O Circo no Ato celebra doze anos com apresentações gratuitas de três espetáculos e oficinas no Rio de Janeiro, priorizando a acessibilidade. A iniciativa visa fortalecer a cultura circense e impactar positivamente o público.

A companhia Circo no Ato, um coletivo circense carioca, celebra doze anos de atividades com uma programação especial. O grupo realizará apresentações gratuitas de seus três espetáculos: “Livre Acesso”, “Praticantes do Amor” e “Se Der Corda”. As apresentações ocorrerão em diversos locais do Rio de Janeiro, começando nesta quarta-feira e se estendendo até junho.
Além das apresentações, a programação inclui oficinas circenses e rodas de conversa, todas com foco na acessibilidade. A iniciativa é produzida pela Osmose Produções e conta com o apoio do edital Pró-Carioca Linguagens, da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro.
Os eventos acontecerão em importantes equipamentos culturais da cidade, como a Arena Carioca Chacrinha, localizada em Pedra de Guaratiba, e o Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines), em Laranjeiras. Todos os locais escolhidos possuem medidas de acessibilidade, garantindo que o público possa desfrutar das atividades.
Rafael Garrido, artista de circo e um dos fundadores do Circo no Ato, destaca a importância do projeto: “São muitas as experiências e o impacto delas nas nossas vidas e no nosso público. Isso fortalece ainda mais o nosso trabalho.” Ele ressalta que o circo é mais do que uma manifestação cultural; é um espaço de acolhimento e transformação social.
O projeto visa divulgar e fortalecer a cultura circense, proporcionando ao público uma experiência rica e diversificada. Garrido enfatiza que viver de arte é desafiador, mas a união e o carinho na realização dos eventos são fundamentais para o sucesso do coletivo.
Iniciativas como essa merecem o apoio da sociedade civil, pois ajudam a promover a cultura e a arte em suas diversas formas. A participação do público é essencial para que projetos culturais continuem a prosperar e a impactar positivamente a comunidade.

O youtuber Felipe Bressanim Pereira, conhecido como Felca, expôs a exploração de menores na internet, gerando 30 milhões de visualizações e mobilizando o Congresso a apresentar 52 projetos de lei para combater o problema.

A Ilha do Combu, em Belém, agora conta com uma nova agência do Sebrae, que visa impulsionar a bioeconomia local e preparar a comunidade para a COP30, com expectativa de atrair até 70 mil visitantes.

A produção de pinhão no Brasil, tradicionalmente concentrada no Sul, agora se expande para a Serra da Mantiqueira, com exportações para os EUA aumentando de seis para doze toneladas em 2024. A valorização da cadeia produtiva é impulsionada por iniciativas de industrialização e capacitação.

Em 2023, o Brasil registra mais de 24 mil estudantes de Medicina em programas de cotas, representando 9% do total, com predominância em instituições públicas. A inclusão social avança, mas a disparidade entre redes persiste.

Felca viralizou um vídeo que denuncia a adultização de crianças nas redes sociais e a exploração infantil, alcançando mais de 44 milhões de visualizações. O humorista, que tem experiência pessoal com vítimas de violência sexual, expõe como algoritmos promovem conteúdos prejudiciais. Especialistas alertam sobre os impactos emocionais dessa prática, enquanto a Meta afirma que remove material inapropriado assim que detectado.

Lázaro Ramos provocou debates ao criticar a licença-paternidade de apenas 5 dias no Brasil, destacando a necessidade de mudança cultural e legal para promover a igualdade de gênero nos cuidados infantis.