Pesquisadores destacam que as cascas de laranja, antes descartadas, são ricas em compostos que protegem o coração e melhoram a digestão, revelando seu valor nutricional. Incorporá-las à dieta pode reduzir o desperdício e promover saúde.

Pesquisadores descobriram que as cascas de laranja, frequentemente descartadas, são ricas em compostos benéficos para a saúde. Um estudo publicado no Journal of Agricultural and Food Chemistry revelou que esses bioativos ajudam a proteger o coração e a melhorar a digestão. Entre os principais benefícios, destaca-se a capacidade das cascas de inibir a produção do N-óxido de trimetilamina (TMAO), substância relacionada ao aumento do risco de hipertensão e acidentes vasculares cerebrais.
Além de seus efeitos cardiovasculares, as cascas de laranja são uma excelente fonte de vitamina C, fibras e antioxidantes. Essa combinação é eficaz no combate a inflamações, na melhora da circulação sanguínea e na neutralização de radicais livres, que contribuem para o envelhecimento celular e diversas doenças crônicas. As fibras presentes nas cascas também favorecem o bom funcionamento intestinal, ajudando a prevenir a constipação.
Incorporar as cascas de laranja na alimentação é simples e saboroso. As raspas podem ser adicionadas a bolos, biscoitos e sobremesas, conferindo um toque cítrico. Além disso, é possível preparar chás e infusões fervendo pedaços da casca em água, ou ainda cozinhar as cascas com açúcar e especiarias para fazer compotas e geleias. Essas opções não apenas aproveitam um alimento que seria desperdiçado, mas também trazem benefícios à saúde.
Entretanto, é importante tomar alguns cuidados antes de consumir as cascas. É fundamental lavá-las bem para remover agrotóxicos e, sempre que possível, optar por frutas orgânicas. O consumo deve ser moderado, e pessoas com restrições alimentares ou problemas de saúde devem consultar um nutricionista ou médico antes de incluí-las na dieta.
Aproveitar as cascas de laranja não é apenas uma escolha saudável, mas também uma atitude sustentável. Reduzir o desperdício de alimentos é essencial para um estilo de vida mais consciente. Ao incluir as cascas na rotina alimentar, as pessoas não apenas cuidam da saúde, mas também contribuem para a preservação do meio ambiente.
Essa mudança de hábito pode inspirar iniciativas que promovam a conscientização sobre a redução do desperdício e a valorização de alimentos. A união da sociedade civil pode fazer a diferença, incentivando práticas que beneficiem tanto a saúde individual quanto a coletiva, além de promover um futuro mais sustentável.

A poluição plástica no Brasil, com 3,4 milhões de toneladas geradas anualmente e apenas 13% recicladas, demanda uma resposta urgente. A economia circular pode transformar resíduos em recursos, gerando empregos e inclusão social, mas requer políticas públicas e investimentos adequados.

Pesquisadores da Universidade Federal do ABC analisaram sedimentos do Lago das Garças e revelaram a evolução da poluição por metais em São Paulo ao longo do século XX. O estudo destaca a queda do chumbo após 1986, evidenciando o impacto positivo de políticas ambientais.

Representante do Ibama participou de curso intensivo nos EUA sobre resposta a emergências com produtos perigosos, aprimorando habilidades em contenção e uso de equipamentos de proteção individual. A capacitação reforça a atuação técnica em incidentes ambientais.

Um novo modelo chamado X DRO foi desenvolvido para otimizar a produção de hidrogênio verde, superando incertezas nas fontes de energia renovável e oferecendo soluções mais econômicas e confiáveis. O estudo, liderado por Luis Oroya da Universidade Estadual de Campinas, propõe uma abordagem robusta que considera cenários extremos, garantindo a viabilidade econômica e a continuidade operacional em sistemas complexos.

O programa Combustível do Futuro pode reduzir a gasolina em até R$ 0,13 por litro ao aumentar a mistura de etanol anidro para 30%. A medida, anunciada pelo ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, visa fortalecer a economia e a segurança energética do Brasil, além de aumentar a demanda por etanol em 1,5 bilhão de litros. A transição requer investimento de R$ 9 bilhões e pode evitar a emissão de 1,7 milhão de toneladas de gases de efeito estufa anualmente.

A Praia de Botafogo é considerada própria para banho, com águas limpas e avistamento de tartarugas marinhas, após intervenções de saneamento. O Inea confirma a melhoria na balneabilidade, atraindo cariocas e turistas.