A Copart lançou a plataforma Achar Peças, conectando consumidores a desmanches licenciados, promovendo a economia circular no setor automotivo. O evento de lançamento ocorreu na ReciclaAuto, destacando o crescimento do mercado de autopeças.

Durante a Semana do Meio Ambiente, a Copart lançou a plataforma Achar Peças, que visa conectar consumidores a desmanches licenciados, facilitando a compra de peças usadas. Essa iniciativa busca atender à crescente demanda do consumidor final e promover a economia circular no setor automotivo. A plataforma permite que proprietários de veículos encontrem modelos disponíveis em desmanches autorizados pelo Detran, possibilitando um contato direto para verificar a disponibilidade das peças necessárias.
Os desmanches cadastrados na plataforma podem arrematar veículos em leilões da Copart e disponibilizá-los imediatamente no Achar Peças. O lançamento da plataforma ocorrerá nos dias seis e sete de junho, durante a quarta edição da ReciclaAuto, um evento importante para o setor, no qual a Copart é patrocinadora ouro. A proposta é criar sinergia com as movimentações do mercado de peças automotivas, que movimentou R$ 260 bilhões em 2024, um crescimento de treze por cento em relação a 2023.
No primeiro trimestre de 2024, a indústria de autopeças registrou um aumento de 17,8% no faturamento líquido. Esse crescimento é impulsionado pelo envelhecimento da frota nacional, que atualmente possui uma média de idade de 12,8 anos para veículos a combustão, aumentando a necessidade de manutenção e troca de peças. Com mais de 1700 desmanches parceiros, a Copart busca contribuir para o avanço da economia circular e para as operações dos desmanches.
Adiel Avelar, presidente da Copart no Brasil, destacou que a valorização da economia circular reflete um movimento global de repensar o ciclo de vida dos veículos, priorizando o reaproveitamento de componentes e a redução do desperdício. A plataforma Achar Peças é acessível ao consumidor por meio de uma página na web, enquanto os desmanches utilizam um aplicativo. Para divulgar seus produtos, os desmanches devem atender a critérios rigorosos, e os anúncios ficam disponíveis por 120 dias.
A digitalização do setor automotivo é considerada uma aliada fundamental, pois plataformas como Achar Peças facilitam o encontro entre oferta e demanda de peças usadas de forma ágil e segura. A Copart, ao lançar essa plataforma, não apenas atende a uma necessidade do mercado, mas também promove práticas sustentáveis que podem beneficiar a sociedade como um todo.
Iniciativas como a Achar Peças demonstram a importância de unir esforços para promover a sustentabilidade e a economia circular. A sociedade civil pode se mobilizar para apoiar projetos que incentivem o reaproveitamento de recursos e a redução do desperdício, contribuindo para um futuro mais sustentável e consciente.

Um proprietário de sítio em Flórida Paulista (SP) foi multado em R$ 1.650,00 por desmatar 0,30 hectare de vegetação nativa sem autorização. A área foi embargada pela Polícia Militar Ambiental, que utilizou imagens de satélite para a fiscalização.

A meteorologia moderna vai além da previsão do tempo, integrando inteligência climática em setores como agricultura e logística, especialmente após abril ser o segundo mais quente em 176 anos. Eventos climáticos extremos exigem ações estratégicas para mitigar riscos e proteger vidas.

Criptomoedas, como o Bitcoin, enfrentam críticas pelo alto consumo energético da mineração, mas novas abordagens, como a Prova de Participação e o uso de energia renovável, oferecem soluções sustentáveis. O Brasil, com sua matriz energética limpa, pode se destacar, embora desafios regulatórios ainda persistam.

Governo brasileiro anuncia 68 obras de segurança hídrica no Nordeste, com investimento de R$ 10,4 bilhões, destacando a Barragem de Oiticica, inaugurada em março.

Biólogo flagra supressão ilegal de manguezais na Lagoa da Tijuca, comprometendo a biodiversidade local e configurando crime ambiental. Ele cobra ações das autoridades para punir os responsáveis pela destruição.

Estudo revela que mudanças climáticas podem elevar níveis de arsênio no arroz, aumentando riscos de câncer na China. Pesquisadores buscam soluções para mitigar esse grave problema de saúde pública.