O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou a Política Nacional de Humanização do Luto Materno e Parental, que visa melhorar o atendimento a famílias em luto por perdas gestacionais e neonatais. A lei, que entra em vigor em noventa dias, estabelece protocolos de atendimento, acompanhamento psicológico e cria o Mês do Luto Gestacional em outubro.

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou a lei que estabelece a Política Nacional de Humanização do Luto Materno e Parental. A legislação, publicada no Diário Oficial da União no dia 26 de maio, entra em vigor em noventa dias e visa garantir um atendimento mais humanizado às mulheres e familiares que enfrentam a perda gestacional, óbito fetal ou neonatal.
A nova política tem como objetivo principal organizar a oferta de serviços públicos durante o luto, buscando reduzir riscos e vulnerabilidades para os envolvidos. Entre as responsabilidades da União estão a criação de protocolos nacionais sobre os procedimentos de humanização do luto e a garantia de recursos federais para financiar ações relacionadas ao tema.
Os serviços de saúde, tanto públicos quanto privados, deverão encaminhar mães, pais e outros familiares para acompanhamento psicológico após a alta hospitalar. O atendimento deve ser preferencialmente realizado na residência da família ou na unidade de saúde mais próxima. Além disso, a lei assegura que a mãe tenha um acompanhante de sua escolha durante o parto do natimorto.
Outra importante medida da legislação é a formalização do registro de óbito em prontuário médico. As mulheres que sofreram perdas gestacionais também terão direito a exames e avaliações para investigar as causas do óbito, além de acompanhamento em futuras gestações.
O mês de outubro será oficialmente reconhecido como o Mês do Luto Gestacional, Neonatal e Infantil no Brasil, promovendo maior conscientização sobre a temática e a importância do suporte às famílias enlutadas.
Iniciativas como essa devem ser apoiadas pela sociedade civil, que pode contribuir para a melhoria do atendimento e suporte às famílias que enfrentam a dor da perda. A união em torno dessa causa pode fazer a diferença na vida de muitas pessoas que precisam de acolhimento e assistência durante momentos tão difíceis.

A cineasta Marianna Brennand estreia "Manas" nos cinemas brasileiros, após conquistar prêmios em Veneza e Cannes. O filme aborda o tráfico infantil com sensibilidade e autenticidade, destacando a atuação de Jamilli Correa.

Em abril de 2023, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou a desativação dos hospitais de custódia, mas apenas cinco estados cumpriram a medida até maio de 2024, enquanto São Paulo aumentou o número de internos.

Taís Araujo reflete sobre sua trajetória na TV, destacando a importância de sua personagem Raquel em "Vale Tudo" e a evolução da representação negra na teledramaturgia brasileira. A atriz reconhece os desafios enfrentados e a relevância de sua presença como símbolo de empoderamento e diversidade.

O Sesc Santo Amaro promove o Drag King Pocket Show em 1º de junho, reunindo sete drag kings e um concurso, visando combater preconceitos e mapear essa arte no Brasil. A iniciativa busca ampliar a visibilidade e acolhimento das performances drag, desafiando estigmas e promovendo inclusão.

Itaipu Binacional se destaca na COP30 em Belém, investindo R$ 1,3 bilhão em infraestrutura e projetos sociais, como o Parque Urbano Igarapé São Joaquim, que beneficiará 300 mil famílias.

Ana Luiza Rigue, estudante de 21 anos, correu a Meia Maratona do Rio em homenagem à mãe, Luciana Gambarato, que se recupera de um AVC. A corrida se tornou um elo emocional entre elas.