Pesquisadores da Universidade da Pensilvânia descobriram que a forma de despejar água no café impacta a extração do sabor, recomendando um fluxo constante e de altura elevada para otimizar o preparo. Essa técnica não só melhora o sabor, mas também reduz o desperdício, contribuindo para a sustentabilidade na produção de café.

Pesquisadores da Universidade da Pensilvânia descobriram que a maneira como a água é despejada sobre o pó de café pode afetar significativamente a extração do sabor. O estudo, que combina princípios da química molecular e da física dos fluidos, visa otimizar o preparo do café, garantindo uma experiência mais rica e saborosa. A pesquisa sugere que um fluxo constante e de altura elevada é essencial para maximizar a extração dos compostos aromáticos.
Os cientistas realizaram experimentos utilizando partículas de gel de sílica em um funil de vidro para simular filtros de café. Os resultados mostraram que a água deve ser despejada de forma contínua, criando um “efeito avalanche” que redistribui o pó dentro do filtro. Essa técnica assegura que toda a superfície do pó seja atingida pela água, resultando em uma extração uniforme e um sabor mais intenso.
Os pesquisadores alertam sobre os erros comuns no preparo do café. Fluxos irregulares ou fracos podem comprometer a extração, deixando partes do pó secas e mal aproveitadas. Para evitar isso, é fundamental manter um fio contínuo de água, controlando o fluxo para que o pó não se acomode apenas em alguns pontos, o que pode levar a um desperdício de sabor.
Além de aprimorar a experiência sensorial, essa técnica também contribui para a sustentabilidade. Ao extrair mais sabor com menos grãos, há uma economia de matéria-prima, o que é especialmente relevante em um cenário de mudanças climáticas que afetam a produção de café em países como Brasil, Etiópia e Indonésia.
A proposta dos cientistas é que tanto a indústria quanto os consumidores adotem essas pequenas mudanças no preparo do café. Ajustes simples, como a altura e o fluxo da água, podem reduzir o desperdício e melhorar a qualidade da bebida, beneficiando tanto o paladar quanto o meio ambiente.
Essa descoberta pode inspirar iniciativas que promovam a conscientização sobre práticas sustentáveis no consumo de café. A união da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar projetos que visem a redução do desperdício e a valorização de métodos de preparo que respeitem o meio ambiente.

A Companhia do Metropolitano de São Paulo, o Metrô, firmou parceria para utilizar energia renovável a partir de 2027, prevendo economia de R$ 12 milhões anuais, e planeja expandir suas linhas em 20 quilômetros até 2028.

Uma turista de São Paulo sofreu ferimentos na mão após um ataque de tubarão-lixa em Fernando de Noronha. O ICMBio investiga a alimentação irregular de tubarões na área, prática proibida que ameaça o ecossistema local.

O Rio de Janeiro sediará o Fórum de Líderes Locais de 3 a 5 de novembro, reunindo prefeitos e governadores para discutir ações climáticas antes da COP30 em Belém. O evento visa fortalecer a liderança local na luta contra a crise climática, inspirando uma agenda colaborativa e ambiciosa.

A Usina Termelétrica Paulínia Verde transforma metano de aterros em eletricidade, contribuindo para a economia circular e a redução de emissões no Brasil. O projeto, que gera energia para 500 mil pessoas, pode expandir a produção de biometano, substituindo combustíveis fósseis.

A Prefeitura de São Paulo lançou o Pacote Verde, que inclui o plantio de 120 mil árvores e a modernização da frota de coleta de resíduos com veículos menos poluentes. O investimento totaliza R$ 40 bilhões em iniciativas sustentáveis.

Cetesb multou em R$ 370 mil duas empresas após derramamento de corante no Parque Botânico Tulipas, em Jundiaí, que resultou na morte de peixes e coloração de animais. O caso é investigado pelo Ministério Público.