Pesquisadores da Universidade da Pensilvânia descobriram que a forma de despejar água no café impacta a extração do sabor, recomendando um fluxo constante e de altura elevada para otimizar o preparo. Essa técnica não só melhora o sabor, mas também reduz o desperdício, contribuindo para a sustentabilidade na produção de café.

Pesquisadores da Universidade da Pensilvânia descobriram que a maneira como a água é despejada sobre o pó de café pode afetar significativamente a extração do sabor. O estudo, que combina princípios da química molecular e da física dos fluidos, visa otimizar o preparo do café, garantindo uma experiência mais rica e saborosa. A pesquisa sugere que um fluxo constante e de altura elevada é essencial para maximizar a extração dos compostos aromáticos.
Os cientistas realizaram experimentos utilizando partículas de gel de sílica em um funil de vidro para simular filtros de café. Os resultados mostraram que a água deve ser despejada de forma contínua, criando um “efeito avalanche” que redistribui o pó dentro do filtro. Essa técnica assegura que toda a superfície do pó seja atingida pela água, resultando em uma extração uniforme e um sabor mais intenso.
Os pesquisadores alertam sobre os erros comuns no preparo do café. Fluxos irregulares ou fracos podem comprometer a extração, deixando partes do pó secas e mal aproveitadas. Para evitar isso, é fundamental manter um fio contínuo de água, controlando o fluxo para que o pó não se acomode apenas em alguns pontos, o que pode levar a um desperdício de sabor.
Além de aprimorar a experiência sensorial, essa técnica também contribui para a sustentabilidade. Ao extrair mais sabor com menos grãos, há uma economia de matéria-prima, o que é especialmente relevante em um cenário de mudanças climáticas que afetam a produção de café em países como Brasil, Etiópia e Indonésia.
A proposta dos cientistas é que tanto a indústria quanto os consumidores adotem essas pequenas mudanças no preparo do café. Ajustes simples, como a altura e o fluxo da água, podem reduzir o desperdício e melhorar a qualidade da bebida, beneficiando tanto o paladar quanto o meio ambiente.
Essa descoberta pode inspirar iniciativas que promovam a conscientização sobre práticas sustentáveis no consumo de café. A união da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar projetos que visem a redução do desperdício e a valorização de métodos de preparo que respeitem o meio ambiente.

Em julho de 2025, o Brasil registrou a menor área queimada em sete anos, com 748 mil hectares, destacando o Cerrado como o mais afetado. A redução de 40% em relação a 2024 é um sinal positivo, mas a prevenção deve ser intensificada.

A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, defendeu a inclusão dos povos originários nas discussões sobre terras raras e reafirmou o veto do presidente Lula a trechos prejudiciais do PL de licenciamento ambiental. Silva destacou a urgência das ações climáticas e os compromissos do governo para a COP30, enfatizando a necessidade de consentimento prévio das comunidades afetadas.

Chefes de delegações de 27 países alertam sobre a falta de acomodações acessíveis para a COP30 em Belém, destacando a urgência de soluções para garantir a participação de todos. A inclusão é essencial para o sucesso do evento.

A fruticultura irrigada em Petrolina (PE) e Juazeiro (BA) se destaca pela crescente adoção de energia solar, com investimentos de R$ 30 bilhões desde 2021 e previsão de mais R$ 60 bilhões. A região se torna um polo de energia renovável, apesar dos desafios de infraestrutura e impactos ambientais.

No Dia Mundial dos Elefantes, celebrado em 12 de agosto, destaca-se a importância da conservação dessas espécies ameaçadas, com apenas 400 mil elefantes africanos e 40 mil asiáticos restantes. A data, criada em 2011, une mais de cem organizações em prol da preservação.

A Praia de Botafogo é considerada própria para banho, com águas limpas e avistamento de tartarugas marinhas, após intervenções de saneamento. O Inea confirma a melhoria na balneabilidade, atraindo cariocas e turistas.