A Companhia Energética de Brasília (CEB) e a Secretaria de Educação do DF firmaram convênio para construir usina solar no Mangueiral, com investimento de R$ 40 milhões e economia anual de R$ 10 milhões. A usina terá capacidade de 10 megawatts-pico (MWp), gerando energia para 400 escolas públicas, representando 60% da demanda da rede de ensino local. O governador Ibaneis Rocha destacou a importância da energia limpa e a ampliação de fontes renováveis nos serviços públicos.

A Companhia Energética de Brasília (CEB), através da subsidiária CEB Participações, firmou um convênio com a Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) para a construção de uma usina solar fotovoltaica no Mangueiral. O projeto, que terá capacidade instalada de dez megawatts-pico (MWp), deve gerar cerca de vinte gigawatts-hora (GWh) anualmente, o que é suficiente para atender quatrocentas escolas públicas no DF, representando sessenta por cento da demanda energética da rede de ensino da capital.
O investimento total na usina será de R$ 40 milhões, provenientes da Secretaria de Educação. A expectativa é que a iniciativa gere uma economia de até R$ 10 milhões por ano para os cofres públicos, permitindo que esses recursos sejam direcionados a melhorias na infraestrutura escolar, beneficiando alunos e profissionais da educação no Distrito Federal.
A cerimônia de assinatura do convênio ocorreu no Palácio do Buriti e contou com a presença do governador do DF, Ibaneis Rocha, do presidente da CEB, Edison Garcia, e da secretária de Educação, Helvia Paranaguá. Durante o evento, o governador destacou que a proposta está alinhada à agenda de seu governo, que visa consolidar Brasília como referência em sustentabilidade e transição energética.
Ibaneis Rocha enfatizou a importância da energia limpa e mencionou programas em andamento, como a isenção do IPVA para veículos híbridos e elétricos, além da eletrificação dos ônibus no Plano Piloto. Ele expressou a intenção de expandir o uso de fontes renováveis nos serviços públicos, afirmando que o projeto de geração de energia para prédios públicos trará benefícios significativos para a população.
O presidente da CEB, Edison Garcia, ressaltou o papel da companhia na viabilização do projeto em parceria com a Secretaria de Educação, afirmando que a iniciativa representa um avanço na política de sustentabilidade da administração pública. A secretária Helvia Paranaguá também destacou que os recursos destinados à construção da usina são oriundos de superávit da secretaria, reafirmando o compromisso com a sustentabilidade e a gestão eficiente.
Iniciativas como essa devem ser apoiadas pela sociedade civil, pois promovem a sustentabilidade e a melhoria da educação. A união em torno de projetos que visam a geração de energia limpa pode impactar positivamente a vida de muitos, garantindo um futuro mais sustentável e eficiente para todos.

A empresa canadense The Metals Company, apoiada pelo governo dos EUA, planeja iniciar a mineração em águas internacionais, desafiando normas da ONU e gerando preocupações ambientais. Especialistas alertam que os riscos podem superar os benefícios.

Um estudo do Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF) revela que quatro Regiões Administrativas (RAs) se destacam em sustentabilidade, enquanto a Estrutural apresenta desempenho regular. A análise abrange 35 RAs e será monitorada até 2026.
O Ibama concedeu a primeira licença prévia para um projeto de energia eólica offshore em Areia Branca, RN, com capacidade de 24,5 MW, destacando a importância da regulação ambiental na transição energética do Brasil.

A Câmara Municipal de Niterói aprovou projeto que proíbe venenos em espaços públicos, permitindo uso apenas por órgãos governamentais. A medida visa proteger animais e crianças, aguardando sanção do prefeito.

Carlos Bocuhy, presidente do Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental, solicita ao presidente Lula que vete o Projeto de Lei 2.159/2021, que altera o licenciamento ambiental, alertando para riscos climáticos e sociais. O PL propõe um licenciamento autodeclaratório, permitindo que empreendedores assumam responsabilidades sem critérios rigorosos, o que pode levar a um retrocesso ambiental e à especulação econômica. A proposta ignora a emergência climática e compromete biomas essenciais, afetando a segurança alimentar e hídrica no Brasil.

A Câmara Municipal de São Paulo retoma suas atividades com uma audiência pública no dia 5, que discutirá a construção de prédios de até 48 metros no Instituto Butantan, gerando polêmica entre moradores e autoridades. A proposta, que visa expandir a produção de vacinas, enfrenta resistência devido a preocupações ambientais. O vereador Nabil Bonduki sugere limitar a construção a 20% do terreno, enquanto o líder do governo, Fábio Riva, promete uma nova versão do projeto para reduzir o impacto ambiental.