A Oca do parque Ibirapuera apresenta a exposição "Chico Bento e os Guardiões da Natureza", que ensina crianças sobre meio ambiente e saneamento até 3 de agosto. Com atividades interativas e audiovisuais, a mostra destaca a importância da preservação ambiental.

A nova exposição "Chico Bento e os Guardiões da Natureza" foi inaugurada na Oca do parque Ibirapuera, em São Paulo, e ficará em cartaz até 3 de agosto. Destinada ao público infantil, a mostra aborda temas de preservação ambiental e saneamento, utilizando recursos audiovisuais e atividades interativas em cinco ambientes distintos.
O percurso da exposição começa no espaço “Tudo Começa com a Natureza”, que recria um cenário rural com galinheiro, árvores e pomar. Os visitantes têm a oportunidade de montar um espantalho interativo enquanto escutam mensagens do personagem Chico Bento, criado por Mauricio de Sousa, sobre a importância da preservação da natureza e do uso consciente da água.
Na sequência, uma sala apresenta projeções de um rio e animações que reagem ao movimento do público, ilustrando como a falta de infraestrutura básica impacta o meio ambiente e a saúde pública. O módulo seguinte detalha o ciclo da água, permitindo que os visitantes montem um quebra-cabeça digital sobre o percurso da água até a torneira, com explicações em vídeo do personagem.
O espaço "Limpando o Rio – Cuidar da Água é Cuidar da Vida" simula um rio projetado no chão, onde resíduos aparecem gradualmente. Os participantes podem interagir em uma coleta seletiva em telas, recebendo informações sobre a importância do descarte correto de resíduos e a preservação dos rios.
A mostra finaliza em um ambiente de descanso, com vegetação cenográfica e sons de água corrente, além de um cenário para fotos com personagens da Turma da Mônica. A entrada é feita pelos portões 2 e 3 do parque, acessível por diversas linhas de ônibus e pela linha-5 lilás do metrô, com estacionamento disponível.
Com ingressos a partir de R$ 42 (inteira popular), a exposição é uma oportunidade valiosa para educar as crianças sobre questões ambientais. Projetos que promovem a conscientização e a educação ambiental são essenciais e podem ser fortalecidos com o apoio da sociedade civil, contribuindo para um futuro mais sustentável.

O mês de junho no Rio de Janeiro foi marcado por eventos culturais e sociais, como o 1º Encontro de Mídias Periféricas, o Festival LED Luz na Educação e a 9ª edição do Rio Refugia, promovendo diálogos sobre educação e inclusão. Essas iniciativas destacam a importância da valorização das vozes periféricas e a transformação social por meio da cultura.

O Cartão de TODOS e o AmorSaúde inauguram unidade em Olímpia (SP), expandindo para cidades menores com atendimento híbrido e foco em inclusão. A iniciativa visa democratizar o acesso à saúde e gerar empregos locais.

O prefeito Eduardo Paes anunciou a criação do Bosque Fazenda da Baronesa na Fazenda da Taquara, transformando o espaço em um centro cultural interativo para a população. A fazenda, tombada desde 1938, deixará de receber visitas gratuitas.

A FAPESP anunciará uma nova chamada pública para financiar o sequenciamento de mais 15 mil genomas, totalizando 36 mil, com foco na saúde da população brasileira. O objetivo é integrar novos grupos de pesquisa ao Genoma SUS.

O Museu Kuahí dos Povos Indígenas do Oiapoque reabre após doze anos, com reformas e um acervo digitalizado na plataforma Tainacan, promovendo a cultura indígena e atraindo turistas. A iniciativa visa fortalecer a identidade cultural e as relações entre indígenas e visitantes.

A primeira-dama Janja reafirmou sua posição em defesa da regulamentação das redes sociais, desafiando críticas após mencionar o TikTok em encontro com Xi Jinping. Ela destacou a importância de proteger crianças e adolescentes.