Impacto Social

Circuito de quadrilhas juninas no DF promove inclusão social e movimenta a economia local

O circuito de quadrilhas juninas no Distrito Federal é uma poderosa ferramenta de inclusão social, promovendo desenvolvimento pessoal e movimentando a economia local. Júnior Pereira, presidente da União Junina-DFE, destaca a importância do movimento, que conta com dezoito grupos filiados e envolve diversas profissões, gerando renda e oportunidades. As quadrilhas atraem jovens e adultos, proporcionando um espaço acolhedor e transformador, onde até os mais velhos redescobrem a alegria da dança. A expectativa para o próximo circuito é alta, com todos se preparando para celebrar essa rica tradição.

Atualizado em
May 19, 2025
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Podcast do Correio recebeu Junior Pereira, presidente da Uniao Junina. Na bancada, José Carlos Vieira e Mariana Saraiva. - (crédito: Fotos: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)

O circuito de quadrilhas juninas no Distrito Federal é uma tradição que promove a inclusão social e movimenta a economia local. Júnior Pereira, presidente da União Junina-DFE, destacou em entrevista ao Podcast do Correio a importância desse movimento para o desenvolvimento pessoal de jovens e adultos. Atualmente, a União Junina conta com dezoito grupos filiados, cada um com uma média de quarenta a sessenta dançarinos.

Segundo Pereira, o movimento junino vai além da dança. Ele afirma que "recebemos jovens machucados e adultos retraídos por conta de traumas vividos". O trabalho com essas pessoas envolve assistência social, que muitas vezes não é percebida. As quadrilhas juninas oferecem um espaço de acolhimento e diversidade, atraindo tanto jovens quanto pessoas mais velhas, que encontram na dança uma forma de redescobrir a alegria.

A importância econômica do circuito é significativa. Pereira menciona que a cadeia produtiva por trás do movimento envolve costureiras, serralheiros, marceneiros e músicos, gerando renda e oportunidades de sobrevivência. Em Brasília, cerca de setenta grupos estão legalizados, além de outros que se apresentam em escolas e igrejas, movimentando o comércio local durante o período junino.

Os jovens estão cada vez mais interessados em participar das quadrilhas. Pereira observa que as crianças e os adolescentes são essenciais para manter a tradição viva. Ele compartilha a história de um garoto que, ao se juntar ao grupo, mudou completamente sua trajetória de vida, encontrando apoio e um novo caminho. Essa transformação é um dos principais objetivos do movimento.

A expectativa para o início do circuito é alta. Os grupos estão se preparando intensamente, equilibrando ensaios com trabalho e estudos. As famílias também se envolvem, incentivando e acompanhando os jovens nas apresentações. Pereira relembra sua própria trajetória no movimento, que começou aos dezessete anos, quando decidiu montar uma quadrilha para animar a comunidade de Samambaia.

O circuito de quadrilhas juninas é uma oportunidade de transformação social e econômica. Projetos como esse devem ser estimulados pela sociedade civil, pois podem impactar positivamente a vida de muitas pessoas, oferecendo apoio e inclusão a quem mais precisa. A união em torno dessas iniciativas é fundamental para fortalecer a cultura e a comunidade.

Correio Braziliense
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