O projeto "A Poesia do Rap", idealizado por Cocão Avoz, expande seu alcance para 14 escolas de São Paulo, promovendo a escrita e a cultura hip-hop entre jovens. A iniciativa, apoiada pela Secretaria Municipal de Cultura, visa inspirar e transformar vidas.

O projeto "A Poesia do Rap", idealizado em dois mil e sete por Ed Mauro Teixeira, conhecido como Cocão Avoz, busca fomentar o interesse de estudantes pela escrita e promover atividades culturais nas escolas. Em dois mil e vinte e três, a iniciativa recebeu apoio da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, possibilitando sua expansão para quatorze escolas. Cocão Avoz planeja levar o projeto para outras cidades e estados brasileiros, ampliando seu alcance e impacto.
A proposta visa inspirar os alunos a desenvolverem habilidades de escrita e a se conectarem com a cultura. Cocão Avoz afirma: "O objetivo é mostrar que existe um caminho, é dar coragem para eles viverem e serem quem quiserem ser." A experiência do rapper, que foi influenciado pela música desde a adolescência, o motivou a compartilhar seu conhecimento com crianças e adolescentes nas escolas municipais e estaduais.
Entre as instituições participantes está a Emef Ana Silveira Pedreira, localizada no Jardim São Luis, na zona sul de São Paulo. Professores relatam que o projeto tem sido um sucesso, integrando-se à rotina dos alunos. Uma estudante destaca: "Esse projeto inspira muito, abre a mente de quem não conhece a história do rap e colabora na vida de quem tem depressão ou ansiedade." Outro aluno menciona a importância do rapper como um modelo a ser seguido, facilitando o acesso à arte.
Cocão Avoz teve seu primeiro contato com o hip-hop na adolescência, quando assistiu a uma apresentação do grupo Racionais MC's em sua escola. Desde então, sua paixão pela arte cresceu, levando-o a criar "A Poesia do Rap". O rapper, em colaboração com a coordenação pedagógica, ensina sobre a cultura do hip-hop, que inclui elementos como rap, grafite, break e DJ, e que surgiu nos Estados Unidos na década de setenta, abordando questões sociais semelhantes às vividas nas periferias brasileiras.
Com o apoio da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, o projeto foi ampliado para quatorze escolas durante dois meses. Educadores, como Márcio, ressaltam o impacto positivo do hip-hop na vida das crianças, especialmente aquelas que enfrentam dificuldades fora da escola. Ele afirma que "escrever é um ato político" e que o trabalho de Cocão tem gerado novos poetas entre os alunos.
Além de seu trabalho nas escolas, Cocão Avoz lançou sua marca "A Voz" em dois mil e dezenove e publicou seu primeiro livro. Sua trajetória artística o levou a participar da série "Sintonia", da Netflix. Agora, ele busca expandir seu projeto para outras regiões do Brasil. A união da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar iniciativas culturais como essa, que transformam a vida de jovens e promovem a arte em suas comunidades.

O Ministério da Saúde inicia a implementação do teste molecular DNA-HPV no SUS, substituindo o Papanicolau e beneficiando 7 milhões de mulheres até 2026. A nova tecnologia promete diagnóstico mais precoce e eficiente.

A Neurogram, healthtech paranaense, captou R$ 17 milhões e visa processar 100.000 exames de EEG até 2025, digitalizando laudos e desenvolvendo IA para monitoramento em UTIs. A inovação promete reduzir o tempo de análise em até 60%.

A Caixa Econômica Federal lança linha de crédito de até R$ 4.500 pelo aplicativo Caixa Tem, visando inclusão financeira de negativados. Processo digital elimina taxas e facilita acesso ao crédito.

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, assinou uma medida provisória que reformula o setor elétrico, criando novas faixas de isenção e descontos na conta de luz para até 60 milhões de brasileiros. A reforma, que visa beneficiar famílias de baixa renda, terá um custo anual estimado em R$ 3,6 bilhões.

Influenciadores brasileiros estão diversificando suas rendas com novas iniciativas, como lojas online que vendem produtos e destinam lucros a causas sociais. A startup Elev-C oferece uma plataforma para essa transformação.

Os 18 Centros de Atenção Psicossocial (Caps) do Distrito Federal lançarão o projeto Libertarte, com oficinas criativas em artesanato, música e pintura, promovendo inclusão social e geração de renda. A iniciativa, em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), visa qualificar o atendimento e fortalecer a luta antimanicomial. As atividades ocorrerão de junho a outubro, com materiais fornecidos para garantir a continuidade das práticas.