Usuários de drogas foram deslocados da Cracolândia para a Praça Marechal Deodoro, onde aumentaram as agressões e a presença da Guarda Civil Metropolitana é quase inexistente, gerando preocupações com a segurança.

Após a remoção de usuários de drogas da Cracolândia, em São Paulo, a Praça Marechal Deodoro se tornou um novo ponto de concentração. A Guarda Civil Metropolitana (GCM) não tem presença significativa na área, o que gerou um aumento nas agressões contra os dependentes. Comerciantes relataram que, nas últimas semanas, a violência se intensificou, com usuários sendo atacados e constrangidos, inclusive menores de idade, que foram abordados por agentes de segurança.
A ONG Craco Resiste, que acompanha a situação, denuncia uma "dispersão permanente" dos usuários, que agora estão sem os vínculos que tinham com assistentes sociais e comerciantes na Cracolândia. A presença de mais de cem pessoas na Praça Marechal Deodoro foi observada, mas a falta de segurança e assistência adequada levanta preocupações sobre a saúde e segurança dos dependentes químicos.
O prefeito Ricardo Nunes (MDB) expressou surpresa com a redução do número de usuários na Rua dos Protestantes, que antes era um ponto de aglomeração. Ele reconheceu que a situação não está resolvida e que a crise foi apenas redistribuída pela cidade. A operação conjunta do governo e da prefeitura na Favela do Moinho, que resultou na prisão de um traficante, foi um dos fatores que contribuíram para essa mudança.
Embora a GCM tenha sido elogiada pelo vice-prefeito Coronel Mello Araújo, a ONG Craco Resiste afirma que houve um aumento na violência das abordagens. Relatos indicam que os guardas passaram a usar força excessiva, incluindo agressões físicas e uso de spray de pimenta. A situação na Cracolândia é um problema complexo que envolve saúde, segurança pública e assistência social, sem soluções definitivas ao longo dos anos.
Dados recentes mostram que, apesar da diminuição do fluxo na Cracolândia, a crise persiste. Em 2012, uma operação semelhante resultou na dispersão de usuários para outros bairros, criando "minicracolândias". A administração municipal tem intensificado ações de assistência social e saúde, mas a falta de dados sobre a nova localização dos usuários dificulta a avaliação da situação atual.
Com a crescente necessidade de apoio a dependentes químicos e suas famílias, iniciativas que promovam a assistência e a reintegração social são essenciais. A união da sociedade civil pode fazer a diferença, ajudando a criar um ambiente mais seguro e acolhedor para aqueles que enfrentam essa dura realidade.

Mariana Rios, aos 40 anos, compartilha sua experiência de gravidez nas redes sociais, enquanto planeja passar julho em São Paulo cuidando do bebê e relembrando viagens passadas. A atriz, que anunciou a gestação em junho após tratamento de fertilização in vitro, está na 15ª semana e promete relatos semanais sobre a gravidez. Além disso, lidera um projeto de apoio a mulheres tentando engravidar.

O presidente da Câmara, Hugo Motta, anunciou a votação de um projeto de lei para proteger crianças na internet após um vídeo impactante do youtuber Felca sobre exploração infantil. A proposta, já aprovada no Senado, visa implementar medidas de controle parental e restringir o acesso de menores a conteúdos prejudiciais.

O Supremo Tribunal Federal (STF) deu prazo até outubro de 2025 para o Congresso regulamentar a licença-paternidade, enquanto empresas como Rhodia e will bank já oferecem até 180 dias de licença parental.

O anteprojeto do Plano Diretor de Ordenamento Territorial (PDOT) do Distrito Federal foi aprovado pelo Conplan-DF e será enviado à Câmara Legislativa para votação até dezembro. A proposta regulariza 28 áreas habitacionais.

O programa Piauí Saúde Digital, com teleconsultas e IA, reduziu em mais de 27% a mortalidade por infarto e AVC em um ano, melhorando o acesso à saúde no estado. A telemedicina se destaca como solução para desigualdade no atendimento médico.

A Universidade Federal do Pará (UFPA) será sede da "Aldeia COP", que acolherá mais de três mil indígenas durante a Conferência das Partes (COP 30) em Belém, promovendo debates sobre justiça climática. A ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, destacou que essa será a maior participação indígena na história da COP, com representantes de diversos países da bacia amazônica. A iniciativa visa garantir diálogos diretos com autoridades e ampliar a presença e a qualidade da participação indígena nos debates climáticos.