Carla Prata, apresentadora e ex-bailarina, compartilha seu diagnóstico de miastenia gravis nas redes sociais, buscando apoio e informação para quem enfrenta a doença.

A apresentadora e ex-bailarina do Faustão, Carla Prata, revelou em suas redes sociais, no dia oito de agosto, que foi diagnosticada com miastenia gravis, uma doença autoimune rara que afeta sua saúde. Em um vídeo no Instagram, ela compartilhou os desafios que enfrenta e a importância do autocuidado. “Falar sobre isso não é fácil, mas sinto que é necessário. Porque sei que tem muita gente por aí passando por isso em silêncio, se sentindo sozinha, sem respostas”, afirmou na legenda.
A miastenia gravis é uma condição neuromuscular autoimune que prejudica a comunicação entre nervos e músculos, resultando em fraqueza muscular. Os sintomas podem variar ao longo do dia, piorando com o esforço físico e melhorando com o repouso. A doença geralmente afeta os músculos dos olhos, rosto, boca, deglutição e respiração, podendo também impactar braços e pernas. Os primeiros sinais incluem pálpebras caídas e visão dupla.
O diagnóstico é feito por meio de uma combinação de sintomas clínicos e testes específicos que avaliam a resposta muscular. Os médicos utilizam testes simples, como a aplicação de uma bolsa de gelo sobre as pálpebras, além de exames de eletromiografia e de sangue para detectar anticorpos relacionados à doença. Embora não haja cura, a miastenia gravis pode ser controlada com medicamentos e mudanças no estilo de vida.
Carla Prata, desde o diagnóstico, tem se dedicado a entender melhor os sinais do corpo e a importância do autocuidado. “A miastenia tem me ensinado sobre autocuidado, sobre respeitar o tempo do meu corpo e sobre o poder da nutrição e da escuta interna”, disse. Ela planeja usar suas redes sociais para compartilhar informações e oferecer apoio a outras pessoas que enfrentam a mesma condição.
A condição atinge entre cinco e trinta casos por milhão de habitantes anualmente, com uma prevalência de cem a duzentos casos por milhão, sendo mais comum em mulheres. A miastenia gravis pode se manifestar de três formas: ocular, generalizada e em crise miastênica, a última sendo a mais grave, podendo levar à necessidade de ventilação mecânica.
Essa situação ressalta a importância de iniciativas que promovam o apoio a pessoas com doenças autoimunes. A união da sociedade pode fazer a diferença na vida de quem enfrenta desafios semelhantes, oferecendo suporte e recursos para melhorar a qualidade de vida e o bem-estar de todos os afetados.

O Brasil incorporou o Zolgensma ao SUS para tratar a atrofia muscular espinhal em crianças, com investimento de R$ 959 milhões e monitoramento por cinco anos. O tratamento, considerado o mais caro do mundo, atenderá 137 pacientes com AME tipo 1, priorizando crianças até seis meses. As primeiras aplicações ocorreram em Brasília e Recife, com acompanhamento clínico rigoroso.

Estudo internacional revela que corações de pessoas com obesidade, diabetes e hipertensão podem funcionar até 45 anos mais velhos que a idade cronológica, destacando a urgência de intervenções precoces.

O Governo do Distrito Federal lançou o Cartão Prioridade para pacientes em quimioterapia, garantindo atendimento rápido em emergências. A iniciativa faz parte do programa “O câncer não espera. O GDF também não”, que visa melhorar o acesso ao tratamento oncológico.

Aumento de casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) entre crianças é registrado, com destaque para o vírus sincicial respiratório (VSR) e influenza em Mato Grosso do Sul. A Fiocruz recomenda vacinação.

O Hospital de Base do Distrito Federal promoverá atividades de saúde vocal em abril. O evento, em parceria com a Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia, visa a prevenção de doenças da laringe e atenderá pacientes com urgência. A programação inclui triagens, avaliações e uma apresentação musical.

Um estudo recente revelou que a depressão está diretamente ligada ao aumento do risco de demência, destacando a necessidade de tratamento em qualquer idade. Pesquisadores de universidades australianas reforçam a importância de cuidar da saúde mental para proteger o cérebro.