A tramitação do PL 2628/2022, que visa proteger crianças e adolescentes na internet, foi paralisada devido a um motim de bolsonaristas na Câmara dos Deputados. O projeto, que estabelece deveres para plataformas digitais, aguarda votação.

A tramitação do Projeto de Lei 2628/2022, que busca proteger crianças e adolescentes na internet, foi interrompida na Câmara dos Deputados devido a um motim de bolsonaristas. O projeto, que já estava em discussão antes da denúncia do influenciador Felipe Bressamin Pereira sobre a "adultização" nas plataformas, visa estabelecer normas para a proteção dos menores no ambiente digital.
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), havia prometido priorizar projetos que coíbam a exposição de jovens de forma "adultizada" na internet. O PL 2628/2022, de autoria do senador Alessandro Vieira (MDB-SE), é o mais avançado entre os treze projetos protocolados após a denúncia de Bressamin, que alcançou quase trinta milhões de visualizações no YouTube.
Um requerimento de urgência para a apreciação do projeto estava na pauta da Câmara, mas a sessão foi cancelada em meio ao tumulto causado por apoiadores de Jair Bolsonaro (PL), que protestavam contra a prisão domiciliar do ex-presidente. Após quase três dias de obstrução, Motta conseguiu abrir uma sessão na noite seguinte.
O PL 2628/2022 estabelece deveres para as plataformas digitais, incluindo a obrigação de fornecer mecanismos de controle parental e a remoção de conteúdos que violem os direitos dos menores. Além disso, a proposta proíbe práticas como caixas de recompensas em jogos eletrônicos e o "perfilamento comportamental" de crianças e adolescentes.
O projeto foi pautado em julho, mas não chegou a ser votado devido ao encerramento da sessão. A proposta é considerada fundamental para garantir a segurança das crianças e adolescentes no ambiente digital, especialmente diante do aumento da exploração e da exposição inadequada nas redes sociais.
Nesta situação, a união da sociedade civil pode ser crucial para apoiar iniciativas que visem a proteção dos menores na internet. Projetos que promovam a conscientização e a segurança digital devem ser estimulados, garantindo um ambiente mais seguro para as futuras gerações.

Samille Ornelas, aprovada em Medicina na UFF, enfrenta a cassação de sua matrícula após um ano de espera, impactando sua identidade e futuro. A jovem, que se autodeclara parda, luta por justiça.

A antiga sala de cinema Cine Paissandu, agora um estacionamento, será revitalizada pela artista Manoela Cezar com projeções de imagens de estradas, evocando sua história e os fantasmas do passado. Essa intervenção artística promete resgatar a memória cultural do espaço, que já foi um ícone da cidade, enquanto destaca o abandono que assola a região.

Bernardo Gomes, co-fundador da Sinqia, vendeu a empresa e, diagnosticado com a doença Machado-Joseph, fundou a Bright Brains, uma healthtech que visa tratar condições neurológicas com IA. Após a venda da Sinqia para a Evertech, Gomes transformou sua experiência pessoal em um novo negócio, inaugurando a Bright Brains em São Paulo, focada em neuromodulação e tratamentos personalizados.

O Complexo Hospitalar de Niterói (CHN) inaugura um novo centro médico com 41 especialidades, incluindo um espaço voltado à saúde da mulher, oferecendo atendimento integrado e moderno. A estrutura visa atender pacientes de diferentes complexidades, promovendo um ecossistema de saúde completo.

Alexandre Borba, o Gaules, arrecadou R$ 883 mil para causas sociais entre 2023 e 2024. Ele utiliza ferramentas como LivePix para facilitar doações, engajando sua comunidade jovem em ações solidárias.

Célia e Celso, um casal que superou barreiras sociais e familiares, vive uma nova fase em Saquarema, frequentando o Centro Dia, que promove dignidade e atividades para idosos. A história deles é um exemplo de amor e inclusão.