Pesquisadores destacam que as cascas de laranja, antes descartadas, são ricas em compostos que protegem o coração e melhoram a digestão, revelando seu valor nutricional. Incorporá-las à dieta pode reduzir o desperdício e promover saúde.

Pesquisadores descobriram que as cascas de laranja, frequentemente descartadas, são ricas em compostos benéficos para a saúde. Um estudo publicado no Journal of Agricultural and Food Chemistry revelou que esses bioativos ajudam a proteger o coração e a melhorar a digestão. Entre os principais benefícios, destaca-se a capacidade das cascas de inibir a produção do N-óxido de trimetilamina (TMAO), substância relacionada ao aumento do risco de hipertensão e acidentes vasculares cerebrais.
Além de seus efeitos cardiovasculares, as cascas de laranja são uma excelente fonte de vitamina C, fibras e antioxidantes. Essa combinação é eficaz no combate a inflamações, na melhora da circulação sanguínea e na neutralização de radicais livres, que contribuem para o envelhecimento celular e diversas doenças crônicas. As fibras presentes nas cascas também favorecem o bom funcionamento intestinal, ajudando a prevenir a constipação.
Incorporar as cascas de laranja na alimentação é simples e saboroso. As raspas podem ser adicionadas a bolos, biscoitos e sobremesas, conferindo um toque cítrico. Além disso, é possível preparar chás e infusões fervendo pedaços da casca em água, ou ainda cozinhar as cascas com açúcar e especiarias para fazer compotas e geleias. Essas opções não apenas aproveitam um alimento que seria desperdiçado, mas também trazem benefícios à saúde.
Entretanto, é importante tomar alguns cuidados antes de consumir as cascas. É fundamental lavá-las bem para remover agrotóxicos e, sempre que possível, optar por frutas orgânicas. O consumo deve ser moderado, e pessoas com restrições alimentares ou problemas de saúde devem consultar um nutricionista ou médico antes de incluí-las na dieta.
Aproveitar as cascas de laranja não é apenas uma escolha saudável, mas também uma atitude sustentável. Reduzir o desperdício de alimentos é essencial para um estilo de vida mais consciente. Ao incluir as cascas na rotina alimentar, as pessoas não apenas cuidam da saúde, mas também contribuem para a preservação do meio ambiente.
Essa mudança de hábito pode inspirar iniciativas que promovam a conscientização sobre a redução do desperdício e a valorização de alimentos. A união da sociedade civil pode fazer a diferença, incentivando práticas que beneficiem tanto a saúde individual quanto a coletiva, além de promover um futuro mais sustentável.

Foi aprovado o Projeto de Lei nº 2816/24, que permite o uso de água de fontes alternativas no Rio de Janeiro, visando garantir acesso à água potável. A medida, proposta pelo vereador Vitor Hugo (MDB), busca beneficiar a população sem acesso à rede de abastecimento, assegurando a potabilidade através de testes laboratoriais. O projeto agora aguarda sanção do prefeito Eduardo Paes.

Estudo da Unicamp revela a presença de 14 agrotóxicos na água da chuva em São Paulo, incluindo substâncias proibidas, alertando para riscos à saúde e contaminação ambiental. A pesquisa destaca a dispersão de contaminantes em áreas urbanas e rurais.

Em março de 2025, Goiânia registrou uma queda de 62% na precipitação, totalizando apenas 97,0 mm, enquanto as temperaturas médias superaram a normal em até 2,5°C, impactando o clima local.

A Apoena promove neste sábado (10) a terceira edição do evento Global Big Day em Presidente Epitácio, com observação de aves e café da manhã comunitário. O objetivo é conscientizar sobre a preservação ambiental e valorizar a biodiversidade local.

A migração das baleias jubarte para o litoral do Rio de Janeiro gera preocupações após a descoberta de uma jubarte morta, evidenciando a falta de fiscalização nas regras de convivência. Ambientalistas alertam para o estresse causado por barcos que cercam os animais, enquanto a recuperação da espécie desde os anos 80 aumenta os avistamentos. A diminuição do krill na Antártida pode estar alterando o comportamento das jubartes, que buscam alimento mais próximo da costa.

O veto parcial à nova lei de licenciamento ambiental pode comprometer as metas do Novo Marco do Saneamento Básico, segundo a Abcon Sindcon. Com 518 processos pendentes em São Paulo, a burocracia atrasa a universalização do saneamento.