Censo Escolar de 2024 aponta que 6.658 escolas no Brasil carecem de água potável, afetando 744 mil alunos. O projeto "Sede de Aprender" busca soluções para essa crise em junho de 2025.

Um levantamento do Censo Escolar de 2024 revelou que seis mil seiscentas e cinquenta e oito das cento e oitenta e uma mil e sessenta e cinco escolas de educação básica no Brasil, ou seja, 3,67%, não têm acesso a água potável. Essa situação impacta diretamente a saúde de setecentas e quarenta e quatro mil crianças e adolescentes. Para enfrentar esse desafio, o Exército Brasileiro tem realizado a distribuição de água potável por meio de carro-pipa.
Os dados foram coletados em um projeto desenvolvido pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), pela Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon) e pelo Instituto Rui Barbosa (IRB). Entre os dias dois e seis de junho de dois mil e vinte e cinco, os Tribunais de Contas e o CNMP realizarão visitas técnicas nas escolas sem acesso à água potável, com o intuito de estudar e propor soluções para a questão do saneamento.
A iniciativa, denominada "Sede de Aprender", busca não apenas garantir água potável, mas também promover um ambiente escolar mais seguro e inclusivo. O conselheiro Cezar Miola, coordenador da Comissão de Educação da Atricon, destacou que a falta de saneamento e água potável compromete a saúde e o processo educativo dos alunos.
O projeto "Sede de Aprender" foi criado pelo Ministério Público de Alagoas e firmou um acordo em dois mil e vinte e três com o CNMP, a Atricon e o IRB. Alinhado à Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU), o projeto visa a universalização do saneamento nas escolas, através de ações educativas, formativas e de fiscalização.
Com a realização das visitas técnicas, espera-se que sejam identificadas soluções práticas e viáveis para a falta de água potável nas escolas. A mobilização de diferentes entidades é fundamental para que a questão do saneamento nas instituições de ensino seja tratada com a seriedade que merece.
Nessa situação, a união da sociedade civil pode fazer a diferença, contribuindo para que as escolas sem acesso a água potável recebam o suporte necessário. Projetos que visem melhorar as condições de saúde e educação nas escolas devem ser incentivados e apoiados por todos.

Joildo Santos, fundador do Grupo Cria Brasil, conecta empresas e favelas, promovendo cultura e oportunidades em mais de 350 comunidades. Sua trajetória destaca a importância da comunicação autêntica e do empreendedorismo local.

Durante a 11ª edição do Power Trip Summit, promovido por Marie Claire, empresárias como Marina Sena e Flora Gil discutiram inovação e ética nos negócios, destacando o sucesso do festival AFROPUNK em Salvador. O evento, que reuniu líderes femininas, enfatizou a importância da diversidade e da colaboração no setor cultural.

Profissionais da comunicação se encontram em Paraisópolis para a terceira edição do Favela Cria, abordando inovação e mídia comunitária. O evento inclui workshops e apresentação musical de Crioleza, promovendo impacto social.

Ministério da Saúde lança editais para residência médica, oferecendo três mil bolsas em áreas carentes e apoio a especialistas em seis especialidades prioritárias, visando reduzir a desigualdade no atendimento do SUS.

O Ministério da Educação (MEC) elevou o teto de financiamento do Fies para Medicina de R$ 60 mil para R$ 78 mil, a partir do 2º semestre de 2025, mas estudantes ainda enfrentam dificuldades financeiras.

O projeto Música nos Hospitais, da Associação Paulista de Medicina, ampliará seu alcance em 2025, incluindo apresentações para estudantes da rede pública de São Paulo. A Orquestra do Limiar, sob a regência do médico e maestro Samir Rahme, se apresentará para cerca de 150 alunos e professores, oferecendo uma experiência musical única. A iniciativa, que já beneficiou mais de 200 instituições de saúde desde 2004, agora busca também impactar a juventude, promovendo o acesso à música e seus benefícios.