A Fundação Grupo Boticário lançou a campanha "ON pela Natureza", interrompendo a programação do Canal OFF para promover a conscientização ambiental e plantou 1.440 árvores. A ação gerou grande engajamento nas redes sociais.

A Fundação Grupo Boticário, com mais de três décadas dedicadas à conservação da biodiversidade brasileira, lançou recentemente a campanha "ON pela Natureza". A iniciativa interrompeu a programação do Canal OFF por uma hora, substituindo a exibição habitual por uma tela com chuvisco e a mensagem: “O Canal OFF está off, para você perceber como a natureza pode fazer falta.” Essa ação gerou uma onda de reflexão nas redes sociais, destacando a importância da natureza em nossas vidas.
Durante a interrupção, a fundação promoveu uma live de 24 horas, onde atletas, influenciadores e pesquisadores compartilharam suas experiências e a conexão com a natureza. Cada minuto da transmissão resultou em uma árvore plantada, totalizando 1.440 árvores, simbolizando o impacto positivo da fundação em suas ações ambientais ao longo dos anos.
Além disso, a fundação firmou uma parceria com a Paramount, trazendo Bob Esponja e sua turma ao Brasil. Juntos, produziram uma série de episódios nas redes sociais, onde os personagens enfrentam os desafios das mudanças climáticas nos recifes de corais. Essa abordagem lúdica visa engajar o público jovem e familiar em questões ambientais, utilizando a popularidade dos personagens para transmitir mensagens importantes.
Um estudo recente realizado pela fundação, em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) e a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), revelou que 87% dos brasileiros estão dispostos a mudar hábitos em prol do oceano, mas apenas 7% participaram de ações concretas nos últimos doze meses. Essa discrepância entre intenção e ação destaca a necessidade de uma comunicação eficaz que motive mudanças reais.
A comunicação desempenha um papel crucial na mobilização coletiva, especialmente em um ano em que o Brasil sediará a COP30. A fundação acredita que campanhas de sensibilização ganham força quando ciência, criatividade e estratégia de mídia se unem. Essa abordagem colaborativa é essencial para gerar um impacto significativo e duradouro nas questões ambientais.
Iniciativas como a "ON pela Natureza" e a parceria com a Paramount mostram como a união de esforços pode transformar a percepção e a ação em relação ao meio ambiente. Projetos que promovem a conscientização e a ação em defesa da natureza precisam do apoio da sociedade civil. Juntos, podemos fazer a diferença e contribuir para um futuro mais sustentável.

O desmatamento na Mata Atlântica caiu 14% em 2024, mas ainda é considerado elevado. A agricultura e desastres naturais, como a tempestade no Rio Grande do Sul, foram os principais responsáveis pela destruição. O governo lançou um plano até 2027 para combater o desmate.

A Ambipar desenvolveu o Ambiálcool, um etanol sustentável feito de restos de alimentos, com desempenho semelhante ao etanol convencional, mas ainda não disponível para venda. A iniciativa visa transformar resíduos alimentares em combustível, contribuindo para a sustentabilidade e aproveitamento de insumos descartados.

Cascas de banana, frequentemente descartadas, são valiosas para o cultivo doméstico, servindo como adubo natural e repelente de pragas. Essa prática sustentável enriquece o solo e protege as plantas.

A Natura revisou suas metas de sustentabilidade até 2050, elevando suas ambições para 100% de plásticos renováveis e embalagens reutilizáveis até 2030, destacando a importância da regeneração. O CEO João Paulo Ferreira enfatizou que a empresa não recuará em seus compromissos, mesmo diante de desafios globais.

O governo brasileiro anunciou o segundo leilão do Eco Invest, com expectativa de arrecadar até R$ 11 bilhões para recuperar um milhão de hectares de áreas degradadas. O foco será na Amazônia e em projetos sustentáveis.

Pesquisadores da USP e Unesp revelam que a combinação dos pesticidas acefato e diuron desregula membranas celulares de mamíferos, aumentando riscos à saúde. O estudo destaca a necessidade de regulamentação e prevenção.