Chef Saulo Jennings lidera a programação gastronômica da COP 30 em Belém, prometendo pratos amazônicos para líderes mundiais, com foco em sustentabilidade e visibilidade da culinária brasileira.

O Brasil se prepara para sediar a COP 30, conferência climática que ocorrerá em Belém do Pará entre os dias 10 e 21 de novembro. O chef Saulo Jennings, um dos organizadores da programação gastronômica, planeja servir pratos típicos da Amazônia, como peixe filhote na brasa, para líderes mundiais. Jennings, que foi eleito o primeiro Embaixador Gastronômico da ONU Turismo, destaca a importância da gastronomia na diplomacia e na promoção da sustentabilidade.
Embora ainda não haja confirmação sobre a lista de convidados, Jennings espera impressionar figuras como o presidente da Rússia, Vladimir Putin, e o presidente da China, Xi Jinping. O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, já fez pedidos específicos, como a utilização de seu barco-restaurante em Santarém para encontros bilaterais durante o evento.
Com dois anos de preparação, Jennings já definiu um dos pratos principais: um peixe filhote inteiro na brasa, que pesa cerca de cinquenta quilos. Ele já serviu essa iguaria ao presidente Lula, que aprovou o prato. O chef também tem experiência em eventos internacionais, tendo assinado o jantar inaugural da COP 28 em Dubai, onde apresentou pratos como tacacá e pirarucu assado.
Para diversificar a oferta gastronômica, Jennings convidou chefs renomados de São Paulo, como Bel Coelho e Jefferson Rueda. Coelho planeja criar pratos que misturam a culinária brasileira com ingredientes amazônicos, enquanto Rueda deve trazer suas especialidades para o evento. A ideia é garantir que a cozinha de diferentes regiões do Brasil tenha visibilidade durante a conferência.
A sustentabilidade é um dos pilares da programação gastronômica, e Jennings enfatiza a escolha consciente dos ingredientes, evitando aqueles que estão em risco de extinção. Ele acredita que a gastronomia pode desempenhar um papel crucial na bioeconomia e na preservação dos biomas nativos, e pretende usar a visibilidade da COP para promover centros de pesquisa na Amazônia.
Além de se preparar para a COP 30, Jennings está aprimorando seus restaurantes no Pará, investindo em treinamento para colaboradores e em louças personalizadas. O chef Thiago Castanho, que também está se preparando para o evento, espera que sua criação de atum cru com ingredientes locais atraia a atenção dos visitantes. Essa é uma oportunidade para mostrar a riqueza da Amazônia e derrubar estereótipos, destacando a importância de iniciativas que valorizem a cultura local e a gastronomia.

Criptomoedas, como o Bitcoin, enfrentam críticas pelo alto consumo energético da mineração, mas novas abordagens, como a Prova de Participação e o uso de energia renovável, oferecem soluções sustentáveis. O Brasil, com sua matriz energética limpa, pode se destacar, embora desafios regulatórios ainda persistam.

Um filhote de rolinha-do-planalto nasceu no Parque das Aves, em Foz do Iguaçu, representando a primeira reprodução da espécie em cativeiro. A população da ave, criticamente ameaçada, é estimada em apenas 15 indivíduos na natureza. O feito histórico reacende esperanças na conservação da espécie, que chegou a ser considerada extinta por 75 anos. A equipe do parque, em parceria com a SAVE Brasil, trabalha para criar uma população estável e geneticamente diversa, visando a reintrodução no Cerrado.

Reunião entre a Secretaria Nacional de Segurança Hídrica e a Secretaria de Recursos Hídricos de Pernambuco definiu manutenções no Eixo Leste do Projeto de Integração do Rio São Francisco, garantindo abastecimento contínuo. A manutenção de quatro bombas anfíbias e um novo sistema de bombeamento flutuante, com investimento de R$ 290 mil, visa assegurar o fornecimento de água em regiões afetadas pela seca.

Pablito Aguiar lança "Água até aqui", um livro que narra histórias de sobrevivência da enchente no Rio Grande do Sul em 2024, destacando a luta de pessoas e um cavalo afetados pela tragédia climática. A obra, com 136 páginas, é uma reflexão sobre o impacto das mudanças climáticas e a resiliência humana.
O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) anunciou a licitação de R$ 24,4 milhões para recuperar o Dique Negreiros, visando resolver problemas de infiltração e garantir a eficiência hídrica no semiárido.

A museômica está revolucionando a pesquisa científica ao permitir a extração de DNA de espécimes históricos, reclassificando espécies como as rãs-foguete da Mata Atlântica. O professor Taran Grant destaca que essa técnica revaloriza acervos de museus, essenciais para a conservação da biodiversidade.