Estudos revelam que carregadores de celular conectados à tomada consomem energia mesmo inativos, resultando em um desperdício de R$ 500 milhões anuais no Brasil e riscos de superaquecimento. Desconectar é essencial.

Muitas pessoas mantêm seus carregadores de celular conectados à tomada, mesmo quando não estão em uso. Essa prática gera dúvidas sobre o consumo de energia elétrica. A resposta é que, mesmo em modo de espera, os carregadores consomem uma pequena quantidade de eletricidade. Isso ocorre devido ao transformador interno que converte a corrente elétrica da tomada para a voltagem adequada ao celular, mantendo o circuito ativo.
O consumo de um carregador em modo de espera é de aproximadamente 0,5 watts por hora. Isso se traduz em cerca de R$ 0,18 por mês ou pouco mais de R$ 2 por ano. Embora esses valores possam parecer baixos, o impacto se torna significativo quando consideramos o número de carregadores em uso em residências e escritórios em todo o Brasil.
Com milhões de smartphones em operação no país, o desperdício coletivo pode ultrapassar R$ 500 milhões anualmente. Essa situação não apenas gera um impacto financeiro, mas também apresenta riscos à segurança. Carregadores que permanecem conectados podem superaquecer, o que pode danificar o aparelho e até provocar curtos-circuitos.
Retirar o carregador da tomada quando não estiver em uso é uma ação simples que pode evitar desperdícios, preservar o equipamento e contribuir para a segurança do ambiente. Essa prática pode ser um passo importante para reduzir o consumo desnecessário de energia elétrica e os riscos associados.
Além disso, a conscientização sobre o consumo de energia é fundamental. A sociedade pode se mobilizar para promover campanhas educativas que incentivem a economia de energia e a segurança no uso de eletrônicos. A união em torno de causas como essa pode gerar mudanças significativas.
Vítimas de problemas relacionados ao consumo excessivo de energia podem precisar de apoio na recuperação e na conscientização sobre práticas seguras. Projetos que visem a educação e a prevenção devem ser estimulados pela sociedade civil, promovendo um ambiente mais seguro e sustentável para todos.

Fabricantes de máquinas agrícolas, como John Deere e New Holland, estão inovando com tratores movidos a etanol e biometano, promovendo a descarbonização e redução de custos no setor. A transição para tecnologias limpas avança rapidamente no Brasil, com foco em atender a demanda global por soluções sustentáveis.

O ESG Summit 2025, promovido pela EXAME, enfatizou a urgência de ações coordenadas contra a crise climática, destacando o papel do Brasil e a importância do engajamento social. O evento abordou soluções para adaptação urbana, saneamento e desigualdades sociais, com a participação de líderes do setor público e privado.

O ano de 2024 registrou a temperatura média da Terra acima de 1,5°C, superando as previsões do Acordo de Paris. O documentário "Sem Retorno" destaca a urgência de zerar emissões de carbono até 2040 para evitar catástrofes.

Anitta protesta contra leilão de áreas verdes em Salvador, destacando a importância da preservação ambiental. A Justiça já suspendeu um leilão no Morro do Ipiranga, enquanto o prefeito Bruno Reis defende a venda como uma forma de gerar recursos.

O cerrado brasileiro registrou uma queda de 20% nos alertas de desmatamento, enquanto a Amazônia teve a segunda menor área destruída desde 2015, apesar de um leve aumento. Dados do Deter mostram avanços na proteção ambiental.

Quarenta e três pinguins juvenis foram encontrados mortos no litoral de São Paulo, enquanto quatro foram resgatados para reabilitação, destacando os desafios da migração de 2025. O Instituto Argonauta alerta para a importância da proteção da fauna marinha.