A Casa Mário de Andrade, em São Paulo, foi renovada e ampliada, agora com acessibilidade e novas exposições, buscando conectar-se mais com a comunidade local e atrair visitantes. A reabertura, ocorrida em maio, marca uma nova fase para o espaço cultural, que preserva a memória do intelectual e promove atividades diversificadas.

Recentemente, a Casa Mário de Andrade, localizada na Barra Funda, passou por uma renovação significativa, ampliando seu espaço e melhorando a acessibilidade. Este importante patrimônio cultural de São Paulo, onde o intelectual viveu e deixou um vasto acervo, reabriu suas portas em maio com novas exposições e atividades culturais voltadas para a comunidade.
O conjunto de três sobrados centenários, que abriga a casa, é uma extensão das ideias de Mário de Andrade. A pesquisadora Telê Ancona Lopez, referência em estudos sobre o autor, destaca que a casa era considerada por ele como a sua "morada do coração perdido". A renovação incluiu a anexação dos sobrados vizinhos, aumentando o espaço disponível e permitindo uma nova interação com o entorno.
A nova entrada da casa agora é acessível a todos, com rampas e elevadores, facilitando a visitação. O espaço conta com o Caffè Ristoro, onde antes havia a cozinha, e novas salas expositivas. Além disso, um auditório está em fase de finalização, e um deque no pátio, chamado "Jardim de Bebês", está sendo construído. A casa agora oferece uma programação diversificada, incluindo mesas-redondas, shows e oficinas para todas as idades.
As exposições temporárias e permanentes na casa incluem móveis originais de Mário de Andrade, como sua escrivaninha herdada do pai. Embora muitos objetos sejam réplicas, a curadoria busca remeter ao passado do espaço, utilizando projeções e vídeos. A casa preserva características da época do intelectual, mantendo a ornamentação das paredes e da fachada, enquanto outras partes foram modificadas ao longo dos anos.
A Casa Mário de Andrade não é apenas um local de visitação, mas um espaço de convivência e aprendizado. A arquiteta Marcela Rezek, coordenadora da casa, enfatiza a importância de aproximar a comunidade local e atrair turistas. A programação inclui eventos como a exposição "Eu mesmo, carnaval", que contará com a apresentação da escola de samba Mocidade Alegre, em 9 de novembro.
Com a revitalização da Casa Mário de Andrade, a cultura e a história de São Paulo ganham um novo fôlego. Projetos que valorizam o patrimônio cultural e promovem a inclusão social são essenciais para a preservação da memória coletiva. A união da comunidade pode impulsionar iniciativas que garantam a continuidade desse legado cultural, fortalecendo a identidade e a história da cidade.

Café com as CEOs debateu empreendedorismo e menopausa em evento promovido pelo Valor e Marie Claire, reunindo setenta líderes femininas em São Paulo. Informação e políticas públicas foram enfatizadas.

Fernando Magrin, fundador do bloco MinhoQueens, reflete sobre sua trajetória aos 60 anos, enfrentando homofobia e etarismo, e destaca a Parada do Orgulho LGBT+ de 2025, que abordará o envelhecimento na comunidade.

O livro "Clara Pandolfo: uma cientista da Amazônia", de Murilo Fiuza de Melo, será lançado em setembro em Belém, ressaltando a importância de Clara na preservação da Amazônia e no manejo sustentável. A obra destaca como, em 1973, Clara idealizou o uso de imagens de satélite para monitorar o desmatamento, defendendo políticas que priorizassem a floresta e a renda local, desafiando a visão agropecuária da época. Suas ideias, esquecidas por décadas, foram parcialmente resgatadas em 2006 com a Lei de Gestão de Florestas Públicas.

Adriana Gomes Siqueira Campos Baceti, após uma hemorragia pós-parto, destaca a importância da doação de sangue que a salvou. Sua história inspira a conscientização sobre esse ato altruísta.

A conexão social é vital para a saúde mental e física, com estudos da Universidade de Oregon e da Universidade do Sul da Austrália mostrando que o pertencimento comunitário reduz sintomas de ansiedade e depressão.

Tragédia no Rio Guadalupe, Texas, resultou na morte de 27 meninas e monitoras em enchentes, evidenciando a falta de investimento em sistemas de alarme e serviços meteorológicos. A inação governamental e a promessa não cumprida de financiamento para adaptação às mudanças climáticas são alarmantes.