O Circo no Ato celebra doze anos com apresentações gratuitas de três espetáculos e oficinas no Rio de Janeiro, priorizando a acessibilidade. A iniciativa visa fortalecer a cultura circense e impactar positivamente o público.

A companhia Circo no Ato, um coletivo circense carioca, celebra doze anos de atividades com uma programação especial. O grupo realizará apresentações gratuitas de seus três espetáculos: “Livre Acesso”, “Praticantes do Amor” e “Se Der Corda”. As apresentações ocorrerão em diversos locais do Rio de Janeiro, começando nesta quarta-feira e se estendendo até junho.
Além das apresentações, a programação inclui oficinas circenses e rodas de conversa, todas com foco na acessibilidade. A iniciativa é produzida pela Osmose Produções e conta com o apoio do edital Pró-Carioca Linguagens, da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro.
Os eventos acontecerão em importantes equipamentos culturais da cidade, como a Arena Carioca Chacrinha, localizada em Pedra de Guaratiba, e o Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines), em Laranjeiras. Todos os locais escolhidos possuem medidas de acessibilidade, garantindo que o público possa desfrutar das atividades.
Rafael Garrido, artista de circo e um dos fundadores do Circo no Ato, destaca a importância do projeto: “São muitas as experiências e o impacto delas nas nossas vidas e no nosso público. Isso fortalece ainda mais o nosso trabalho.” Ele ressalta que o circo é mais do que uma manifestação cultural; é um espaço de acolhimento e transformação social.
O projeto visa divulgar e fortalecer a cultura circense, proporcionando ao público uma experiência rica e diversificada. Garrido enfatiza que viver de arte é desafiador, mas a união e o carinho na realização dos eventos são fundamentais para o sucesso do coletivo.
Iniciativas como essa merecem o apoio da sociedade civil, pois ajudam a promover a cultura e a arte em suas diversas formas. A participação do público é essencial para que projetos culturais continuem a prosperar e a impactar positivamente a comunidade.

O governo reduziu em 42% o orçamento do Prêmio do Seguro Rural, enquanto um projeto na Comissão de Constituição e Justiça busca modernizar a legislação e garantir benefícios financeiros aos agricultores.

Paulo Hoff, oncologista da Rede D'Or, destaca que 60% dos pacientes com câncer no Brasil podem ser curados, enfatizando a importância do diagnóstico precoce em seu curso na CasaFolha.

A Câmara dos Deputados aprovou projeto que criminaliza a aproximação do agressor à vítima sob medida protetiva, mesmo com consentimento. A proposta visa fortalecer a proteção às mulheres e já segue para o Senado.

O Cine Paissandu, fechado por mais de 20 anos, reabrirá em 16 de agosto com uma ocupação artística de Manoela Cezar, simbolizando a revitalização do patrimônio histórico de São Paulo.

Em 16 de abril de 2025, o Conselho Federal de Medicina (CFM) publicou a resolução nº 2.247, que proíbe a terapia hormonal antes dos 18 anos e bloqueadores hormonais na puberdade, além de restringir cirurgias de redesignação de gênero para maiores de 21 anos. Especialistas criticam a medida, apontando um retrocesso no bem-estar da população trans e na pesquisa científica, além de alegarem que a norma ignora as necessidades dos jovens afetados. A decisão gera preocupações sobre a saúde mental de adolescentes trans, que enfrentam riscos elevados de suicídio e depressão.

O Governo de São Paulo lança o Ônibus SP Por Todas, que oferecerá atendimento humanizado a mulheres vítimas de violência em diversos municípios, promovendo acesso a serviços de proteção e orientação. O ônibus contará com profissionais capacitados e funcionará em locais de grande circulação, garantindo sigilo e apoio psicológico, jurídico e assistencial. Durante a 28ª Corrida do Bombeiro, o público poderá conhecer a estrutura e os serviços disponíveis.