A exposição "Claudia Andujar e seu universo: ciência, sustentabilidade e espiritualidade" estreia no Museu do Amanhã, reunindo 130 obras da artista e 40 de outros criadores. A mostra, parte da Ocupação Esquenta COP, destaca a relação entre arte e questões ambientais, promovendo um diálogo essencial sobre mudanças climáticas.

A fotógrafa Claudia Andujar, reconhecida por seu trabalho com o povo indígena Yanomami, inaugura uma exposição no Museu do Amanhã nesta sexta-feira, dia 18. Composta por 130 obras da artista, a mostra “Claudia Andujar e seu universo: ciência, sustentabilidade e espiritualidade” também inclui peças de 40 outros artistas. Esta iniciativa faz parte da Ocupação Esquenta COP, que discute temas relevantes para a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP) que ocorrerá em Belém em novembro.
O curador Paulo Herkenhoff destaca que a exposição reflete como Andujar abordou questões de ciência, conservação e natureza, funcionando como um “periscópio” que foca em diversos aspectos de sua obra. A mostra celebra o legado da artista, que tem 94 anos, e é dividida em cerca de 30 núcleos temáticos, incluindo séries icônicas que retratam a Amazônia, como “A floresta” e “A casa”, além de retratos de figuras como Clarice Lispector e migrantes de São Paulo.
A Ocupação Esquenta COP também apresenta outras duas mostras. “Água Pantanal fogo” traz fotografias de Lalo de Almeida e Luciano Candisani, que documentam o bioma do Pantanal e sua devastação. Já a coletiva “Tromba d’água” reúne 27 obras de 14 artistas mulheres latinas, como Rosana Paulino e Suzana Queiroga, que exploram a relação entre o feminino e a natureza, com entrada gratuita.
Com a inauguração de 1.200 metros quadrados de espaço expositivo, o Museu do Amanhã reafirma seu compromisso com a luta contra as mudanças climáticas. O curador do museu, Fabio Scarano, enfatiza que, embora a ciência tenha alertado sobre essas questões há tempos, a mensagem ainda não ressoou nos corações e mentes das pessoas. Ele acredita que a arte e a espiritualidade podem ser fundamentais nesse diálogo.
A exposição de Claudia Andujar não apenas homenageia sua trajetória, mas também convida o público a refletir sobre a importância da arte na conscientização ambiental. Através de suas obras, a artista propõe uma conexão profunda entre ciência, natureza e espiritualidade, temas que são cada vez mais urgentes em nosso tempo.
Iniciativas como essa merecem apoio e valorização, pois podem inspirar ações coletivas em prol da conservação ambiental e da cultura. A união da sociedade civil pode ser um poderoso motor para promover mudanças significativas e ajudar a preservar o legado de artistas que lutam por causas essenciais.

Supermercados dominam a venda de alimentos ultraprocessados no Brasil, conforme estudo de Marcos Anderson Lucas da Silva, que propõe o sistema Locais-Nova para promover o acesso a opções saudáveis. A pesquisa destaca a necessidade de intervenções públicas para melhorar a disponibilidade de alimentos frescos e saudáveis, especialmente em áreas periféricas.

A hipertensão arterial na América Latina enfrenta discriminação no tratamento, afetando mulheres e minorias. A IASH propõe intervenções para personalizar cuidados e combater desigualdades.

A Secretaria de Saúde (SES-DF) readequou o box de emergência do Hospital da Região Leste (HRL) para aumentar segurança e conforto, com melhorias na estrutura e manutenção. A superintendente Malu Castelo Branco destacou que as intervenções são essenciais para um atendimento mais humanizado.

O governo brasileiro, sob a presidência de Luiz Inácio Lula da Silva, está desenvolvendo um decreto para implementar a nova Estratégia Nacional de Fronteiras (ENaFron), que integrará ações de diversos ministérios com foco em direitos humanos e desenvolvimento sustentável. A proposta visa substituir a abordagem militar predominante por uma gestão civil mais abrangente, promovendo serviços básicos e políticas sociais nas regiões de fronteira.

A Globo substituirá a Tela Quente pelo programa Falas da Terra nesta segunda-feira (21). O novo formato, apresentado por Dira Paes e Xamã, discute questões indígenas e ambientais, abordando temas como preservação e demarcação de terras.

Estado de São Paulo foi condenado a pagar R$ 350 mil por danos morais coletivos à população negra, após monitoramento da Polícia Militar em caminhada turística em 2020. A decisão destaca violação de direitos fundamentais.