O Censo da Força de Trabalho em Saúde (CFTS) foi lançado pelo Ministério da Saúde, visando coletar dados sobre profissionais de saúde no Brasil, começando por um projeto-piloto no DF e MS. A iniciativa busca incluir trabalhadores invisibilizados e atualizar o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), promovendo equidade e reconhecimento no Sistema Único de Saúde (SUS).

O Censo da Força de Trabalho em Saúde (CFTS) foi lançado pelo Ministério da Saúde do Brasil, com o objetivo de coletar dados sobre trabalhadores da saúde em todo o país. A iniciativa começa com um projeto-piloto no Distrito Federal (DF) e em Mato Grosso do Sul (MS), priorizando a inclusão de profissionais frequentemente invisibilizados, como os que atuam nas áreas de limpeza e alimentação. Essa ação visa criar um retrato detalhado da força de trabalho no Sistema Único de Saúde (SUS), fornecendo informações essenciais para o planejamento e gestão de políticas públicas.
O CFTS é considerado uma medida estratégica para garantir a equidade e o reconhecimento do papel dos profissionais de saúde. A coleta de dados incluirá informações sobre formação, funções e locais de atuação, permitindo que o Ministério da Saúde desenvolva políticas mais justas e inclusivas. A coordenadora-geral de Políticas Remuneratórias e Planejamento da Força de Trabalho na Saúde, Lívia Angeli, destacou que a pesquisa é inédita e busca atualizar o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), um patrimônio público que deve refletir a realidade do setor.
A coleta de dados será realizada de forma presencial e remota, adaptando-se às particularidades de cada local. Serão utilizadas metodologias complementares, como entrevistas por telefone e videoconferência, além do preenchimento de planilhas eletrônicas. Essa abordagem permitirá alcançar regiões com desafios logísticos, como Distritos Sanitários Especiais Indígenas e unidades de saúde em áreas rurais e urbanas vulneráveis.
Desde 2024, o Ministério da Saúde também promove um curso de formação para recenseadores, capacitando profissionais que já atuam com o CNES. Até o momento, foram qualificados sessenta e cinco recenseadores, que desempenharão um papel crucial na coleta de dados. A expectativa é que, ao final do censo, todos os estabelecimentos de saúde do Brasil sejam visitados, contribuindo para um panorama mais completo da força de trabalho em saúde.
O censo pretende visitar mais de doze mil estabelecimentos de saúde nos dois estados, com uma equipe composta por recenseadores e articuladores regionais. Os resultados serão divulgados pelo Ministério da Saúde em parceria com as Secretarias de Saúde do DF e do MS, proporcionando uma visão abrangente sobre a força de trabalho no setor.
Essa iniciativa é uma oportunidade para que a sociedade civil se una em prol do fortalecimento da saúde pública. O apoio a projetos que visem a melhoria das condições de trabalho e a valorização dos profissionais de saúde é fundamental para garantir um sistema de saúde mais eficiente e justo para todos. Juntos, podemos fazer a diferença e promover mudanças significativas na vida daqueles que atuam na linha de frente do atendimento à população.

A Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 1862/24, que institui o Programa Nacional de Combate à Desnutrição Oncológica, visando garantir nutrição adequada a pacientes de baixa renda com câncer. A relatora, deputada Rogéria Santos, destacou que a desnutrição compromete a qualidade de vida e a eficácia dos tratamentos. O programa, que será integrado à Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer, prevê rastreamento e acompanhamento nutricional para pacientes. A proposta ainda precisa passar pelas comissões de Finanças e Tributação, e de Constituição e Justiça, antes de ser votada no Senado.

A Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) inicia capacitações em agosto para profissionais de saúde sobre violência doméstica e lança folder com sinais de alerta. A ação visa salvar vidas e reforçar a responsabilidade coletiva no enfrentamento da violência contra a mulher.

Cerca de 57 milhões de brasileiros residem em municípios com desenvolvimento baixo ou crítico, principalmente no Norte-Nordeste, refletindo a ineficácia das políticas públicas. A responsabilidade recai sobre as prefeituras, que enfrentam desafios em saúde e educação.

Donald Trump impôs uma tarifa de 50% sobre o açaí brasileiro, tornando o fruto um artigo de luxo nos EUA e ameaçando 300 mil empregos no Pará, maior produtor e exportador do Brasil. A medida pode agravar desigualdades sociais e comprometer a sustentabilidade econômica das comunidades amazônicas.

Na próxima quarta-feira (6), São Paulo receberá a pré-estreia de "A Melhor Mãe do Mundo", de Anna Muylaert, com debate após a exibição. O filme, que aborda maternidade e vulnerabilidade, estreia oficialmente em 7 de agosto.

A partir de 1º de setembro, pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) poderão ser atendidos gratuitamente por planos de saúde, convertendo dívidas em serviços. A medida visa reduzir a espera por atendimentos especializados em áreas como oncologia e cardiologia, com expectativa de R$ 750 milhões em serviços.