A 20ª edição da CinePO — Mostra de Cinema de Ouro Preto começa em 25 de outubro, com exibição gratuita de 144 filmes e homenagens a Marisa Orth e outros. O evento destaca a memória do audiovisual brasileiro.

Começa nesta quarta-feira, 25 de outubro, a 20ª edição da CinePO — Mostra de Cinema de Ouro Preto. Durante cinco dias, a cidade histórica de Minas Gerais será palco da exibição de 144 filmes, com entrada gratuita. O evento, que se destaca por valorizar a memória do audiovisual brasileiro, terá sua abertura em praça pública, com a apresentação de três curtas-metragens emblemáticos do cinema nacional: "A mulher fatal encontra o homem ideal" (1987), de Carla Camurati; "A origem dos bebês segundo Kiki Cavalcanti" (1995), de Anna Muylaert; e "A má criada" (1993), de Sung Sfai.
Na programação deste ano, a CineOP prestará homenagens à atriz Marisa Orth, reconhecendo a contribuição das mulheres no humor do audiovisual brasileiro. Outros homenageados incluem o professor João Luiz Vieira, que receberá o Prêmio Preservação, e a educadora Maria Angélica Santos, agraciada com o Prêmio Cinema e Educação. Essas homenagens refletem a importância de reconhecer e valorizar as vozes femininas na indústria cinematográfica.
Uma das principais novidades para 2025 é a introdução da mostra competitiva "Arquivos em questão", que apresentará cinco longas-metragens que utilizam imagens de arquivo de maneira criativa. Entre os filmes selecionados estão "Ruminantes", de Tarsila Araújo e Marcelo Melo; "Um olhar inquieto", de Jorge Bodanzky e Liliane Maia; "Itatira", de André Luís Garcia; "Paraíso", de Ana Rieper; e "Meu pai e eu", de Thiago Boulin.
Além das exibições, a CineOP também oferecerá uma programação diversificada com oficinas, debates e conversas sobre temas como memória, preservação e políticas públicas para o audiovisual. O evento se propõe a ser um espaço de reflexão e troca de ideias, promovendo a interação entre cineastas, educadores e o público.
Os filmes contemporâneos e clássicos que passaram por processos de restauração também terão espaço na programação, com destaque para "A mulher de todos" (1969), de Rogério Sganzerla, e "Alô alô carnaval", de Adhemar Gonzaga. Essas obras restauradas são fundamentais para a preservação da história do cinema brasileiro e para a formação de novas gerações de espectadores.
A CineOP 2025 ocorrerá até 30 de junho, e sua realização depende do apoio da comunidade e de iniciativas que valorizem a cultura. Projetos como esse devem ser estimulados pela sociedade civil, pois a união pode fortalecer a preservação do nosso patrimônio audiovisual e garantir que novas vozes sejam ouvidas no cenário cultural.

Casos recentes de violência armada no Brasil, como a morte de uma criança e um feminicídio, evidenciam os riscos do aumento de armas após a flexibilização do Estatuto do Desarmamento. O Instituto Sou da Paz lança campanha de desarmamento, focando na proteção de mulheres negras, que são as principais vítimas.

A TIM lançou a tecnologia TIM Vibe, que transforma som em vibrações táteis, promovendo inclusão de pessoas surdas em eventos musicais. A funcionalidade é gratuita e foi testada por influenciadores e entidades.

Os pagamentos do Bolsa Família de junho de 2025 estão sendo finalizados hoje, 27 de junho, com novos benefícios e valores para famílias de baixa renda. O cronograma de repasses segue a ordem do dígito final do NIS.

A ACLU do Texas anunciou os artistas residentes Vincent Valdez e KB Brookins para 2025-26, que receberão R$ 30 mil cada para projetos sobre direitos civis e encarceramento em massa. Valdez retratará líderes comunitários, enquanto Brookins abordará a detenção pré-julgamento em prisões. A colaboração visa destacar a urgência de proteger os direitos de todos os texanos.

Adolescente em tratamento de osteossarcoma em Luziânia (GO) enfrenta bullying sistemático na escola, levando ao indiciamento da diretora e da coordenadora por omissão. A situação revela a gravidade da intimidação e a necessidade de proteção integral.

A Câmara dos Deputados aprovou a venda da produção de óleo e gás em campos do pré-sal não contratados, prevendo arrecadação de até R$ 20 bilhões para moradia, saúde e educação. O relator, deputado José Priante, destacou a destinação de R$ 15 bilhões ao programa Minha Casa Minha Vida e a ampliação de recursos para reduzir desigualdades regionais.