Cascas de banana, frequentemente descartadas, são valiosas para o cultivo doméstico, servindo como adubo natural e repelente de pragas. Essa prática sustentável enriquece o solo e protege as plantas.

O reaproveitamento de resíduos orgânicos, como as cascas de banana, tem ganhado destaque entre aqueles que buscam práticas sustentáveis. Essas cascas são ricas em nutrientes essenciais, como potássio, cálcio e fósforo, que podem beneficiar o cultivo doméstico. Incorporá-las ao solo é uma forma simples e econômica de nutrir as plantas, promovendo um crescimento saudável em hortas e jardins.
Quando picadas e enterradas, as cascas de banana liberam nutrientes gradualmente, alimentando as raízes das plantas ao longo do tempo. Essa adubação orgânica não apenas melhora a estrutura do solo, mas também contribui para o vigor de flores, ervas e hortaliças. Assim, o uso consciente de resíduos alimentares se torna uma prática benéfica para o meio ambiente e para a produção de alimentos em casa.
Além de atuarem como fertilizantes naturais, as cascas de banana também ajudam no controle de pragas. O odor que elas emitem pode afastar pulgões e lesmas, comuns em hortas urbanas. Distribuir pequenos pedaços ao redor das plantas cria uma barreira natural, protegendo o cultivo sem a necessidade de produtos químicos.
Para quem já pratica compostagem, incluir cascas de banana é uma excelente estratégia. Elas equilibram a proporção de materiais úmidos e secos, acelerando o processo de decomposição e aumentando o valor nutricional do composto final. Essa prática não só reduz o desperdício, mas também enriquece o solo, tornando-o mais fértil.
Em tempos de consumo consciente, dar uma nova função às cascas de banana é um gesto que pode fazer a diferença. Essa abordagem não apenas contribui para a saúde do planeta, mas também para a qualidade dos alimentos cultivados em casa. A conscientização sobre o reaproveitamento de resíduos é fundamental para promover um estilo de vida mais sustentável.
Iniciativas que incentivam o uso de resíduos orgânicos podem ser fortalecidas pela união da comunidade. Projetos que visam educar e promover práticas sustentáveis têm o potencial de impactar positivamente o meio ambiente e a saúde pública. A colaboração entre indivíduos e grupos pode transformar pequenas ações em grandes mudanças.

Brasília avança com o programa "Vai de Bike", que prevê a construção de 270 quilômetros de ciclovias, visando melhorar a mobilidade urbana e a segurança dos ciclistas na capital. A participação da população na atualização do Plano Diretor de Transporte Urbano é fundamental para garantir infraestrutura adequada e conscientização no trânsito.
Ibama capacita 49 profissionais em Ilhéus/BA para emergências ambientais, focando em derramamentos de óleo. A iniciativa visa fortalecer a resposta a crises ambientais no litoral nordestino.

Pesquisadores da Universidade da Pensilvânia descobriram que a forma de despejar água no café impacta a extração do sabor, recomendando um fluxo constante e de altura elevada para otimizar o preparo. Essa técnica não só melhora o sabor, mas também reduz o desperdício, contribuindo para a sustentabilidade na produção de café.

Cientistas reviveram o verme Panagrolaimus kolymaensis, congelado por 46 mil anos no permafrost siberiano, revelando novas possibilidades para criopreservação e conservação de espécies. Essa descoberta pode revolucionar a biomedicina e a preservação da vida em condições extremas.

Reservatórios da Região Metropolitana de São Paulo estão com 41,1% da capacidade, o menor nível desde a crise hídrica de 2014-2015. A Sabesp garante que não há risco de desabastecimento, mas pede uso consciente da água.
O Mato Grosso sediou o Congresso Internacional de Gestão de Incêndios Florestais, onde o Ibama destacou a importância do Manejo Integrado do Fogo e sua atuação em missões internacionais, como no apoio ao Canadá em 2023. O evento reuniu especialistas de diversos países e reforçou a cooperação entre instituições para enfrentar os desafios das mudanças climáticas.