se desenvolvem lentamente nas camadas superficiais da pele. De acordo com o Ministério da Saúde, a maioria das pessoas associa esse câncer a manchas ou caroços, especialmente em áreas expostas ao sol, como rosto, orelhas, mãos e costas. Contudo, é importante estar atento a outros sintomas que podem surgir em estágios mais avançados da doença.
Recentemente, especialistas alertaram que o câncer de pele, especialmente o melanoma, pode provocar sintomas respiratórios quando se espalha para os pulmões. Isso inclui falta de ar, tosse persistente e até tosse com sangue. Atividades cotidianas que exigem esforço físico, como subir escadas, podem revelar esses sinais. Portanto, é fundamental não ignorar qualquer dificuldade respiratória e buscar orientação médica imediatamente.
Além da falta de ar, outros sinais de alerta incluem manchas na pele que coçam, ardem, descamam ou sangram, feridas que não cicatrizam em até quatro semanas, e mudanças em pintas existentes. A exposição excessiva à radiação ultravioleta (UV), seja do sol ou de câmaras de bronzeamento, é a principal causa do câncer de pele. Fatores como histórico familiar de câncer de pele e uso de medicamentos que enfraquecem o sistema imunológico também aumentam o risco.
É essencial que qualquer alteração suspeita na pele, como caroços ou manchas, seja avaliada por um médico. Embora nem toda anormalidade indique câncer, um diagnóstico precoce pode ser crucial para um tratamento eficaz. Não deixe para depois; cuidar da pele é cuidar da saúde.
O câncer de pele não melanoma é uma preocupação crescente, e a conscientização sobre seus sintomas e fatores de risco é vital. A sociedade deve se unir para apoiar iniciativas que promovam a saúde e a prevenção, especialmente em relação a doenças que podem ser tratadas com diagnóstico precoce.
Nesta situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos a terem acesso a informações e tratamentos adequados. Projetos que visam a conscientização e a prevenção do câncer de pele merecem ser apoiados e estimulados pela sociedade civil.

O Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) participou da abertura do 29º Congresso Brasileiro Multidisciplinar em Diabetes, abordando o aumento alarmante de casos da doença e a necessidade de ações efetivas. O evento, que contou com a presença de mais de 40 instituições de saúde, destacou a urgência em combater a obesidade e melhorar o acesso ao diagnóstico e tratamento, com projeções que indicam que o número de brasileiros com diabetes tipo 2 pode saltar de 16 milhões para 24 milhões até 2050.

Estudo revela que a má qualidade do sono está ligada à diminuição da reserva ovariana em mulheres, impactando a fertilidade. Pesquisadores alertam para a importância do sono na saúde reprodutiva feminina.

Um estudo de caso na Itália revelou que um paciente obeso e dependente de cocaína apresentou redução significativa no desejo pela droga após tratamento com semaglutida, além de perda de peso. O médico Vincenzo Maria Romeo, da Universidade de Palermo, observou que, após doze semanas de tratamento, o paciente perdeu cerca de 12% do peso corporal e relatou uma diminuição de 59% na compulsão pela substância. Os pesquisadores sugerem que análogos do GLP-1 podem ser explorados em futuras pesquisas para o tratamento de dependências químicas.

O lipedema, condição crônica que afeta principalmente mulheres, tem ganhado destaque após a revelação da modelo Yasmin Brunet, evidenciando a necessidade de diagnóstico e tratamento adequados. O especialista Dr. Matheus Alencar ressalta que a condição não é resultado de falta de disciplina, mas sim de fatores hormonais que exigem uma abordagem individualizada.

Internações por choque anafilático no Brasil dobraram na última década, com aumento de 42,1% nas consultas a alergistas entre 2019 e 2022. Novas terapias de dessensibilização oral mostram resultados promissores.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) lançou diretrizes globais para o manejo clínico de arboviroses, como dengue e chikungunya, em resposta à crescente disseminação dessas doenças. O documento visa auxiliar profissionais de saúde na identificação e tratamento, especialmente em áreas com recursos limitados, destacando a importância de diferenciar os sintomas e oferecendo recomendações específicas para casos graves e não graves.